<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>Plant&#227;oRss &#62; Turismo</title><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/turismo//?idp=14]]></link><description>Plant&#227;oRss &#62; Turismo</description><language>pt-BR</language><ttl>40</ttl><item> <title><![CDATA[Petrópolis, cidade imperial e capital da cerveja]]></title><description><![CDATA[<p>PETRÓPOLIS - A família imperial já cultivava o hábito de apreciar uma boa cerveja, bebida que teria chegado ao Brasil pelas mãos dos monarcas portugueses, em 1808. A partir da década de 1840, quando começaram a chegar à cidade imperial os imigrantes alemães, o lugar foi se convertendo em uma das principais referências no assunto. Em 1853, a inauguração da cervejaria Bohemia, hoje a marca mais antiga do país, foi um marco histórico. No coração de Petrópolis, pertinho dos principais pontos turísticos, como o Museu Imperial e a Casa de Santos Dumont, a fábrica encerrou as atividades em 1997. Nesta sexta-feira, 18 de maio, a construção de tijolinhos reabre as portas: mais que produzir louras, ruivas e morenas, o prédio se transformou em um moderno, lúdico e imperdível museu temático, onde aprendemos tudo sobre a cerveja: a origem, a história, o processo de elaboração e os vários estilos. A novidade inspirou um roteiro de fim de semana todo fermentado na cevada.</p><p><b>Passeio inclui lugares clássicos e aula de produção de cerveja</b></p><p>Um fim de semana é tempo o suficiente para cumprir todo o roteiro da cerveja em Petrópolis. Para isso, melhor se hospedar na área central, mais perto da nova cervejaria e de alguns dos principais endereços desse universo na cidade serrana. O ideal é começar o percurso de maneira clássica, esticando a happy hour junto com os moradores locais na tradicionalíssima Casa dâAngelo, no centro, bar inaugurado em 1914, com ambiente vintage, bom chope na pressão e um repertório de petiscos honestos, que fica com as calçadas e o belo salão bastante cheios quando a noite cai.</p><p>Apesar de ser um roteiro cervejeiro, este não é exatamente um programa boêmio. O negócio é acordar cedo no sábado e, depois do café da manhã preguiçoso, partir em direção a Itaipava para dar mais um passo fundamental no passeio da cevada. Outro endereço básico nessa temática, frequentado por moradores e pelos cariocas habitués de Petrópolis, é o Bar do Hortomercado. Primeiro, fazemos uma visita aos produtores rurais que vendem ali muitas e muitas delícias, entre potes de mel e ovos caipiras, queijos e conservas as mais variadas. Difícil é não encher uma sacola de compras. Depois, é hora de se acomodar nas mesinhas externas do boteco, abrir o jornal, e os "trabalhos", pedindo uma cerveja para acompanhar os pastéis que saem copiosamente da pequena cozinha. A pimenta, além de temperar, dá ainda mais sede.</p><p>Muita moderação nessa petiscaria vespertina. Porque o almoço tardio é no restaurante Gehren, fundado na década de 1940, perto da área central da cidade. O ambiente dessa casa de esquina é familiar, especialmente durante a tarde, quando pais, filhos e avós dividem as mesas, pedindo as fartas (e baratas) porções do menu, que além de especialidades alemães também apresenta outras boas pedidas, como uma afamada picanha na pedra (R$ 69, para dois, e R$ 89, para quatro) com farofa, e uma linguicinha artesanal feita em Juiz de Fora realmente muito boa para acompanhar uma cerveja.</p><p>Mas o melhor mesmo é ficar nas receitas alemãs muito bem executadas, como o kassler, o eisbein (ambos a R$ 45), o bolo de carne ou as salsichas (ambos a R$ 42), que servem facilmente duas pessoas, acompanhadas pelos indefectíveis chucrute e batatas, e boa mostarda escura â pratos que tão bem se dão com um chope ou cerveja. A casa tem alguns bons rótulos serranos, como a linha Weltenburger Kloster, uma das mais tradicionais marcas de cerveja da Alemanha, com quase mil anos de atividade (foi criada por volta de 1050) e também produzida na cidade imperial pelo Grupo Petrópolis (da cervejaria Itaipava), seguindo a fórmula original germânica.</p><p>Depois do almoço é uma ótima ocasião para se passear a pé pelo Centro Histórico, passando pelo Palácio de Cristal, pela Catedral de São Pedro de Alcântara e terminando no Museu Imperial â lembrando que a bilheteria fecha às 17h30m e todos precisam sair do prédio até as 18h. Nas noites de sábado, às 18h30m, acontece o Sarau Imperial, uma apresentação de teatro e música, e, às 20h, acontece o bem montado espetáculo "Som e luz", nos jardins do palácio.</p><p>Dependendo da animação, ainda é possível dar uma esticadinha para jantar em lugares como o Bordeaux, misto de bar, restaurante e loja de vinhos, que funciona na Casa dos Sete Erros, logo ali nas franjas do Centro Histórico. Apesar do nome, no lugar também é possível beber boas cervejas produzidas em Petrópolis e Teresópolis, mesmo que a lista não seja grande (na filial de Itaipava a seleção é maior, incluindo bons rótulos estrangeiros). O cardápio tem alguns petiscos, sopas e tábuas de queijos e frios, ótimas pedidas para um jantar mais leve.</p><p>Quem estiver realmente interessado no universo da cerveja, e quiser aprender a fazer a sua própria, pode subir a serra no dia 16 de junho, quando acontece um curso para a produção artesanal da bebida. O programa (R$ 400, reservas pelo telefone 24 2243-2052) começa às 9h e termina só às 19h30m.</p><p>â O curso é vivencial. Na parte da manhã, explicamos a teoria, os processos, as temperaturas, uma parte mais técnica. Depois, começamos a fazer a cerveja. Mostramos passo a passo, desde a compra dos grãos e a moagem do malte até a parte final, quando a cerveja está pronta para fermentar e maturar, processo que demora entre 20 dias e um mês. Depois de 40 dias, nos encontramos novamente, para beber a cerveja â diz Rolf dâOttenfels, da Prosit, empresa criada recentemente e dedicada à difusão de cerveja.</p><p><b>Harmonizando com empadas e mignon</b></p><p>Petrópolis é um lugar pródigo para se encontrar acepipes, como os pastéis do Hortomercado, que são ótimos para acompanhar uma loura gelada. Como dizia Chico Science: "uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor". A frase faz mais sentido aos domingos.</p><p>Para começar bem a tarde de domingo seguindo essa filosofia de botequim, não faltam bons endereços. Além dos croquetes emblemáticos da Casa do Alemão e da Pavelka, ou dos bolinhos de bacalhau do Parrô do Valentim e do Recreio, que podem muito bem cumprir esse papel, outro bom lugar para fazer uma boquinha antes do almoço saboreando uma cerveja gelada â algo que parece ser algo ainda mais saboroso no começo de uma tarde outonal ensolarada, com a temperatura ali na casa dos 15 graus Celsius â é a Pão & Pão, escondidinha em Nogueira, endereço famoso pelas empadinhas de massa delicada com recheios os mais variados, sempre forrados com catupiry. O de berinjela é um espetáculo, assim como o de shiitake, e também as fórmulas mais convencionais, de carne-seca, palmito e camarão. Em tempos de enofilia exacerbada e enochatos em profusão, empada com cerveja é um espetáculo, uma harmonização perfeita.</p><p>Para o almoço de inspiração cervejeira, uma ótima escolha é o restaurante Imperatriz Leopoldina, no hotel Solar do Império, que está entre os melhores da Região Serrana, mas não entra neste roteiro exatamente por conta disso: um dos pratos mais pedidos do cardápio é um ótimo filé mignon recheado com farofa de pão com frutas secas, bacon e ervas, servido com molho de cerveja preta e tempurá de aspargos com cerveja clara.</p><p>â O prato foi criado em um festival que o hotel organizou há dois anos em torno da cerveja. Foi um sucesso, e tivemos que deixá-lo no menu regular. O interessante é brincar com as duas cervejas: a preta dá corpo e sabor ao molho, com base do roti e um toque de mel, e a clara proporciona leveza à massa do tempurá, como fazem os italianos ao empanar coisas mais delicadas, como as flores de abobrinha â explica a chef do restaurante, Claudia Mascarenhas, criadora da receita.</p><p>Em breve a Praça da Liberdade, no final da Avenida Koeler, vai ganhar uma cervejaria com comida alemã, através da licitação concedida pela prefeitura de Petrópolis. Enquanto isso, o melhor lugar para degustar um bom repertório dessa bebida, além dos rótulos produzidos na Região Serrana, é o Vagão Beer & Food, no Shopping Estação Itaipava. O bar tem uma das melhores seleções de cervejas do Estado do Rio, e está entre os primeiros a apostar em uma carta ampla dessa bebida. Há mais de uma centena de marcas diferentes, com destaque para as garrafas de Bélgica e Alemanha.</p><p>Ali podemos experimentar joias líquidas, como as belgas Deus, Gouden Carolus Classic, Chimay Grand Reserve, St Feuillien Brune e Kwak, todas servidas em copos adequados, como aquele projetado para esta última, que foi criado para ser preso nas charretes, permitindo ao condutores viajar com a sua cervejinha ao lado. Um fecho de ouro para este fim de semana dedicado a Gambrinus, antigo rei de Flandres e personagem mítico do universo cervejeiro.</p><p><b>Da Suméria à Região Serrana</b></p><p>O passeio começa ao som de música árabe, remetendo a 6.000 a.C., quando a cerveja teria sido criada na Suméria. Somos apresentados a Ninkasi, a deusa da bebida. Em seguida, uma réplica do Código de Hammurabi, um dos mais antigos códigos de leis da Humanidade, escrito em pedra. Descobrimos que, além do "olho por olho, dente por dente", a famosa inscrição trazia uma legislação pesada em relação aos mestres cervejeiros: "os que fizerem uma bebida ruim serão afogados nela". Vamos percorrendo a exposição, e aprendendo tudo relacionado à História e à produção da cerveja: os monges, as tabernas medievais, o período de industrialização, as imigrações, sempre com ênfase na Cervejaria Bohemia de Petrópolis, que reabre os portões nesta sexta-feira, 18 de maio, não apenas voltando à sua atividade inicial, como fábrica de cerveja, mas como um imenso complexo dedicado à bebida, com um museu de alto nível. O projeto se completa em agosto, quando será inaugurado o imenso restaurante de 300 lugares, na cobertura.</p><p>â Aqui é o berçário da Bohemia, onde podemos produzir em pequena escala cervejas especiais, como o chope, que a partir de agora estamos servindo aqui â diz Luciano Horn, o mestre dos mestres cervejeiros da Ambev, hoje dona da marca petropolitana criada em 1853.</p><p>Através de recursos audiovisuais modernos, e muita tecnologia e pesquisa histórica, vamos nos embriagando, sem beber uma gota sequer, deste universo. São 7 mil metros quadrados de área de exposição, divididos em 20 ambientes. Visitamos o antigo galpão que abriga desde objetos históricos, como os painéis resgatados da fábrica da Brahma, no Sambódromo, até algumas reproduções de documentos e muitas fotos antigas. Degustamos o malte de cevada, aveia e trigo, antes de irem para a fermentação. Até provarmos um chope fresquinho, recém-produzido, terminando o passeio na degustação de uma cerveja, com dicas de serviço e harmonização.</p><p>â Nós buscamos inspiração na Heineken Experience, em Amsterdã, e na Guinness Storehouse, em Dublin â diz Ricardo Gouvea, redator de conteúdos da Criacittá, empresa que criou o projeto.</p><p>Para fazer uma visita à altura do museu é importante reservar pelo menos duas horas para o programa (para os apaixonados pela cerveja, quatro horas parece ser o ideal), que pode ser encaixado no roteiro por Petrópolis, no sábado ou no domingo.</p><p><b>SERVIÇO</b></p><p><b>Cervejaria Bohemia:</b> Rua Alfredo Pachá 166, Centro Histórico, Petrópolis. De quarta a sexta-feira das 11h às 18h; sábados e domingos, das 11h às 20h. O ingresso custa R$ 39, com direito a dois chopes. <a rel="external" href="http://bohemia.com.br/cervejaria">bohemia.com.br/cervejaria</a></p><p><b>Bar do Hortomercado:</b> Estrada União e Indústria 9.500, Itaipava. Tel. (24) 8807-6443.</p><p><b>Bordeaux:</b> Rua Ipiranga 716, Centro. Filial na Estrada União e Indústria 10.341, no Itaipava Shopping. Tel. (24) 2242-5711. <a rel="external" href="http://bordeauxvinhos.com.br">bordeauxvinhos.com.br</a></p><p><b>Casa dâAngelo:</b> Rua do Imperador 700, Centro. Tel. (24) 2242-0888.</p><p><b>Casa do Alemão:</b> Rua 16 de Março 138, Centro. Filiais no Quitandinha e em Itaipava. Tel. (24) 2242-4533. <a rel="external" href="http://casadoalemao.com.br">casadoalemao.com.br</a></p><p><b>Gehren</b><b>:</b> Rua Montecaseros 626, Centro. Tel. (24) 2231-8445.</p><p><b>Imperatriz Leopoldina:</b> Av. Koeler 376, Hotel Solar do Império, Centro. Tel. (24) 2103-3000. <a rel="external" href="http://solardoimperio.com.br">solardoimperio.com.br</a></p><p>Pão & Pão: Avenida Leopoldina 412, Nogueira. Tel. (24) 2221-1409.</p><p><b>Parrô do Valentim:</b> Estrada União e Indústria 10.289, Itaipava. Tel. (24) 2222-1281 <a rel="external" href="http://parrodovalentim.com.br">parrodovalentim.com.br</a></p><p><b>Pavelka</b>: Estrada Ayrton Senna 999, Quitandinha. Tel. (24) 2242-7990. <a rel="external" href="http://pavelka.com.br">pavelka.com.br</a></p><p>Recreio do Bacalhau: Rua Treze de Maio 195, Centro. Tel. (24) 2231-1180. <a rel="external" href="http://recreiodobacalhau.com.br">recreiodobacalhau.com.br</a></p><p>Vagão Beer & Food: Estrada União e Indústria 11.000, Shopping Estação Itaipava. Tel. (24) 2232-0015. <a rel="external" href="http://vagaobeer.com">vagaobeer.com</a></p>]]></description><pubDate>2012-05-18 18:55:30</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=817036&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/petropolis-cidade-imperial-capital-da-cerveja-4940563]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=817036&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/petropolis-cidade-imperial-capital-da-cerveja-4940563]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Um passeio num templo da cerveja em Amsterdã]]></title><description><![CDATA[<p>AMSTERDÃ - Sim, o chope na Heineken Experience, o novo museu na antiga cervejaria holandesa em Amsterdã, é servido gelado como no Brasil, e não na tradicional temperatura ambiente de muitos bares europeus. Mas cerveja gelada é apenas uma das muitas atrações do museu interativo, reinaugurado há três anos dentro da Heineken Brouwerij, a fábrica original, e que, ano passado, foi considerado pela revista "Time Out" como um dos melhores programas de Amsterdã. Sem dúvida, é um mais divertidos, mesmo para quem não bebe cerveja.</p><p>O museu existe há dez anos, na construção do século XIX onde a cervejaria, considerada um patrimônio local, funcionou até o final da década de 1980. Em 2008, foi fechado e passou por uma longa reforma, para se tornar mais interativo. São quatro andares de artefatos históricos, memorabilia, fotos e vídeos, que contam a história da fabricação da cerveja, mostrando desde como ela é feita até a sua distribuição pelo mundo. Funcionários estão espalhados pelas muitas salas para tirar dúvidas, contar curiosidades e deixar claro que a cor da cerveja é dourada e não amarela.</p><p>A duração do passeio, que inspirou o oferecido pela cervejaria Bohemia, em Petrópolis, depende do ritmo de cada um, mas em cerca de uma hora dá para conhecer toda a parte da fábrica aberta ao público, apreciar as primeiras garrafas, cartazes publicitários antigos e bolachas variadas com os diferentes logotipos da cervejaria, ver a sala com camisas de times de futebol europeus â a Heineken é um dos patrocinadores da Liga dos Campeões da Uefa â e ter uma boa ideia do processo de fabricação da cerveja â a fórmula da levedura, que é a mesma há 130 anos, foi criada por um aluno do cientista francês Louis Pasteur. O estábulo com cavalos, que até a década de 1960 puxavam as carroças com os barris de cerveja, também continua lá, com quatro animais. Pena que essa parte o visitante só vê do alto, através de um vidro.</p><p>Um dos pontos altos é a visita ao salão decorado com vitrais, onde ficam os gigantescos tonéis de cobre nos quais a cerveja foi feita por mais de um século. Antes de chegar ao lugar, o "coração da cervejaria", fotos antigas documentam todo o processo. O malte, por exemplo, chegava de barco. Mais adiante, um simpático filminho em 4D mostra o processo de fabricação da cerveja até ser engarrafada. Em seguida, os mais animados podem gravar um vídeo e postar nas redes sociais. Ao final, o chope incluído no ingresso é servido em um bar com um ótima conexão Wi-Fi e decorado com imagens do mundo inteiro, que vão se alternando nas telas. O Rio aparece muitas vezes, com cenas da Lapa, de Copacabana, da Baía de Guanabara...</p><p>A fábrica de verdade hoje funciona fora da cidade (diferentemente da antiga, que é bem central). Dá para pegar um barco no canal em frente ao museu para ir até lá, mas a única parte aberta a turistas é uma loja de mercadorias com o logotipo da cerveja. E, é claro, a Heineken Experience também tem uma loja.</p><p><b>Heineken Experience:</b> Diariamente, das 11h às 19h30m (última entrada às 17h30m). Ingressos: 17 euros (ou 15 euros, na compra antecipada online), com direito a dois chopes. Stadhouderskade 78, Amsterdam. <a rel="external" href="http://heinekenexperience.com">heinekenexperience.com</a></p><p><i>Esta reportagem foi publicada no vespertino para tablet O GLOBO A MAIS</i></p>]]></description><pubDate>2012-05-18 18:53:04</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=817037&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/um-passeio-num-templo-da-cerveja-em-amsterda-4940512]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=817037&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/um-passeio-num-templo-da-cerveja-em-amsterda-4940512]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Disney promove evento inspirado em âGuerra nas estrelasâ]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Fãs dos filmes da série âGuerra nas estrelasâ podem tirar a poeira de seus sabres de luz e reservar uma passagem não para um universo distante, mas para Orlando. Desta sexta-feira, 18 de maio, até 10 de junho o Walt Disney World recebe a edição anual do âStar Wars Weekendsâ. Sempre às sextas, sábados e domingos, personagens dos filmes estarão no Hollywood Studios, dividindo espaço com Mickey, Pateta e Pato Donald, numa ótima oportunidade para fãs de todas as idades tirarem fotos abraçados com wookies, ewoks e cavalheiros Jedi.</p><p>As criaturas imaginadas por George Lucas caminharão por todo o parque, mas um lugar servirá de base para elas, o simulador em 3D Star Tours â The Adventures Continue, reinaugurado no ano passado, e desde então uma das atrações mais concorridas do Hollywood Studios. Neste brinquedo, o visitante simula uma viagem a bordo de uma das naves, com cenários e situações que mudam a cada rodada.</p><p>O evento anual é a oportunidade dos fãs desfilarem com suas próprias fantasias, aumentar suas coleções e conversar com atores que participaram de filmes da série. Neste primeiro fim de semana, o ator Ray Park, que interpretou Darth Maul, no âEpisódio 1: A ameaça fantasmaâ, estará no parque. Já no fim de semana de 25 a 27 de maio, será a vez do ator Tom Kane, que dá voz a Mestre Yoda na série televisiva âStar Wars: Clone Warsâ. E Jake Lloyd, que deu vida ao jovem Anakin Skywalker no âEpisódio I: A ameaça fantasmaâ, será um dos presentes entre 1º a 3 de junho. A programação completa pode ser encontrada na <a rel="external" href="http://starwars.com/news/star_wars_weekends_2012_celebrities.html">página oficial da série</a>.</p>]]></description><pubDate>2012-05-17 19:44:12</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=815214&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/disney-promove-evento-inspirado-em-guerra-nas-estrelas-4929138]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=815214&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/disney-promove-evento-inspirado-em-guerra-nas-estrelas-4929138]]></link></item> <item> <title><![CDATA[American Airlines quer mais 17 voos para o Brasil ainda este ano]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - A American Airlines apresentou um requerimento ao Departamento de Transporte dos Estados Unidos para operar mais 17 voos semanais entre o Brasil e os EUA ainda este ano. Essas frequências serão usadas para aumentar os serviços de seus hubs de Miami e Nova York para destinos no Brasil. A companhia já possui 80 voos para o país.</p><p>A companhia pretende aumentar seu serviço atual entre Miami e Rio de Janeiro, acrescentando um segundo voo diário entre as duas cidades, a partir de 15 de dezembro. A oferta para São Paulo também aumentará consideravelmente. A companhia quer mais um voo diário entre Guarulhos e o aeroporto JFK, a partir de 1º de outubro. Antes disso, no dia 14 de junho, a American quer passar de sete para 12 voos semanais entre São Paulo e Dallas. Na mesma data, os voos Miami-Brasília e Miami-Belo Horizonte aumentarão de cinco e três vezes por semana, respectivamente, para voos diários.</p><p>Junho também deve marcar o início da operação de um voo entre Manaus e Miami. Saindo da cidade da Flórida, o voo diário para Recife e Salvador se desmembrará para cinco voos diretos semanais para cada uma destas capitais nordestinas.</p>]]></description><pubDate>2012-05-17 13:53:05</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=814307&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/american-airlines-quer-mais-17-voos-para-brasil-ainda-este-ano-4924691]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=814307&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/american-airlines-quer-mais-17-voos-para-brasil-ainda-este-ano-4924691]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novos destinos turísticos africanos disputam visitantes brasileiros]]></title><description><![CDATA[<p>DURBAN - Com um aumento no número de turistas brasileiros, chegando a 54 mil visitantes, no ano seguinte à explosão gerada pela Copa do Mundo de 2010, a África do Sul já não é mais um destino desconhecido. Durante a maior feira de turismo do continente, a Indaba, realizada semana passada em Durban, na África do Sul, operadores e agências brasileiras buscaram opções de passeios combinados.</p><p>Entre eles, a Tanzânia â do Monte Kilimanjaro, dos parques nacionais de Ngorongoro e Serengueti e vizinha do arquipélago semiautônomo de Zanzibar, no Oceano Índico â tem se destacado como tendência.</p><p>â A África do Sul já é um destino reconhecido por safáris, bem como o Quênia. A maioria quer esticar a viagem para um outro lugar. A Tanzânia ainda é mais rústica que estes dois países, com menos opções de hospedagem, porém, bem estruturadas â diz Leila Aube, operadora da Akilanga, fornecedora de serviços para agências brasileiras.</p><p>O grupo Planhotel inaugurou em março o Exploreans Ngorongoro Lodge, a 20 minutos dos portões de entrada do parque e próximo à cratera do vulcão com 600 metros de altura, maior símbolo da área. São 20 cabanas, com lareira. Piscina e spa completam a mordomia.</p><p>O mesmo grupo tem dois resorts em Zanzibar, um na costa leste, Diamonds Dream of Zanzibar, e outro na noroeste, Diamonds La Gemma DellâEst. Uma novidade no arquipélago é o Hideaway of Nungwi, ao norte, que abre ao público em outubro, com 170 suítes e spa de terapias asiáticas. Sua localização é um ponto chave: como é protegido das variações de marés que ocorrem em quase todo o litoral de Zanzibar, tem praia sempre. Já o The Residence, funcionando há pouco mais de um ano, é o único membro da associação The Leading Hotels of the World da região. São 66 vilas em 32 hectares, e spa com seis pavilhões de tratamento.</p><p><i>Fernanda Dutra viajou a convite do South African Tourism</i></p>]]></description><pubDate>2012-05-16 13:28:37</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=812246&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novos-destinos-turisticos-africanos-disputam-visitantes-brasileiros-4913950]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=812246&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novos-destinos-turisticos-africanos-disputam-visitantes-brasileiros-4913950]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Primavera com Monet no Jardim Botânico Brooklyn]]></title><description><![CDATA[<p>NOVA YORK - A recriação dos jardins de Giverny, que tanto inspiraram o pintor impressionista Claude Monet, no Jardim Botânico do Brooklyn, será uma das grandes sensações da primavera nova-iorquina deste ano, com inauguração no próximo dia 19. A exposição reúne réplicas de trechos do jardim preservado até hoje na França, uma mostra de fotos de Giverny nas quatro estações feitas por Elizabeth Murray e duas obras de Monet de coleções particulares (uma delas pertencente ao acervo da Universidade de Yale) que nunca tinham sido mostradas ao grande público nos Estados Unidos. A instituição desenvolveu ainda, em parceria com o museu Metropolitan, um aplicativo para iPhone que ajudará a guiar os visitantes, até outubro. Vale o passeio ao Brooklyn, ainda mais porque o próprio Jardim Botânico é encantador, um programa para o dia inteiro, com cerejeiras, jardins de rosas de fazer inveja aos ingleses e uma paz que dificilmente se encontra em Manhattan. Mas, se na agenda do turista não couber uma esticada até o Brooklyn, recomendo um piquenique no Sheep Meadow, no Central Park, reaberto após a longa temporada de inverno, quando o gramado precisa ser preservado. É fácil improvisar, porque há um café bem ao lado que vende sanduíches, saladas, sucos, cookies, tortinhas. E a imensidão do gramado do Sheep Meadow, onde nos primórdios criavam-se ovelhas, permite a sensação de estar cercado por Nova York, mas em outra dimensão. Algo parecido a estar na praia de Ipanema, com uma parede de prédios atrás, mas em contato com a natureza.</p><p><b>Comer e relaxar</b></p><p>Em época de temperaturas em alta, o Madison Square Park, com uma localização privilegiada para quem disseca os atrativos de Nova York (entre a Quinta Avenida e a Madison, na altura das ruas 23 a 26), é um oásis. E um oásis gastronômico, é bom que se diga. Arborizado e contemplado com a vista para o Flatiron, um dos edifícios mais elegantes e interessantes de Nova York, o Madison Square Park, uma praça repleta de flores na primavera, é um polo de delícias refrescantes. Comece pelos ceviches do restaurante peruano La Mar, ao convidativo preço de US$ 19 para uma degustação de três modalidades da iguaria. O almoço vai até as 14h30m. Depois, atravesse a praça rumo ao Eataly (fotos ao lado), nova referência da culinária italiana na cidade. Abra caminho entre a multidão e pegue o elevador para o terraço, onde a Birreria oferece cervejas de fabricação própria e deliciosos acompanhamentos. Encerre a tarde com um maravilhoso sorvete do Eataly. Mas, antes de voltar para o hotel, não deixe de dar uma olhada na loja da Marimeko, uma joia do design finlandês (bem ao lado do Eataly), onde poderá encontrar a lembrança perfeita de um dia inesquecível.</p><p><b>Klimtmania</b></p><p>A Galeria Neue se junta no próximo dia 24 à onda de celebrações dos 150 anos de nascimento do pintor Gustav Klimt. Dona do "Retrato de Adele Bloch-Bauer I", adquirido em 2006 por US$ 135 milhões, um recorde na época, a galeria abrirá em grande estilo seu acervo de pinturas e desenhos, além de exibir fotos inéditas do artista. Para acompanhar a "Klimtmania" que tomará Viena neste verão, a Neue promete uma torta especial em seu café e atrações inéditas na livraria e na loja de suvenires. A exposição estará aberta até 27 de agosto. Informações: <a rel="external" href="http://neuegalerie.org">neuegalerie.org</a>.</p><p><b>Tesouras novaiorquinas</b></p><p>Com os preços cobrados hoje nos salões de beleza no Rio, é o caso de o turista carioca se perguntar se não vale a pena dar um trato no visual durante a temporada em Nova York. Nem que seja pela graça de responder a um elogio, na volta, com um "Ah, fiz em Nova York". A revista "Time Out" da semana passada trouxe uma lista de salões onde se pode cortar o cabelo por menos de US$ 40, entre eles a rede Dramatics NYC, que cobra US$ 25 para lavar e cortar. Quem quiser investir mais tem a opção de salões de grife, como os da Aveda. Na filial do SoHo (Rua Vandam 20), lavagem, corte e escova com um profissional de primeira linha, como Jimmy Keaton, instrutor da Aveda para todos os EUA, custa US$ 140. E para quem não abre mão do toque brasileiro, uma dica: o Carlos Lobo Salon (46W da Rua 56, entre Quinta e Sexta) reúne talentos nacionais num ambiente simpático e a preços moderados.</p>]]></description><pubDate>2012-05-16 13:28:06</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=812247&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/primavera-com-monet-no-jardim-botanico-brooklyn-4913936]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=812247&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/primavera-com-monet-no-jardim-botanico-brooklyn-4913936]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Uma viagem de carro pelo Leste da Europa]]></title><description><![CDATA[<p>VIENA - Vagar por terras de culturas milenares e mudar de idioma a cada nova fronteira sem destino certo nem compromissos de horário a não ser consigo mesmo. Apenas um guia na mão e uma fantasia na cabeça: viver uma experiência de viagem singular. Se ontem impressionou o castelo medieval eslavo que divide a margem do Danúbio com prédios comunistas, hoje você prefere relaxar em termas neobarrocas num vibrante centro urbano; amanhã talvez queira degustar um bom vinho húngaro sob a vigília atenta de minaretes turcos. E nada das manjadas excursões de ônibus, com dia e hora marcados para tudo, nem do estresse com a segurança de aeroportos ou com malas pesadas em plataformas de trem. Um jeito fácil de curtir essa aventura? Sair de carro pelo Leste da Europa.</p><p><b>No aeroporto, dicas preciosas</b></p><p>A reserva do carro pode ser feita no Brasil, com uma agência ou pela internet. Optei por um modelo compacto, um Golf, confortável para duas pessoas e até quatro malas. Embora as locadoras orientem os clientes a apresentar carteira de habilitação internacional, a carteira brasileira e o passaporte foram aceitos.</p><p>Aliás, aeroporto é o lugar ideal para pegar o carro. Os funcionários geralmente estão treinados para dar informações úteis e essenciais aos clientes. Aluguei o carro no terminal de Viena da Avis, onde um simpático atendente polonês que falava espanhol, mostrando um mapa da região, me ensinou a operar o GPS, bússola mágica do nosso tempo, e explicou que cada país tem regras específicas na cobrança de pedágio.</p><p>Ao cruzar a fronteira austro-húngara compra-se um selo de autorização para circular pelas estradas da Hungria â chamado vignette ou matrica ao custo de 12 euros por semana e quilometragem livre. No país não há barreiras de pedágio.</p><p>Essa viagem foi feita em 14 diárias. A despesa total foi de 1 mil euros â cada diária custou cerca de 70 euros, incluindo-se aí aluguel e seguro, GPS, imposto, tanque de combustível cheio na devolução, além da taxa para deixar o carro em outro país, de preferência no aeroporto de onde seu próximo voo partirá.</p><p>Ao retirar o carro, ainda no aeroporto de Viena, o funcionário explica os limites para a entrada do carro nos países da região: é vetada a circulação por África, Turquia, todas as ex-repúblicas soviéticas e algumas nações da União Europeia como Grécia, Romênia e Bulgária. Ao sair pelas estradas da Áustria â ou de outros países da Europa Ocidental â em direção ao Leste, quem aluga um carro tem acesso livre à Eslováquia, Eslovênia, República Tcheca, Croácia, Polônia e Hungria. Juntas, estas nações conformam um palco com mais de 600 mil quilômetros quadrados, o equivalente às áreas dos estados de Rio, São Paulo, Paraná e Santa Catarina somadas. Um caldeirão histórico onde ocorreram alguns dos principais confrontos dos últimos dois mil anos, passando pelas dominações romana, mongol, turca, austro-húngara, dentre tantas outras, até chegarmos à disputa ideológica que pautou a vida no século XX: comunismo versus capitalismo.</p><p>Munido dessas informações, esboço a rota a ser percorrida: 14 dias, de Viena a Berlim, passando por Budapeste. Para se ter noção do trajeto, 250 quilômetros separam Viena de Budapeste, e outros 700, Budapeste de Berlim. Na altura de Viena, a A4 é a rodovia austríaca que dá acesso aos países da antiga Cortina de Ferro. Na primeira saída na estrada, as placas já anunciam duas cidades estrangeiras: Bratislava e Budapeste, capitais eslovaca e húngara, respectivamente.</p><p>A sensação de liberdade ao cair na rodovia é uma recompensa e tanto para quem organiza viagens desse tipo: destinos interessantes e relativamente próximos, sinalização e asfalto impecáveis, comidinha honesta de beira de estrada. Aliás, mal começou a jornada, e bateu aquela fominha? Logo à frente tem um posto AutoGrill, franquia italiana de restaurantes, com vários caminhões estacionados. Diz a sabedoria popular das estradas que se um restaurante atrai caminhoneiros é porque a cozinha é boa. Ótima oportunidade para se despedir da terra de Mozart com um wiener schnitzel (escalope de vitela ou porco empanado à moda vienense) acompanhado de salada de batatas e limão siciliano. Curiosidade politicamente incorreta: tinha vinho italiano e variada seleção de cervejas à venda para todos. Mas nenhuma bebida alcoólica foi cogitada no meu cardápio.</p><p>De volta ao carro, o GPS implora por um destino: escrevo Budapeste e o endereço do hotel reservado. Para espíritos mais aventureiros, que curtem desvendar caminhos com velhos mapas de papel, a falta de charme é compensado pela praticidade: o aparelho traça a rota em segundos, e tudo o que se tem a fazer é seguir os comandos de voz, disponíveis em vários idiomas, alguns modelos inclusive em português, com sotaque lusitano.</p><p><b>Hungria: da capital ao lago festeiro</b></p><p>Dirigir por uma metrópole como Budapeste exige bastante atenção num primeiro dia: além do fluxo de carros particulares e pedestres, há bondes, ônibus, ciclovias. Mas a sinalização clara permite ao motorista estrangeiro se habituar rapidamente às regras locais de trânsito. Ao longo da viagem, entrei e saí de cinco grandes centros â Viena, Budapeste, Bratislava, Praga e Berlim â, e em nenhum deles houve problemas para estacionar na zona central. Geralmente subterrâneos, os estacionamentos estão identificados pela letra "P", em azul e branco. Se for parar na rua, em áreas similares ao nosso Rio Rotativo, o equipamento eletrônico que emite o comprovante de pagamento geralmente traz explicações em inglês e alemão, além da língua local. Mas ninguém se daria ao trabalho e custo de alugar um carro só para aprender a estacionar em Budapeste ou Praga, certo? Então capriche na escolha â e mãos ao GPS!</p><p>Há uma infinidade de opções de trajeto que podem ser feitos numa viagem como essas. Mas suponho que este sirva de inspiração a quem vá fazer seu próprio roteiro pelo Leste da Europa de carro. Na Hungria, fugi do agito de Budapeste em direção a Eger, nordeste do país, para uma visita de três dias. Em menos de duas horas, passei por bucólicos campos de milho, girassóis ainda floridos e o trigo dourado à espera da colheita â a viagem foi realizada no auge do verão (cabe dizer que o roteiro pode ser feito em qualquer época do ano, uma escolha que depende apenas da estação de sua preferência). A pequena cidade de 60 mil habitantes surpreende por seu rico patrimônio cultural e arquitetônico. Abriga, por exemplo, o Castelo de Eger, de estilo medieval quando os mongóis o destruíram no séc. XIII e de estilo gótico quando os otomanos foram expulsos em 1552; um minarete turco, considerado o local mais setentrional a integrar o império otomano; a Igreja Minorita em estilo barroco de meados do séc. XVIII ou ainda a basílica neoclássica dos anos 1830.</p><p>Além dos marcos arquitetônicos, a lista de destaques tem outro requinte: trata-se da principal região vinícola do país, onde a denominação de origem "Sangue de Boi" (Bikavér) é motivo de orgulho nacional. Com razão: mesmo paladares mais exigentes, habituados à vinhos de qualidade degustarão esse tinto com grata surpresa.</p><p>Oposto a Eger, 100 quilômetros a sudoeste de Budapeste, fica o Lago Balaton, o maior em volume de água doce na Europa Central. Ali você não encontrará a mesma diversidade histórico-cultural de Eger, mas dificilmente ficará indiferente ao clima festeiro que domina sua orla durante o verão. Muitos jovens da Europa central vão para a principal cidade-resort do entorno, Siófok, cuja cena musical é tão vibrante que, há alguns anos, vem sendo considerada a "Ibiza do Leste". Em três dias, caso você se canse do som dos DJs, há uma grande variedade de opções de veraneio no entorno do lago: passeios de barco, pescarias, praia. Ou simplesmente a contemplação de um pôr do sol cinematográfico. Depois de setembro, a calma volta ao lugar, e o clima fica perfeito para quem dispensa agitação.</p><p>O caminho entre Visegrád e Esztergom é digno de um éden, com bosques verdejantes, hotéis rurais e a água cor de ardósia de um rio que tem fama de azul. A meia hora da capital húngara, suba o alto da colina onde estão as ruínas da cidadela de Visegrád, de fundação latina, e aprecie a espetacular vista sobre o Danúbio. Ou visite a célebre Basílica em Esztergom, cidade onde o imperador romano Marco Aurélio escreveu parte de suas reflexões filosóficas e que, entre os séculos X e XIII, foi morada da antiga realeza húngara. Há hotéis charmosos ao longo da margem direita, trilhas para quem gosta de se aventurar no mato, restaurantes escondidos em estradas vicinais, com especialidades locais de peixes, a preços mais razoáveis que os praticados no Brasil. Ou seja, mais três dias no mínimo. Se dali, você dirigir por mais uma hora, desta vez em direção ao oeste, verá propriedades rurais enfeitadas com o colorido de gerânios e begônias, antes de trocar de país mais uma vez.</p><p><b>Tríplice fronteira com cenário de 007</b></p><p>A capital da Eslováquia, Bratislava, com pouco mais de 400 mil pessoas, é relativamente pequena, mas conta com uma herança cultural robusta. O ideal é deixar o carro num estacionamento e se perder a pé pelas labirínticas ruas do centro histórico. Agora, sim, dá para tomar uma cervejinha sem riscos. Do Castelo de Bratislava, construção mais marcante da cidade, avistam-se terras da Áustria e da Hungria, na tríplice fronteira dos mundos eslavo, germânico e húngaro. A paisagem urbana é marcada pelo contraste entre as épocas em que se ergueram os edifícios: de um lado, torres medievais e exemplares arquitetônicos do gótico e do barroco delimitam seus territórios na parte antiga da cidade; do outro, a influência da ideologia comunista em blocos de concreto, os quais dão contorno aos prédios da época socialista. É uma visão tão eclética que sobra até espaço para os arranha-céus contemporâneos.</p><p>No dia seguinte, vale rodar mais dez quilômetros para conhecer o Castelo de Devín, na confluência dos rios Danúbio e Morava, cuja fundação remonta ao século IX. Enquanto os regimes do Leste estiveram de pé, toda a área era fortemente militarizada, pois se encontrava sobre a linha fronteiriça que dividia o continente. O colapso da Cortina de Ferro apagou essa presença. O conjunto está parcialmente em ruínas, mas um de seus palácios foi reconstruído e transformado em museu.</p><p>Refazendo as contas, faltavam duas noites para entregar o carro em Berlim. No entanto, dirigir pelos 550 quilômetros que separam Bratislava da capital alemã num único dia é sacrificante. Por isso, além de Praga, escolhi um ponto equidistante entre elas: as termas de Karlovy Vary na República Tcheca. Em menos de meia hora cruzo o que resta de Eslováquia. Nos campos domina a paisagem a palha do trigo recém-colhido, entre terras escuras e férteis preparadas para a semeadura. Deu vontade de comer algo leve na estrada? Um mercadinho de frutas à vista! Dois quilos de ameixas por um euro, baratas e gostosas. Após cruzar a fronteira, tive a impressão de que as estradas tchecas são um pouquinho melhores para trafegar que as eslovacas â embora as condições das vias na Eslováquia sejam muito boas, pois não tive problemas durante todo o passeio. A diferença é sutil, mas se deixa notar na qualidade do asfalto, na quantidade de pistas duplicadas e na sinalização.</p><p>Em Praga, uma única diária parecia pouco para o esplendor da capital tcheca. E é mesmo. Mas nosso objetivo era desbravar os interiores. Antes de voltar para a estrada, fiz um passeio matutino pelo belíssimo centro histórico da cidade, com trânsito fluido e bem sinalizado.</p><p>A fama de Karlovy Vary procede: a cidade é literalmente um cenário de cinema (e locação para "007 â Cassino Royale"). Aclamada internacionalmente por suas águas terapêuticas, seus hotéis e seus spas suntuosos, sem falar no licor Becherovka e nos cristais da Boêmia de marca Moser, a cidade oferece muitas possibilidades para relaxar, degustar e comprar. Daria fácil para ficar outro dia, mas Berlim nos aguarda.</p><p><b>Velocidade e cautela na autoestrada</b></p><p>Nunca fui muito fanático por velocidade, mas certamente a Autobahn, autoestrada federal alemã onde não há pedágios ou limites de velocidade, desperta o fetiche. Toda a prudência é recomendada e, embora a qualidade da pista e da sinalização seja excepcional, velocidades acima de 130 quilômetros por hora são bem arriscadas. Mesmo nesse nível, contudo, não é difícil um carro impaciente colar atrás de você, enviando sinais com o farol para ganhar passagem. Foi num clima de passeio no autódromo que encarei logo de manhã a jornada ao ponto onde entregaria o carro, o aeroporto Tegel, em Berlim. O trajeto à capital germânica foi feito em pouco mais de uma hora, ou seja, cheguei antes do meio-dia, com folga de oito horas para embarcar no voo de volta. Achei um desperdício não dar um último passeio. Em dez minutos, dei cara com o Portão de Brandemburgo â mais uma vez, com a ajuda do GPS. Estacionei o carro ao lado do Memorial aos Judeus Assassinados na Europa e visitei o monumento que ainda não conhecia. Caminhar entre os blocos do monumento causa impacto: eles oscilam de altura conforme a posição, lembrando um cemitério de lápides sem nomes, o que imprime maior dramaticidade à homenagem aos que foram mortos durante o Holocausto.</p><p>Após a participação especial no centro berlinense, era hora de voltar. O ideal é calcular três horas antes da partida do voo: uma para entregar tranquilamente o carro e outras duas horas para fazer o check-in na companhia aérea.</p><p><b>SERVIÇO</b></p><p><b>Hungria</b></p><p><b>Budapeste:</b> O hotel Marriott fica às margens do Danúbio, com estacionamento. Apaczai Csere Janos u. 4. Diárias a partir de 104,25 euros. <a rel="external" href="http://marriott.com/">marriott.com</a></p><p><b>Eger:</b> Kulacs Csarda Panzio (hotel rural), diárias a partir de 70 euros. 3.300 Eger, Szepasszony-volgy. <a rel="external" href="http://kulacscsarda.hu/">kulacscsarda.hu</a></p><p><b>Siófok:</b> Na região do Lago Balaton, o Villa Ricardo tem diárias a partir de 80 euros. Batthyany u. 48/B., 8600 Siófok. <a rel="external" href="http://riccardo.hu/">riccardo.hu</a></p><p><b>Esztergom:</b> No caminho para Bratislava, o Hotel Bellevue fica às margens do Danúbio. Diárias a 121 euros. Búbánatvölgy Ortorony u 49. <a rel="external" href="http://bellevuehotel.hu/">bellevuehotel.hu</a></p><p><b>República Tcheca</b></p><p><b>Praga:</b> Grand Hotel Bohemiam Diárias a 284 euros. Králodvorská 4. <a rel="external" href="http://grandhotelbohemia.cz/">grandhotelbohemia.cz</a></p><p><b>Karlovy Vary:</b> Royal Golf - Art Hotel, diárias a 155 euros. Cihelny 5. <a rel="external" href="http://royalgolf.cz%20/">royalgolf.cz</a></p>]]></description><pubDate>2012-05-14 12:21:12</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=808517&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/uma-viagem-de-carro-pelo-leste-da-europa-4892045]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=808517&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/uma-viagem-de-carro-pelo-leste-da-europa-4892045]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Aplicativo para celulares facilita o uso do metrô de Paris]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Aplicativo essencial para quem vai viajar para Paris: Guide Metro Paris, disponível para iPhone, iPod e celulares com sistema Android. Lançado no final do ano passado pela Fogdens Ltd., é gratuito, funciona off-line, e é facílimo de usar: basta escolher as estações de partida e chegada. O aplicativo seleciona a melhor rota, deixa claro onde você tem que trocar de linha e qual o tempo estimado de viagem. Se por acaso você estiver em algum lugar com conexão Wi-Fi, o Guide Paris identifica a estação de metrô mais próxima. Testamos durante duas semanas, e aprovamos. Outra dica, essa antiga, mas vale a pena lembrar: quem vai ficar pelo menos três dias na capital francesa deve comprar um <i>carnet de dix tickets</i>. Dez bilhetes de metrô adquiridos ao mesmo tempo têm preço unitário menor do que se forem comprados um a um.</p>]]></description><pubDate>2012-05-11 15:22:39</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=804865&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aplicativo-para-celulares-facilita-uso-do-metro-de-paris-4873136]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=804865&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aplicativo-para-celulares-facilita-uso-do-metro-de-paris-4873136]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Berlim terá novo aeroporto a partir de agosto]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Em agosto, Berlim ganha um novo aeroporto. O Brandenburg Airport substitui o Tegel e o Schönefeld, que vão ser fechados, e terá capacidade para 27 milhões de passageiros por ano, podendo chegar até 45 milhões. As companhias alemãs AirBerlin e Lufthansa pretendem aumentar a oferta de voos desde e para a capital alemã. O terminal abrirá com estação de trem (S-Bahn) municipal e regional (Deutsche Bahn). Outro destaque: o projeto é guiado pela ideia de "distâncias curtas", integrando áreas como o desembarque e a estação de trem. O aeroporto de Paris Charles de Gaulle também terá novidades em breve: está prevista para o segundo semestre deste ano a abertura de um novo terminal, chamado Satélite 4, com 16 portões de embarque, sendo sete para aviões de grande porte, concentrando as operações de tráfego europeu ali.</p>]]></description><pubDate>2012-05-11 15:10:07</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=804864&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/berlim-tera-novo-aeroporto-partir-de-agosto-4873004]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=804864&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/berlim-tera-novo-aeroporto-partir-de-agosto-4873004]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Diversão e adrenalina em Orlando fora dos parques temáticos]]></title><description><![CDATA[<p>ORLANDO - Está em busca de um roteiro radical em Orlando? Na terra ou no ar, a cidade apresenta boas opções de turismo de aventura como enfrentar a alta velocidade nas pistas de stock car do Richard Petty Driving Experience, simular um de salto em queda livre, no SkyVenture, ou experimentar voos de asa-delta, no Wallaby Ranch.</p><p>Se você gosta de alta velocidade e curvas perigosas, o programa é o <a rel="external" href="http://drivepetty.com">Richard Petty Driving Experience</a>. O local oferece uma pista de corridas para os visitantes testarem os 600 cavalos dos carros da Nextel Cup, um dos campeonatos promovidos pela Nascar. Há dois tipos de programas. Quem quiser pilotar um destes carros tem de ter no mínimo 18 anos e ter antes aulas com profissionais. Os preços variam entre US$ 450 e US$ 1.300, de acordo com o número de sessões e tipo de treino. Uma opção mais simples e barata (a partir de US$ 99) é percorrer a pista ao lado de um profissional. Macacão e capacete a postos, é só entrar no carro (pela janela) e colar no assento - sim, você é atado ao banco - enquanto o piloto pisa no acelerador. São três voltas e algumas curvas, as mais rápidas da sua vida.</p><p>Mas se você sempre quis fazer um voo duplo de asa-delta e nunca teve coragem de se jogar do alto de uma montanha, como o esporte é praticado no Rio, vai gostar do <a rel="external" href="http://wallaby.com">Wallaby Ranch Gliding Flight Park</a>. Como Orlando é uma cidade plana, o praticante e o instrutor ficam numa asa-delta que é puxada por um avião até atingir 610 metros de altura. Lá em cima, o cabo preso ao planador é solto, a asa-delta dá um ligeiro tranco e aí é só aproveitar o vento no rosto e a vista aérea da região. Os voos têm de dez a 20 minutos de duração e o pouso é bem tranquilo. O Wallaby Ranch oferece cursos, aluguel de equipamentos e hospedagem. O voo duplo custa US$ 175.</p><p>Aventura demais? Se prefere algo mais controlado, opte pelo <a rel="external" href="http://skyventure.com">SkyVenture Orlando</a>, que simula o momento de queda livre antes da abertura do paraquedas. Um grande túnel vertical de vento sustenta o turista no ar. Depois de devidamente instruído sobre o posicionamento do corpo, o visitante faz dois saltos de um minuto cada, que custam US$ 54,95. O pacote com dois saltos, um vídeo e fotos da experiência sai por US$ 109,95. </p>]]></description><pubDate>2012-05-09 21:44:13</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801425&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/diversao-adrenalina-em-orlando-fora-dos-parques-tematicos-4856803]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801425&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/diversao-adrenalina-em-orlando-fora-dos-parques-tematicos-4856803]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Uma seleção quase olímpica de pubs vizinhos aos locais dos Jogos]]></title><description><![CDATA[<p>LONDRES - Em tempo de Olimpíadas, todas as atenções se voltam para o distrito de East London, onde fica o Parque Olímpico. Mas em vez de entrar na arena pelo novo shopping Westfield e lá comer em uma das dezenas de lanchonetes de cadeia, que tal experimentar algum dos tradicionais pubs da região? Menos glamour e mais tipos de cerveja, jogos de dardos e a "comida de pub" estão em casa em espaços como o The Builders Arms, um dos preferidos dos operários que trabalham nas obras do grande evento. Seja para comemorar as vitórias ou chorar as derrotas, vale visitar esta seleção de pubs.</p><p><b>The Builders Arms.</b> No bairro de Kensington, a casa verde em estilo georgiano chama a atenção. Este pub tem churrasco aos domingos, Yorkshire pudding, oito tipos de chope e cervejas tipo ale da Sambrookâs Brewery, uma microcervejaria de Londres, e da Sharpâs, da Cornuália. 1 Kensington Court Place. Tel. (020) 7937-6213. <a rel="external" href="http://thebuildersarmskensington.co.uk/">thebuildersarmskensington.co.uk</a></p><p><b>The Bow Bells.</b> Dizem que assombrações dão descarga no banheiro feminino. Em um prédio laranja, tem karaokê, quizz nights, sinuca e transmissão de jogos de futebol. Duas boas escolhas de cerveja por lá: Toby Bitter e London Pride. 116 Bow Road. Tel. (020) 8981-7317.</p><p><b>The Little Driver.</b> O pub foi batizado assim por que era ali que as pessoas esperavam o trem da estação Bow Road. Além do ótimo serviço, tem um ambiente bem agradável, com ampla área aberta, candelabros e um espelho de antiquário da Hoareâs & Co Brewery, que dizem valer 15 mil libras. As porções são generosas (e gordas) e há uma boa variedade de (baratas) cervejas tipo premium lager e cask ale. 125 Bow Road. Bow. Tel. (020) 8980-9282.</p><p><b>The King Edward VII.</b> Este pub foi inaugurado em 1765 com o nome "Rei da Prússia". Durante a Primeira Guerra Mundial, mudou de nome por razões patrióticas em 1914. Tem nove tipos de chope e seis de cerveja engarrafada, boa carta de vinhos e um cardápio tradicional. 47 Broadway. Stratford. Tel. (020) 8534-2313. <a rel="external" href="http://kingeddie.co.uk/">kingeddie.co.uk</a></p><p><b>The Queenâs Head.</b> Os almoços são mais tranquilos, enquanto nos fins de semana há DJs e música ao vivo e karaokê. Boa opção de ales e comida barata. 5-7 West Ham Lane. Stratford. Tel. (020) 8536-1066.</p>]]></description><pubDate>2012-05-09 16:35:35</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801426&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/uma-selecao-quase-olimpica-de-pubs-vizinhos-aos-locais-dos-jogos-4853550]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801426&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/uma-selecao-quase-olimpica-de-pubs-vizinhos-aos-locais-dos-jogos-4853550]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Como curtir as Olimpíadas de Londres sem ingresso na mão]]></title><description><![CDATA[<p>LONDRES - Num universo de mais de 10 milhões de ingressos para os Jogos Olímpicos de Londres, os brasileiros já garantiram 30 mil e a expectativa é de que esse número bata os 50 mil tíquetes vendidos. Pode parecer pouco diante do total de unidades à venda, e é. No entanto, a torcida brasileira vem crescendo a cada edição das Olimpíadas: em Pequim (2008), foram 18 mil, em Atenas (2004), 12 mil e na Sydney (2000), 8 mil compradores. Mas, se você tem viagem marcada para Londres e não conseguiu ingressos, relaxe. Ainda é possível entrar no espírito olímpico. E de graça. Com um mapa da cidade nas mãos fica fácil escolher um lugar debaixo de sol ou chuva para ver pelo menos quatro provas: a maratona, a marcha atlética, o ciclismo de estrada e de contra-relógio.</p><p>O palácio de Hampton Court, ao sudoeste de Londres, é o ponto de partida e também de chegada da prova de ciclismo contra-relógio no dia 1º de agosto, uma quarta-feira. A corrida pode não ser uma das competições mais emocionantes â a cada intervalo de 90 segundos um ciclista dá a partida e todos os atletas correm para medir a melhor velocidade â mas o lugar... Hampton Court é uma atração que agrada adultos e crianças. A construção, que data de 1514, foi a residência de reis e rainhas, como Henrique VIII. Quem entra tem direito a escolher uma veste da nobreza para passear pelos muitos cômodos do palácio vestido a caráter. Dá para testar as cadeiras reais e imaginar o peso de uma coroa na sala de banquetes. Na ala sul, criada pelo arquiteto inglês Christopher Wren, em 1689, a arquitetura do castelo ganha outros tons e uma paisagem barroca. E os jardins, espetaculares, podem ser vistos a pé ou de carona numa simpática carruagem.</p><p>A prova de estrada do ciclismo também passará perto de Hampton Court. Mas outros pontos dessa competição que acontecerá nos dias 28 e 29 de julho, para homens e mulheres, oferecem o combo esporte e lazer. O circuito de 250 km para os homens e 140 km para mulheres começa e termina em The Mall, como é conhecida a avenida que margeia o St. Jamesâs Park e tem como ponto principal o Palácio de Buckingham. Os pelotões de atletas atravessarão a cidade mais uma vez em direção ao sul. Passarão pela Putney Bridge e, pedalando um pouco mais, atravessarão o segundo maior parque urbano do Reino Unido e o maior entre os parques reais, o Richmond Park. Os ciclistas seguem ainda mais ao sul, para depois retornarem ao centro de Londres. Além dos turistas, também estão sempre pela extensa área verde de Richmond, não exatamente para acompanhar a corrida, os veados vermelhos e gamos que circulam livremente entre as árvores centenárias do local. O portão do lado do bairro de Richmond dá acesso ao Pembroke Lodge & Gardens, um misto de restaurante e cafeteria instalado numa mansão de estilo georgiano. Uma boa parada para checar depois da passagem dos atletas. Por trás do café, à direita, os jardins levam ao monte do Rei Henrique, de onde se pode ver a catedral de St. Paul. Se o tempo permitir, claro.</p><p>Sobre a escolha dos locais das provas de ciclismo, distantes do centro de Londres e passando por condados como o de Richmond, o prefeito da cidade, Boris Johnson, disse:</p><p>â Assim todos os londrinos podem se contagiar com a vibração dos Jogos Olímpicos.</p><p>A marcha atlética e a maratona têm seus circuitos desenhados na região central de Londres. A primeira tem uma prova de 20 km e outra de 50 km de distância. Os atletas vão marchar: mulheres no dia 4 de agosto e homens no dia 11 do mesmo mês. Eles vão e voltam por um percurso de dois quilômetros entre o Green Park e o St. Jamesâs Park. Dá para tomar um refresco no parque e espiar a prova ao mesmo tempo.</p><p>Foi em Londres que nasceu a distância oficial da maratona: 42.195 metros. Os 195 a mais foram acrescentados em 1908 quando a cidade sediou as Olimpíadas pela primeira vez, para que as crianças da família real pudessem saudar os atletas da varanda do Castelo de Windsor. Dessa vez, a maratona não irá até Windsor, mas passará por Buckingham. E também pela Torre de Londres e pela Catedral de St. Paul e pelo Parlamento. A prova feminina será no dia 5 de agosto e a masculina encerra os Jogos Olímpicos, no dia 12 do mesmo mês.</p><p>Se, por fim, ainda sobrar fôlego para as compras, o novo shopping da região de Stratford â o segundo maior da Europa â é vizinho do Parque Olímpico. Da área externa, é possível tomar seu isotônico vendo o Parque Aquático e outras instalações.</p><p><b>Britânicos de braços abertos</b></p><p>A Grã-Bretanha convida, os brasileiros aceitam e os britânicos comemoram. Em 2011, os visitantes do país deixaram 200 milhões de libras (cerca de R$ 575 milhões de reais) para a economia britânica e, de quebra, bateram um recorde: 267 mil turistas, um aumento de 51% em relação ao número de 2010. Só faltou a medalha de ouro.</p><p>Para Robin Johnson, que acaba de deixar a gerência do Visit Britain para a América Latina para assumir a chefia de mercados internacionais do órgão, a expectativa de visitantes do Brasil durante os Jogos é grande.</p><p>â Esperamos 40 mil brasileiros para as duas semanas das Olimpíadas. De um lado, virão os profissionais que querem ver como um evento desse porte é realizado, de outro, virão aqueles que querem curtir as competições â disse Johnson. â Os britânicos vão recebê-los de braços abertos.</p><p>Não por acaso, o órgão oficial de turismo do governo britânico, Visit Britain, aproveitou o carismático príncipe Harry para divulgar a campanha "Great" durante sua visita ao Brasil em fevereiro. Focada na cultura, no patrimônio e nas paisagens da Grã-Bretanha, essa estratégia de marketing está presente em outras 14 grandes cidades, além do Rio de Janeiro e de São Paulo, mercados de importância turística para o país. Foram investidos 127 milhões de libras (R$ 365 milhões) e o primeiro balanço da campanha só será divulgado no próximo mês.</p>]]></description><pubDate>2012-05-09 16:21:41</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801427&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/como-curtir-as-olimpiadas-de-londres-sem-ingresso-na-mao-4853373]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=801427&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/como-curtir-as-olimpiadas-de-londres-sem-ingresso-na-mao-4853373]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Cariocas têm cinco novos postos para emitir o Certificado Internacional de Vacinação]]></title><description><![CDATA[<p> RIO - Documento obrigatório de entrada em países como África do Sul e China, o Certificado Internacional de Vacinação agora pode ser emitido em cinco novos endereços no Rio de Janeiro, nas zonas Sul, Norte e no Centro. Este documento segue um padrão reconhecido internacionalmente, que comprova que o passageiro está vacinado contra a febre amarela. Até então, o único local que oferecia o serviço era um posto no Aeroporto Internacional Galeão.</p><p>- Estamos consolidando, cada vez mais, uma política de descentralização da emissão desse documento internacional de saúde com o objetivo de facilitar a vida dos brasileiros que desejam se deslocar para o exterior - explica o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.</p><p>Para obter o Certificado Internacional de Vacinação, é preciso comparecer pessoalmente a um dos postos de emissão, munido do cartão nacional de vacina completamente preenchido e sem rasuras. O viajante deve ter sido vacinado no mínimo dez dias antes da viagem.</p><p><b>Confira os endereços, telefones e horários de funcionamento das unidades que emitem o certificado:</b></p><p><b>Centro Especial de Vacinação dr Álvaro Aguiar.</b> Rua Evaristo da Veiga 16, Centro. De segunda a sexta-feira, de 8h às 20h; aos sábados, de 8h às 12h.</p><p><b>CSF Rinaldo de Lamare.</b> Avenida Niemeyer 776, São Conrado. De segunda a sexta-feira, de 8h às 17h. Tel. 3324-2487.</p><p><b>CMS Píndaro de Carvalho Rodrigues.</b> Rua Padre Leonel Franca s/n, Gávea (ao lado do Planetário). De segunda a sexta-geira, de 8h às 17h. Tel. 2274-2989/2274-2932.</p><p><b>CSF Felippe Cardoso.</b> Av. Nossa Senhora da Penha 42, Penha. De segunda a sexta-feira, de 8h às 17h. Tel. 3977-7612.</p><p><b>CMS Milton Fontes Magarão.</b> Rua Amaro Cavalvanti 1387, Engenho de Dentro. De segunda a sexta-feira, de 8h às 17h. Tel. 3111-6710/3111-6709.</p>]]></description><pubDate>2012-05-03 17:00:28</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=791051&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cariocas-tem-cinco-novos-postos-para-emitir-certificado-internacional-de-vacinacao-4801677]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=791051&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cariocas-tem-cinco-novos-postos-para-emitir-certificado-internacional-de-vacinacao-4801677]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Férias com troca de casa. Topa?]]></title><description><![CDATA[<p>PARIS - Como assim, troca de casas? Essa foi a pergunta mais ouvida por mim nos últimos dois meses, desde que resolvi me aventurar pela França fazendo uma espécie de intercâmbio de apartamentos, sem nenhum custo pela hospedagem. Assim como no filme "O amor não tira férias", em que as personagens interpretadas por Cameron Diaz e Kate Winslet se candidatam a férias em casas de desconhecidos, eu e meu namorado buscamos sites especializados na experiência. E, claro, com a dúvida: será que vale a pena? Minha resposta é sim, depois de 23 dias na casa de um médico, no Marais, bairro descolado de Paris. Detalhe: sem pagar nada â e economizando cerca de R$ 5 mil. Em meio às buscas, encontrei o site Home For Exchange, uma espécie de rede social para trocas de imóveis por temporada e o mais europeu no quesito. Nele, você faz um perfil do imóvel, suas características básicas, e descreve o entorno onde vive. Coloca fotos, vídeo e também um pequeno relato sobre os donos e seus interesses. Pode incluir também uma lista de restrições, como ânão fumantesâ.</p><p>Caprichei nas fotos, deixando meu quarto-e-sala na divisa entre Ipanema e Copacabana sem nada fora do lugar. Fiz também um filme caseiro, com direito a "Ela é carioca" na trilha sonora. E, a partir daí, estava apta a enviar mensagens para outros perfis, sugerindo a troca para março deste ano. A inscrição no site custa US$ 59 por um ano. Cadastrada a casa, listei três locais de maior interesse para troca, mas é comum ver vários perfis com a opção "surpreenda-nos". A primeira semana foi frustrante e muitos me responderam com mensagens de que não estavam disponíveis para a troca naquele período. Após quinze dias de perfil ativo, comecei a receber as primeiras ofertas.</p><p>A negociação pode ser comparada a um "namoro virtual". Você espera ansiosamente pelos e-mails, tem dúvidas, fica nervoso na hora do encontro por webcam e sempre tem vontade de conversar mais. Isso porque há medo de ambas as partes â todos querem que suas casas fiquem perfeitas. Mas, embora haja essa apreensão inicial, é um processo interessante, rico em trocas culturais. A primeira aconteceu com um casal de meia idade, disponível no mesmo período que nós, e ainda sugerindo uma semana em Biarritz, no sudoeste da França. Parecia perfeito. A partir daí, trocamos e-mails durante duas semanas â a ponto de concordar de cuidar do gato da família estrangeira e a emprestar também os carros. Quando estávamos definindo as datas de chegada e saída, fui surpreendida por uma mensagem deles: "Tivemos um problema de família e a troca não será mais possível". É claro que foi um balde de água fria. E, como em um namoro, rompemos.</p><p>Começamos a pesquisa novamente. Enviamos e-mails para diversos perfis com a proposta: Quer vir para o Rio em março? Mas só recebemos negativas. Até que cerca de duas semanas depois, quando eu já estava desesperançosa, surgiu uma nova mensagem. Era um casal jovem, de cerca de 30 anos, interessado em férias no Brasil, na mesma data.</p><p>Novamente, iniciamos o processo de conversas por e-mail, mas como o nosso tempo estava curto, marcamos dois bate-papos pelo Skype. Foi uma ótima forma de conhecer o casal, perceber seus interesses e ter mais confiança para concretizar o intercâmbio. Prova disso foi que, num desses encontros virtuais, o casal francês sugeriu a assinatura de um termo de compromisso, disponível no próprio Home For Exchange, o que nos deixou ainda mais seguros. Chegamos, inclusive, a comprar as passagens aéreas no mesmo dia, para evitar qualquer desencontro.</p><p>Viajei apreensiva com o que ia encontrar em Paris. Embora as fotos postadas no site fossem de um ótimo imóvel, pensei, claro, que aquilo poderia também se tratar de um golpe. Já tinha um plano B caso o apartamento sequer existisse: reduziria os dias de viagem e ficaria num hotel.</p><p>Optamos por deixar as chaves com o porteiro de nosso prédio, e acionamos um vizinho para auxiliá-los na chegada. Deixamos uma cesta de frutas tropicais na mesa com uma mensagem de boas-vindas.</p><p>Já o casal de lá preferiu se dividir, e o rapaz veio antes para o Brasil â acho que com a mesma desconfiança. Ele deixou um manual de instruções da casa e um foie gras de cortesia na geladeira. Na chegada, fomos surpreendidos positivamente. O imóvel era maior do que parecia nas fotos e exatamente como tinham descrito. A recepção foi feita pela francesa, que nos explicou o funcionamento dos aparelhos elétricos, como acender a lareira, ligar a banheira e descartar o lixo. Confesso que nesse momento fiquei um pouco assustada e me perguntei: Por que fui inventar essa história? Vou estragar tudo isso e ter um prejuízo danado. Era tensão de iniciante.</p><p><b>Os prós e os contras da troca de imóvel para passar as férias</b></p><p>Para quem gosta de ter contato com as pessoas do país, certamente trocar de casa é uma boa opção. Isso porque durante toda a viagem tivemos a oportunidade de conversar com vizinhos â curiosos com a nossa presença. E, diferentemente de se alojar em um hotel, estabelecemos nossa rotina ao passeio, sem hora para o café da manhã, check-in e check-out. Fizemos compras de alimentos em feiras locais, cozinhamos em casa alguns dias, acendemos a lareira e assistimos filmes franceses logo depois de visitar os pontos turísticos. Coisas que num hotel não teriam o mesmo conforto.</p><p>Mas, definitivamente, o mais interessante desse intercâmbio foi a consultoria personalizada que o próprio casal francês nos ofereceu. Todos os dias, eles nos enviavam e-mails, interessados em nos "deixar em casa". Graças a esse contato, visitamos pontos não turísticos, como ruelas, cafés e casas noturnas, que entraram na nossa lista de pontos favoritos de Paris. E respondemos com reciprocidade, indicando cantinhos do Rio para a dupla.</p><p>Já no 20 dia de viagem recebemos um e-mail nada agradável: eles tinham perdido a chave de nosso apartamento na praia. Não sabiam dizer se haviam sido furtados ou se deixaram cair na areia. E não havia nenhuma chave sobressalente. Indicamos a eles um chaveiro e avisamos que não seria um serviço barato. O incidente foi resolvido, mas sem dúvidas, trouxe preocupação durante as férias.</p><p>Por isso, recomendo que todos interessados em trocas pensem em possíveis imprevistos e deixem alguém de prontidão para auxiliar os visitantes. No nosso caso, o meu vizinho, Carlos, que fala inglês fluentemente, foi avisado sobre possíveis abordagens, em caso de "emergência". Foi ele quem ajudou o casal logo que chegaram apavorados da praia. Carlos acionou o chaveiro, negociou preços e minimizou as dificuldades para nossos hóspedes. Isso, com certeza, nos tranquilizou naquele dia.</p><p>A segunda pergunta que me fizeram durante o último mês foi: "E a sua casa, como ficou?". Deu tudo certo. Cheguei ao apartamento e dei aquela conferência geral. Vi que tudo estava no seu lugar, limpinho e organizado. Fiz questão de fazer o mesmo, e deixar o espaço de Thomás exatamente como encontrei. Sim, fiz faxina no último dia, o que pode ser considerado um ponto negativo da troca. Mas não acho tão grave assim.</p><p>O retorno ainda foi marcado por um encontro com nossos anfitriões-hóspedes. O casal francês ainda estava na cidade, em um hotel em Santa Teresa. E, finalmente, após a troca de mais de cem e-mails com Thomás, conhecemos o rapaz.</p><p>â É estranho, não é? Parecemos tão próximos, mas nunca tínhamos nos visto â disse ele.</p><p>Sim, mas acho que esse foi o segredo para tornar o intercâmbio tão peculiar e interessante. Além da hospedagem gratuita, fizemos amigos.</p><p><b>Prepare sua casa</b></p><p><i>Pontos positivos</i></p><p>* Ficar em casa de gente local</p><p>* Hospedagem gratuita</p><p>* Café da manhã no seu horário</p><p>* Internet grátis</p><p>* Contato com as pessoas e a rotina do país</p><p>* Cozinhar em casa</p><p><i>Pontos negativos</i></p><p>* Preocupação com a casa do outro</p><p>* Limpeza da casa</p><p>* Possíveis danos em sua própria casa</p><p><i>Dicas</i></p><p>* Escolha um imóvel com donos de perfil parecido com o seu</p><p>* Troque o máximo de informações sobre a área antes da troca</p><p>* Marque uma videoconferência com as partes envolvidas</p><p>* Faça um contrato com as regras da troca</p><p>* Deixe alguém conhecido para receber o hóspede em sua casa</p><p>* Faça um manual de instruções sobre os aparelhos domésticos</p><p>* Liste a rotina do prédio, como local de despejo de lixo, horário para festas</p><p>* Deixe cópia da chave com alguém próximo</p><p>* Avise os vizinhos sobre a presença de estranhos em sua casa</p><p><i>Os sites</i></p><p><a rel="external" href="http://homeforexchange.com">homeforexchange.com</a></p><p><a rel="external" href="http://trocadecasa.com">trocadecasa.com</a></p><p><a rel="external" href="http://quickhome.com">quickhome.com</a></p><p><a rel="external" href="http://homelink.com">homelink.com</a></p><p><a rel="external" href="http://swittchhome.com">swittchhome.com</a></p><p><a rel="external" href="http://globalfreeloaders.com">globalfreeloaders.com</a></p><p><a rel="external" href="http://mindmyhouse.com">mindmyhouse.com</a></p><p><a rel="external" href="http://exchangehomes.com">exchangehomes.com</a></p><p><a rel="external" href="http://exchangehomes.com">exchangehomes.com</a></p>]]></description><pubDate>2012-04-26 19:45:20</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=777483&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/ferias-com-troca-de-casa-topa-4748154]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=777483&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/ferias-com-troca-de-casa-topa-4748154]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Quando custar pouco e ser moderno é Pop]]></title><description><![CDATA[<p>BUENOS AIRES - Hospedar-se num hotel fashion portenho pode custar bem menos do que se imagina. Uma das opções modernas e econômicas da capital argentina é o Pop Hotel, o primeiro "budget boutique hotel" da cidade. Com uma diária de US$ 90, que inclui café da manhã, o Pop oferece os mesmos serviços que a maioria dos hotéis de Buenos Aires e uma localização muito interessante, sobretudo para quem gosta de estar longe do centrão. Ele fica no bairro de Villa Crespo, vizinho do charmoso Palermo, e bem perto da chamada região dos outlets portenhos, ideal para fazer ótimas compras sem gastar muito dinheiro. Os quartos com as tarifas mais econômicas têm 24 metros quadrados, cama queen size (ou duas camas twin), televisões de LCD, ar-condicionado e wi-fi. O hotel oferece serviço de lavanderia, transfer de chegada e saída e áreas de recreação, como o "library lounge", um espaço reservado para ler jornais, livros e revistas, e o "movies lounge", para ver filmes e TV. O Pop também tem um ótimo business center, para quem precisar trabalhar ou usar um computador. O bairro escolhido pela rede Own para inaugurar seu primeiro hotel "low budget" na Argentina é um dos mais procurados pela classe média portenha. Ruas arborizadas, muito transporte público (metrô e ônibus), restaurantes, cafés e lojas de roupas em liquidação. O hotel fica na Rua Juan Ramírez Velazco 793. Reservas podem ser feitas pelo telefone 4776-6900 ou o e-mail reservations@pophotelsbuenosaires.com. Mais informações no site <a rel="external" href="http://pophotelsbuenosaires.com">pophotelsbuenosaires.com</a></p><p><b>Teatro: Aleandro vive Callas.</b> A atriz Norma Aleandro, protagonista de filmes famosíssimos como "A história oficial", um clássico do cinema argentino, acaba de estrear uma nova peça de teatro em Buenos Aires. Trata-se de Master Class, um tribuno a Maria Callas, em cartaz no teatro Maipo. A crítica tem sido muito boa e quem viu garante que a atriz está em seu melhor momento. O teatro fica na Rua Esmeralda 443. Telefone: 4322-4882.</p><p><b>Exposição: homenagem aos desaparecidos.</b> Até o próximo dia 22 de abril, a mostra "Memória coletiva, a arte como impugnação do silêncio" estará no Palais de Glace, um dos centros culturais do bairro da Recoleta. As imagens de presos políticos desaparecidos durante a última ditadura (1976-1983) foram elaboradas por dezenas de pessoas que participaram de um processo artístico que inclui conversas com familiares das vítimas. Cada imagem foi construída com pequenos quadradinhos pintados de diferentes cores. Um dos homenageados é o jornalista e escritor Rodolfo Walsh, ícone da resistência ao governo militar. O museu fica na Rua Posadas 1725, e o telefone para mais informações é o 4804-1163.</p><p><b>Moda: inverno fashion.</b> No ano passado, a jornalista argentina Natalia Donato decidiu iniciar uma aventura no mundo da moda e assim nasceu a Renuka, uma grife de roupa tecida a mão e que neste inverno lançou uma coleção de casacos lindíssimos e muito originais, a preços bastante razoáveis. Quem estiver interessado pode visitar o showroom da marca, que fica na Rua Charcas 4312, apartamento 1-B, em Palermo, bem pertinho da estação de metrô Pacífico, da linha D. Ele fica aberto às quartas e quintas das 15h às 20h. Se possível, sempre é melhor confirmar primeiro por telefone: 155-982-8614.</p>]]></description><pubDate>2012-04-17 13:28:24</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=761722&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/quando-custar-pouco-ser-moderno-pop-4669093]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=761722&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/quando-custar-pouco-ser-moderno-pop-4669093]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Cinco voos entre São Paulo e Madri pela Iberia são cancelados]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Agendadas para esta segunda-feira, dia 16, e os próximos dias 20 e 23 de abril, as paralisações de pilotos da companhia aérea espanhola Iberia já resultaram no cancelamento de centenas de voos. A partida desta tarde, de São Paulo a Madri (IB 6824), está entre os afetados. Nos dias 20 e 23, os voos IB 6821 (Madri-São Paulo) e IB 6820 (São Paulo-Madri) também foram cancelados. Os voos que saem e chegam no Rio de Janeiro não foram afetados. No entanto, caso o destino final não seja Madri, é necessário conferir se os voos de conexão não foram também cancelados. A lista completa dos voos afetados, em pdf, pode ser vista clicando nos links: <a rel="external" href="http://grupo.iberia.es/content/GrupoIberia/Noticias/Sala%20de%20Prensa/2012/documentos/Vuelos%20cancelados%2016%20April-English.pdf">dia 16</a>, <a rel="external" href="http://www.iberia.com/ibcomv3/content/COMUN/PDF/st_20apr_eng.pdf">dia 20</a> e <a rel="external" href="http://www.iberia.com/ibcomv3/content/COMUN/PDF/st_23apr_eng.pdf">dia 23</a>.</p><p>Desde o dia 9 de abril, pilotos da companhia aérea espanhola Iberia têm feito paralisações agendadas. Os pilotos programaram cerca de 30 greves contra a criação da unidade de baixo custo, Iberia Express.</p>]]></description><pubDate>2012-04-16 11:14:55</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=759491&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cinco-voos-entre-sao-paulo-madri-pela-iberia-sao-cancelados-4658158]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=759491&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cinco-voos-entre-sao-paulo-madri-pela-iberia-sao-cancelados-4658158]]></link></item> <item> <title><![CDATA[As melhores datas para visitar o maior jardim de flores da Holanda]]></title><description><![CDATA[<p>A chegada da primavera foi comemorada com a abertura, dia 22 de março, do jardim de flores de Keukenhof, a 35 minutos de Amsterdã, na Holanda. São sete milhões de botões de flores, sendo 4,5 milhões de tulipas em mil variedades â os jardins, exibições paralelas e concertos vão homenagear a Polônia nesta 63ª edição do evento.</p><p>Quem está com viagem marcada deve guardar duas datas especiais: dia 21 de abril há a parada das flores, que passa por dentro do parque com 20 carros alegóricos decorados por milhões de flores; e entre 10 e 20 de maio funciona um pavilhão com 30 mil lírios em centenas de variedades. O jardim funciona até dia 20 de maio. Os ingressos para adultos custam 14,50 euros. Outras informações: <a rel="external" href="http://keukenhof.nl/">keukenhof.nl</a>.</p>]]></description><pubDate>2012-04-13 19:19:10</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=755025&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/as-melhores-datas-para-visitar-maior-jardim-de-flores-da-holanda-4643448]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=755025&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/as-melhores-datas-para-visitar-maior-jardim-de-flores-da-holanda-4643448]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Serviço de bordo gratuito é suspenso em 180 voos da Gol]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Amendoim e refrigerante de cortesia em voos da Gol são coisa do passado. Pelo menos nos 180 voos que já possuem opção de lanches e bebidas pagos à parte. Até o final do primeiro semestre de 2012, a companhia espera implementar esse modelo em todas as rotas com mais de 1h15m de duração. A medida da suspensão do serviço de bordo gratuito em rotas onde se pode pagar por ele foi anunciada pela companhia aérea dias depois do desligamento de 205 funcionários.</p><p>Desde o dia 16 de março, passageiros de rotas como Rio - Fortaleza e São Paulo - Recife que queiram um copo de refrigerante ou suco, por exemplo, precisam pagar R$ 5, mesmo preço cobrado por snacks antes oferecidos gratuitamente, como batatas fritas industrializadas e amendoins. O valor de um sanduíche é R$ 12 e um combo, com sanduíche e bebida fria, custa R$ 20. De graça, só água sem gás, se o passageiro pedir um copo. O serviço em voos curtos, como a Ponte Aérea e Rio - Belo Horizonte, não sofrerá alteração.</p><p>Esse é foi o primeiro passo de um projeto da empresa que prevê que, até o fim do semestre, todos os voos com mais de 1h15m de duração contem apenas com o serviço de bordo pago. A companhia, pioneira no Brasil do modelo âlow costâ (de baixo custo operacional e tarifas mais competitivas), seguindo passos de empresas americanas e europeias, como Ryan Air e Easy Jet, implementou o sistema de alimentação paga separadamente em 2009.</p><p>Os pagamentos devem ser realizados a bordo, durante o voo e por enquanto só podem ser feitos em dinheiro (em real). Mas a companhia estuda como permitir o pagamento com cartão de crédito.</p>]]></description><pubDate>2012-04-12 17:58:27</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=753424&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/servico-de-bordo-gratuito-suspenso-em-180-voos-da-gol-4630097]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=753424&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/servico-de-bordo-gratuito-suspenso-em-180-voos-da-gol-4630097]]></link></item> <item> <title><![CDATA[âGladiadoresâ são proibidos de trabalhar em frente ao Coliseu]]></title><description><![CDATA[<p>ROMA - Os gladiadores romanos têm enfrentado uma dura batalha. A prefeitura de Roma proibiu os homens que ficam em frente ao Coliseu, vestidos a caráter para tirar fotos com os turistas por dinheiro, de trabalhar ali. Nesta quinta-feira, dia 14, alguns deles protestaram em frente ao ponto turístico e foram reprimidos por policiais. Os gladiadores alegam que estão há décadas fazendo isso e que âacrescentam à atmosferaâ do Coliseu.</p><p>Apesar dos protestos, a prefeitura informou que não vai ceder às pressões. Na semana passada, uma blitz chegou a multar os gladiadores por não terem autorização válida para trabalhar.</p>]]></description><pubDate>2012-04-12 15:56:40</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=752798&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/gladiadores-sao-proibidos-de-trabalhar-em-frente-ao-coliseu-4628457]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=752798&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/gladiadores-sao-proibidos-de-trabalhar-em-frente-ao-coliseu-4628457]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Museu de história americana lança exposição âAmerican Storiesâ]]></title><description><![CDATA[<p>WASHINGTON, D.C. - Os sapatinhos vermelhos de Dorothy, personagem do clássico âO Mágico de Ozâ, voltaram à cena no <a rel="external" href="http://americanhistory.si.edu/">National Museum of American History</a>. A casa do Instituto Smithsonian abre nesta quinta-feira, dia 12 de abril, a exposição âAmerican Storiesâ, que traz objetos icônicos da cultura pop junto a outros datados da chegada dos peregrinos em 1620. A nova cronologia parte dos primeiros encontros entre europeus e nativos americanos até a eleição presidencial de 2008.</p><p>Os sapatinhos de Dorothy, de 1939, ajudam a ilustrar a emergência da cultura pop americana. Outras seções vão explorar a fundação do país, o crescimento econômico, inovações e a sociedade contemporânea. A bengala de Benjamin Franklin e o telefone de Alexander Graham Bell também estarão à vista.</p><p>Esta é também a primeira grande exposição do museu com tradução para o espanhol.</p>]]></description><pubDate>2012-04-11 18:38:42</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=751834&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/museu-de-historia-americana-lanca-exposicao-american-stories-4620430]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=751834&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/museu-de-historia-americana-lanca-exposicao-american-stories-4620430]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Olhar marcante sobre as mulheres no MoMA]]></title><description><![CDATA[<p>NOVA YORK - Uma das mais arrebatadoras exposições que vi em quase dois anos em Nova York fica até 11 de junho no Museum of Modern Art (MoMA): a retrospectiva da obra da fotógrafa Cindy Sherman. Em 171 trabalhos que percorrem toda a sua carreira, desde os anos 1970, a mostra revela um olhar para lá de interessante sobre a condição da mulher na sociedade pós-moderna. A exposição é surpreendente mesmo para quem conhece bem a produção de Cindy Sherman, recuperando a série completa âUntilted film stillsâ (1977-80), em preto e branco, uma preciosidade. A linha do tempo segue para os âretratos históricosâ dos anos 1990, brincando com as referências dos grandes mestres da pintura (todos homens), e chegando aos monumentais retratos da sociedade produzidos pela artista na década passada. Esses âsociety portraitsâ viraram imagens que me perseguem pelas ruas de Nova York, como se as mulheres retratadas por Cindy Sherman estivessem saindo dos prédios elegantes da Quinta Avenida ou da loja de departamentos de luxo Bergdorf Goodman. Vale a pena percorrer a exposição com calma, uma e outra vez, de trás para frente, para apreciar a evolução do olhar. O MoMA está sempre repleto de atrações, mas esta é especial.</p><p><b>Sabor brasileiro</b></p><p>Uma dica que não é só para quem sente falta de pão de queijo e feijão preto quando viaja ao exterior. O Café Brasilina, inaugurado há quatro meses na Nona Avenida (entre as ruas 54 e 55), já se transformou num ponto de encontro de brasileiros e estrangeiros apreciadores da nossa culinária. A chef Mariana Bull mostra talento em um cardápio variado, que vai dos petiscos à feijoada, passando por costela assada, camarão na moranga e o corte de carne mais assemelhado à picanha que se pode encontrar nesta latitude. Os drinques, com receitas criativas de caipirinha, são uma atração à parte. O Brasilina é uma boa pedida para quem quer oferecer uma amostra do Brasil a amigos ou sócios gringos.</p><p><b>O cachorrinho tem telefone?</b></p><p>Se esse negócio ainda não existe em Nova York, precisa ser criado: o aluguel de cães para passear. Dou meu testemunho de que sair com um cachorro muda completamente a interação social com os nova-iorquinos. É um quebra-gelo de eficiência incontestável. A conversa começa com aquelas perguntas clássicas sobre nome, idade (do cão, naturalmente) e pode enveredar para moda, política, cotações da Bolsa, as melhores liquidações, qual o melhor programa para o fim de semana. Não há roupa ou atitude que faça uma pessoa se sentir mais nova-iorquina que adentrar o Central Park com um cachorro. Principalmente se for antes das 9h, na faixa de horário em que eles ficam livres e a confraternização é geral.</p>]]></description><pubDate>2012-04-10 12:42:48</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=749177&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/olhar-marcante-sobre-as-mulheres-no-moma-4606283]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=749177&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/olhar-marcante-sobre-as-mulheres-no-moma-4606283]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Hospedagem de grife na capital italiana da moda]]></title><description><![CDATA[<p>MILÃO - Na Itália, casas noturnas são batizadas em homenagem a Roberto Cavalli; restaurantes são decorados por Dolce & Gabbana; museus, dedicados a Ferragamo e Gucci, e teatros â usados apenas alguns dias por ano para os desfiles â são construídos por grifes como Armani, Gucci, Prada e Versace. Independentemente dos problemas financeiros italianos, os estilistas do país estão no modo renascentista de expansão, e não há melhor vitrine para cada um do que a nova obsessão da classe: hotéis. Projetados a partir da estética de ícones da moda e surgindo em cidades ao redor do mundo, as novidades incluem um Hotel Missoni em Edimburgo, onde as colchas são estampadas com listras coloridas, e um supercomentado Armani Hotel que abriu no inverno passado em Milão, em uma moderna estrutura de paredes de vidro no topo de um austero prédio da década de 1930. Esses se juntam a outras grifes como Bulgari, Ferragamo e Versace.</p><p>Para os amantes da moda, hotéis de grifes fashion oferecem a oportunidade de mergulhar completamente na visão desses estilistas â não só usar as peças, mas também vivê-las, pelo menos por uma noite, com camas, lençóis e roupões imaginados por Giorgio ou Donatella. É isso que você está comprando, afinal de contas: a chance de sonhar no mundo deles.</p><p>Durante uma recente Semana de Moda de Milão, fui conferir como a experiência de se hospedar com um estilista se compara com a de comprar nas suas lojas. Uma semelhança era óbvia desde o começo: os hotéis são caros (e as diárias costumam ser maiores na alta temporada). Reservar o quarto mais barato através de um site especializado como o Expedia, por exemplo, vai lhe custar no mínimo US$ 861 pela noite no Armani; US$ 746 no Bulgari Hotel, e em média US$ 342 na, comparativamente, barata Maison Moschino, outro hotel desse nicho que abriu em 2010.</p><p><b>ARMANI HOTEL MILANO.</b> Quando o táxi parou em frente ao Armani Hotel, no burburinho do distrito fashion, logo senti aquela desagradável sensação de notar o vendedor me olhando de cima a baixo, tentando determinar o limite do meu cartão de crédito. O prédio de paredes brancas da era fascista ocupa um quarteirão inteiro e abriga o que poderia ser descrito como um shopping da Armani, com livraria, loja de chocolates e uma filial do Nobu, em meio às coleções do estilista. A fachada não é tão amigável aos olhos, mas as cortinas de bambu pontuando nas sérias paredes em preto e branco dão um efeito bonito. O hotel ocupa os andares superiores, com academia, spa e uma pequena piscina no terraço com vista para a cidade.</p><p>Uma empolgada moça de terninho veio correndo até mim e se apresentou como "gerente de estilo de vida", uma expressão que temo ser usada com negligência pela equipe da Armani, uma vez que os serviços que ela ofereceu, enquanto me levava da recepção ao sétimo andar, se assimilavam mais aos de um concièrge do que de um terapeuta.</p><p>Quando as portas se abriram, porém, reconsiderei tudo o que estava pensando. Em uma ensolarada manhã de janeiro, as enormes janelas exibiam as agulhas do Duomo cintilando e refletindo no reluzente piso de mármore, mais reluzente do que os portões do céu. Talvez estivesse precisando mesmo de um "gerente de estilo de vida", ou talvez de um São Pedro, se fosse mesmo para me encaixar ali. A decoração é totalmente inspirada na estética Armani (cara, clean e de bom gosto), tão moderna quanto o futuro no filme "Gattaca" (1997). Pouquíssimos artefatos plebeus, como maçanetas e interruptores, existem no mundo de Armani, onde as cortinas, a temperatura e até mesmo o botão de "não perturbe" são operados por um controle remoto com sensor de movimentos e as portas dos quartos abrem quando se passa um cartão por um monitor mais sensível que um scanner de retinas. Quando a cor muda, você empurra a porta. Fechá-la por fora, porém, requer um puxão quase acrobático.</p><p>Os quartos largos são decorados com móveis estilosos da marca Casa Armani, em uma paleta masculina de cinzas e beges; os edredons têm um acabamento fosco que, ao toque, é tão macio quanto a grama recém-cortada. Há pequenas e maravilhosas surpresas: cafeteira com blends de espresso Armani; um cômodo para o closet; um cardápio de travesseiros; uma televisão de tela plana que sai de um console no pé da cama; amenities com a essência de "frankincense" (o elemento principal das fragrâncias de Armani); banheiros com cabines separadas, dividindo o chuveiro do vaso e da banheira, e toalhas que dão a sensação de estar se lançando em uma pilha de coelhos brancos. Melhor do que tudo isso são os cotonetes. Os de Armani têm mais de 15 centímetros, com hastes pretas que dão à higiene auditiva uma aura incrivelmente chique.</p><p>Infelizmente, o jet lag colidiu com um forte remorso consumista às três da manhã. Foi quando percebi que os painéis de controle em cada lado da cama, e um terceiro ao lado do closet, incluíam uma chave mestre que poderia desligar todas as luzes do quarto, exceto pela luz do próprio painel de controle. Já que estava num estado de semiconsciência, a ideia de ligar para a minha "gerente de estilo de vida" não surgiu. O hotel sabe deste problema, descobri pela manhã enquanto fazia o check-out, mas o grande dilema é como achar uma solução que caiba na rigorosa estética Armani. Posso sugerir fita crepe? Também tem em preto.</p><p><b>MAISON MOSCHINO.</b> A Maison Moschino se tornou minha base de operações durante os desfiles, não porque prefiro a excentricidade e a alegria inerentes ao estilo da marca, mas porque era um hotel menos caro. Moschino é uma grife jovem e estilosa, com uma submarca chamada Cheap and Chic, então você pode imaginar o público. Fica numa antiga estação de trem, próximo ao 10 Corso Como, uma das melhores multimarcas da cidade, mas perto de quase mais nada.</p><p>O amplo pátio no exterior é semelhante a Miami Beach em seus tempos de glória. O lobby é pequeno, branco e eficiente, mas decorado com charmosas lanternas de papel na forma de animais (ovelhas, galinhas, poodles), pendendo do teto como nuvens. Há decorações diferentes para cada quarto, inclusive uma homenagem ao Chapeleiro Louco, personagem de "Alice no País das Maravilhas", e uma suíte em que uma das paredes é pintada com caixas de sapato. Mas a mais barata e mais básica é chamada de "Dormindo em um vestido de festa". A cabeceira parece o corpete de um vestido de veludo vermelho pendurado no cabide enquanto a "saia" desce até se tornar o edredom.</p><p>Franco Moschino, o falecido fundador da marca, era conhecido por seu humor inteligente. Uma vez desenhou uma paródia de um terninho Chanel com a frase "Isso é um desperdício de dinheiro" bordada na cintura, e afixou talheres de verdade a um dinner jacket. O estranho humor de Moschino vive aqui, o que significa que às vezes você pode se sentir como se estivesse indo a um show dos irmãos Gallagher e não conseguisse evitar as primeiras fileiras.</p><p>Meu quarto, tão compacto sem mesa nem aparador e muito menos um lugar para pendurar as roupas, tinha um odor tão forte de lírios e rosas artificiais que eu tive de pedir à arrumadeira para, por favor, parar de borrifar o que quer que fosse. Quando voltei ao quarto, descobri uma lata gigante do ofensivo Neutrajet, um odorizador de ar, e um bilhete que dizia "Este é um presente para você!". Não serviu, não é do meu tamanho, então.</p><p><b>THE BULGARI.</b> Luxuoso de verdade, até a chegada do Armani, era o Bulgari â que abriu em 2004 em parceria com a Ritz-Carlton Hotel Company com o direito de se gabar, entre todos os hotéis de Milão, por conta de seu cenário incrível, ao lado do centenário jardim botânico. Decidi me dar um presente e passei a minha última noite em Milão lá. O quarto, com uma atmosfera zen, era tão grande que você poderia andar em círculo da sala de estar até o quarto e até a banheira. Fiquei encantado de viver o sonho Bulgari que tem me atormentado desde que Sharon Stone disse, em 1994, que ela praticamente tomou banho com o perfume Thé Vert, da marca, cuja fragrância lembra um pouco a chá verde.</p><p>Próximo à banheira ("mármore do Zimbábue com travertino suave de Navona", segundo o guia do quarto), estavam óleos de banho, sabonetes e três pequenas velas aromatizadas, tudo com essências Bulgari. E quando retornei à suíte naquela noite, descobri um bule com chá verde. Prove isso, Sharon, e você nunca vai querer sair da banheira.</p><p>Ao contrário de Sharon, no entanto, o Bulgari está começando a envelhecer. O piso está rangendo e os vasos ornamentais que ficam do lado de fora de cada quarto, cheios do que aparentam ser grandes palitos de canela, estavam cobertos com uma camada de pó. No tranquilo lobby, jarras de vidro cheias de balinhas do tempo da vovó, que os visitantes podem provar a qualquer momento, são um toque simpático. Mas achei meio curioso ver uma dessas jarras na pequena academia.</p><p>Na academia do Armani, há uma prateleira perfeitamente organizada com garrafas de água, maçãs verdes e uma variedade de castanhas. Por outro lado, no Bulgari eu consegui dormir.</p><p><b>SERVIÇO:ã</b></p><p><b>Armani Hotel Milano:</b> Via Manzoni 31. Tel. (39 02) 8883-8381. <a rel="external" href="http://milan.armanihotels.com">milan.armanihotels.com</a>ã</p><p><b>Maison Moschino:</b> Viale Monte Grappa 12. Tel. (39 02) 2900-9858. <a rel="external" href="http://maisonmoschino.com">maisonmoschino.com</a></p><p><b>The Bulgari:</b> Via Privata Fratelli Gabba 7B. Tel. (39 02) 805-8051. <a rel="external" href="http://bulgarihotels.com">bulgarihotels.com</a></p>]]></description><pubDate>2012-04-06 14:00:00</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=742518&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hospedagem-de-grife-na-capital-italiana-da-moda-4507557]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=742518&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hospedagem-de-grife-na-capital-italiana-da-moda-4507557]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novidades de luxo no mar brasileiro]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - No Porto do Rio, chama a atenção a diferença de tamanho entre o navio de médio porte da Oceania, em que cabem até 1.256 passageiros, em comparação com um gigante para até quatro mil. A proposital diferença, porém, garante a visita a portos menores, como o de Mônaco, e permite um serviço mais personalizado. Na temporada europeia, a Oceania, armadora americana com dez anos de existência, lança um novo navio e, na brasileira, oferece cinco roteiros com saída ou chegada no Rio. Vêm à cidade dois navios da companhia. O Marina, lançado ano passado, faz um roteiro no final de novembro de 16 dias entre Roma e Rio, com seis paradas, sendo duas nas Ilhas Canárias. Do Rio, vai para Valparaíso, passando pela Patagônia.</p><p>Antes voltada para o mercado americano, a Oceania passou a ter representantes brasileiros ano passado. Em um evento de apresentação da empresa no Rio, a bordo do Insignia, o diretor de marketing Jean Saraiva disse que a meta é ter o Brasil entre os cinco maiores mercados. Saraiva também tem fechado parcerias com agências e investiu na tradução dos cardápios para o português.</p><p>O Insignia será aposentado com o lançamento do Riviera, em maio, na rota Atenas-Barcelona. Gêmeo do Marina, o novo navio tem 96% das acomodações, que variam entre 24m² e 100m², com varandas. As suítes de luxo são decoradas com a linha Ralph Lauren Home, e têm amenities Bulgari. O luxo também está nos corredores do navio: são cerca de US$ 4 milhões em obras de arte. O Marina recebeu 25 prêmios só no ano passado, entre eles cinco estrelas do guia Berlitz.</p><p>Mas o estilo à bordo é casual: nada de jantar com o comandante. Com seis restaurantes abertos (sem turno fixo nos jantares), a Oceania aposta na gastronomia do chef executivo francês Jacques Pépin. Nos dois novos navios há, inclusive, uma escola de culinária a bordo.</p><p>Com capacidade para menos de 700 passageiros, o Regatta, gêmeo do Insignia, também vem ao Brasil na temporada 2012/2013, fazendo Rio-Buenos Aires (a partir de US$ 3.853 por pessoa), e o caminho inverso. E depois, Rio-Miami (a partir de US$ 6.605) com 11 paradas, entre elas Alter do Chão, Manaus, Barbados e St. Barth. No Marina, o roteiro Roma-Rio custa a partir de US$ 3.299, e o Rio-Valparaíso, US$ 4.688.</p>]]></description><pubDate>2012-04-02 15:00:20</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=736270&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-de-luxo-no-mar-brasileiro-4475111]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=736270&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-de-luxo-no-mar-brasileiro-4475111]]></link></item> <item> <title><![CDATA[âCasas flutuantesâ com as melhores vistas de rios e lagos dos EUA]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Comum é ver do alto os cânions americanos. Incomum, e especial, é navegar pelos rios que serpenteiam pelas formações rochosas, com a possibilidade de parar para fazer trilhas e observar a fauna e a flora, seguindo em seu próprio ritmo. Uma tradição familiar nos Estados Unidos e no Canadá, os houseboats â de fato, casas flutuantes com ótima infraestruturaâ são muito usados em passeios por rios e lagos, com destaque para o Lake Powell do Glen Canyon, no Arizona. E (quase) qualquer um pode dirigi-los.</p><p>De uma maneira geral, basta ter uma carteira de motorista internacional para poder se tornar capitão de um houseboat nos Estados Unidos (sim, uma simples cateira de motorista é suficiante). Os principais lagos e rios são bem largos, e os barcos atingem uma velocidade máxima de 16 km/h. O único lago onde é necessário fazer um curso de direção é o Ozarks, no Missouri. No Canadá, depois de um treinamento básico, o comandante recebe uma licença temporária de acordo com as exigências da Guarda Costeira.</p><p>â Já treinamos mais de cem mil pessoas desde 1978 â conta Jill Quast, da canadense Happy Days. â Ensinamos o capitão e um ajudante a guiar o barco, a usar os equipamentos de segurança, como ancorar e desancorar os barcos. E há um dvd e um manual a bordo com mais explicações.</p><p>Para os marinheiros de primeira viagem se sentirem mais seguros, vale fazer cursos on-line de segurança a bordo. Em algumas marinas, como as do Forever Resorts, esse diploma garante até desconto na diária. Nesta rede de marinas, um terço das reservas são feitas por quem nunca guiou um leme. A melhor época para fazer as viagens, que normalmente duram entre três e sete dias, é o verão ou a primavera, se você que praticar esportes aquáticos. Ou no inverno se você só quer pescar.</p><p>É proibido navegar durante a noite: assim, as marinas recomendam que duas horas antes do pôr do sol os barcos se dirijam a um dos vários pontos seguros para ancorar.</p><p>Os barcos têm entre 15 e 23 metros de extensão, e abrigam até 20 pessoas, dependendo do modelo. Em termos de espaço, as áreas comuns são privilegiadas â é possível ver as plantas das embarcações nos sites das empresas, em geral. Além de terem cozinha, banheiros, água tratada e utensílios domésticos, alguns barcos vêm equipados com fogão, geladeira, televisões de satélite, ar-condicionado, churrasqueiras, jacuzzi e escorregadores. As marinas também alugam jet skis, caiaques, esquis aquáticos, wakeboards, lanchas e barcos de pesca. Para pescar, aliás, é necessário comprar a licença nos órgãos estaduais, o que geralmente é possível fazer pela internet.</p><p>Quando você começa a pesquisar sobre houseboats, descobre que existem muito mais lagos e rios para explorar e várias marinas e empresas de aluguel. Os preços variam tanto quanto o tamanho dos barcos: as diárias podem custar de menos de US$ 200 a US$ 1.800. Os luxos a bordo também. Preguiçosos, por exemplo, podem encomendar refeições preparadas pelo chef da Voyagaire, no Crane Lake, em Minnesota. A mesma empresa oferece o serviço de levar até o barco qualquer mantimento. O que nenhuma marina oferece, porém, é alguém para guiar o barco por você. Afinal, isso é parte da diversão.</p><p><b>Barcos rumo a roteiros históricos, lagos artificiais e cânions</b></p><p>Os dois maiores lagos artificiais dos Estados Unidos são os destinos mais populares de aluguéis de houseboat. O Lake Mead, no estado de Nevada e a menos de uma hora de Las Vegas, é o maior deles. Foi criado em 1935, represando parte do Rio Colorado, e levou dois anos para encher. Tem mais de 800 quilômetros de margens. É considerado um dos melhores para esportes aquáticos e pesca de peixes da família bass.</p><p>Também criado a partir do Rio Colorado, o Lake Powell, no Arizona, está cercado pela paisagem do incrível Glen Canyon. Entre os cartões-postais, estão a Rainbow Bridge, uma perfeita ponte natural de pedra; os cânions de Antelope e Navajo, e a "Catedral no deserto", uma formação rochosa que parece uma câmara com paredes de 300 metros de altura.</p><p>O Shasta Lake, no norte da Califórnia, tem ao seu redor a floresta nacional Shasta Trinity, lar da espécie de urso que é símbolo do estado, das raras águias carecas, mais de 20 espécies de peixe, e também de cachoeiras.</p><p>Na Flórida, o passeio pelo St. Johnâs River mistura natureza, esportes e história. É o rio mais longo do estado e uma das principais rotas fluviais para o comércio, portanto, não faltam marinas, cidades e infraestrutura ao longo do curso. Um dos destaques é o distrito histórico de Sanford, o primeiro assentamento da cidade de 1836, que além de história tem um calçadão com lojas e restaurantes. A paisagem vai mudando de acordo com a altitude, de pinheiros a carvalhos e ciprestes, e pântanos. A vida selvagem é abundante: jacarés, tartarugas, veados, garças e outras espécies de aves.</p><p>Na fronteira com o Canadá, o Lake Crane, no estado de Minnesota, também fica dentro de um parque nacional e oferece a paisagem da floresta boreal e outras espécies de animais. No Canadá, o destaque é o Trent Severn Waterway, uma rota histórica próxima a Toronto com quase 400 quilômetros, sendo 50 deles de canais escavados, cujas margens são ótimos lugares para piqueniques. Urbana, a rota tem 40 comportas (parte da emoção, aliás, é andar nesses "elevadores aquáticos").</p>]]></description><pubDate>2012-04-02 14:32:12</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=735216&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/casas-flutuantes-com-as-melhores-vistas-de-rios-lagos-dos-eua-4474862]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=735216&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/casas-flutuantes-com-as-melhores-vistas-de-rios-lagos-dos-eua-4474862]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Tour revela as mágicas nos bastidores de Harry Potter]]></title><description><![CDATA[<p>LONDRES - Um novo itinerário pelos estúdios onde foi filmada a série "Harry Potter", nos arredores de Londres, se propõe a mostrar os "heróis anônimos" - das costureiras aos magos dos efeitos especiais - que encantaram milhões de pessoas nos cinemas. A visita guiada começa a ser oferecida no sábado, e os organizadores esperam que cinco mil visitantes passem por dia diante dos cenários, das maquetes e das estranhas criaturas dos filmes.</p><p>O passeio começa pelo famoso Grande Salão, com paredes de pedra falsa, piso de pedra verdadeira e mesas grafitadas, onde, na ficção, os alunos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogswarts se reuniam. Também foi preservada a Sala Comumal da Grifinória, o gabinete do professor Dumbledore, a cabana de Hagrid, a cozinha dos Weasleys e uma parte do Ministério da Magia. A gigantesca aranha Aragogue, uma versão robótica do hipogrifo Bicuço e manequins assustadoramente "vivos" dos atores permitem que o visitante veja de perto o minucioso trabalho envolvido em cada cena. A aranha, por exemplo, era operada por cem técnicos; o lobisomem Greyback tinha pelos de cabra no rosto; e a loja de Ollivanders no Beco Diagonal continha 17 mil caixas com varas de condão rotuladas individualmente.</p><p>- Há simplesmente detalhes demais em tudo - disse Rupert Grint, que nos filmes interpreta Ron Weasley, o melhor amigo de Harry Potter, em entrevista feita na cozinha da família fictícia. - Fico feliz por não ter sido tudo guardado num depósito para pegar poeira e ser esquecido, porque é algo que realmente precisa ser celebrado.</p><p>A visita, que dura cerca de três horas, termina com uma caminhada pelo Beco Diagonal, que leva a um salão ocupado por uma enorme maquete do castelo de Hogwarts. Seus pátios, torres e vigias foram filmados e ampliados com efeitos digitais, e mais de 2.500 luzes foram instaladas para simular lanternas e tochas no interior.</p><p>As primeiras críticas sobre a atração instalada nos Estúdios Leavesden, nos arredores de Londres, se dividiram. A principal reclamação foi quanto ao valor dos ingressos e outros gastos. Adultos pagam 28 libras (cerca de R$ 82) e crianças, 21 libras (R$ 62). Crianças menores de cinco anos não pagam. âPreço à parte, a visita é obrigatória para os fãs de Potter, e um monumento permanente à equipe que criou a mais bem sucedida franquia cinematográfica da Grã-Bretanhaâ, escreveu Anita Singh no jornal Telegraph.</p>]]></description><pubDate>2012-03-30 19:19:41</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=731541&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/tour-revela-as-magicas-nos-bastidores-de-harry-potter-4459603]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=731541&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/tour-revela-as-magicas-nos-bastidores-de-harry-potter-4459603]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Os gigantes de Páscoa]]></title><description><![CDATA[<p>HANGA ROA- É difícil imaginar um local mais propício para quem quer se isolar do que a Ilha de Páscoa. É o solo mais longe de qualquer lugar povoado do planeta. Pegue um mapa, encontre Santiago, a capital do Chile, e leve os olhos para esquerda. Em pleno Oceano Pacífico, a 3.700 km da costa da América do Sul e a 4.100 km do Taiti, fica Páscoa. São aproximadamente cinco horas de avião a partir de Santiago. O isolamento é uma característica lembrada e até cultuada pelos poucos moradores, em torno de 5 mil habitantes. Os nativos, conhecidos como Rapa Nui (também o nome oficial da ilha), costumam chamar Páscoa de Te Pito o Te Henua, ou "o umbigo do mundo". Bares, restaurantes e hotéis fazem questão de manter longe televisões e redes de acesso à internet, mas procurando um pouco dá para encontrar algum sinal de wi-fi perdido. Neste ponto de terra no meio do Oceano Pacífico, com uma área de quase 170 km², está um dos maiores mistérios do planeta: esculturas gigantes feitas em rochas vulcânicas que fixam seu olhar distante para o infinito há mais de 600 anos. O mais curioso dos moais, como são conhecidas as enormes pedras, é que até hoje ninguém sabe como blocos enormes, com um peso nada saudável de 25 toneladas em média, foram parar onde estão agora, quase sempre no litoral. Afinal, eram feitos a partir de rochas vulcânicas de um morro no interior da ilha. As descobertas, porém, vão além dos rostos imutáveis dos moais e compreendem vales, penhascos, cavernas, praias paradisíacas. A Ilha de Páscoa é um lugar ainda pouco explorado. Apesar de há mais de um século ser uma municipalidade do Chile, parte da província de Valparaíso, só passou a receber investimentos mais consistentes do governo há cerca de 20 anos. Ainda há pontos e regiões que parecem estar intocados. Só isso já encanta qualquer turista mais cético.</p><p><b>Vá de carro por território ainda pouco explorado</b></p><p>Para facilitar a visualização da cultura da Ilha de Páscoa, lembre-se de tudo o que sabe sobre a estética havaiana pelo imaginário pop. Claro que só isso seria limitar a profundidade da cultura Rapa Nui. Mas estão lá as músicas polinésias, as danças características e o simpático colar de flores logo no desembarque no minúsculo aeroporto de Maraveri. O leitor também pode procurar o filme "Rapa Nui", de 1994, com direção de Kevin Reynolds. Uma ressalva: apesar da tentativa de mostrar a cultura da ilha, os nativos tratam a obra como piada.</p><p>A melhor maneira de conhecer a ilha é alugar um carro em Hanga Roa, capital e única cidade do território, onde provavelmente você estará hospedado. Não há transporte público na Ilha de Páscoa. Para andar pela única estrada que dá a volta pela ilha (cheia de buracos e pedras) é preciso um 4x4. E prepare-se para dar carona para os Rapa Nui â uma de suas diversões é andar na caçamba dos carros. Em menos de duas horas dá para fazer a volta inteira.</p><p>O primeiro ponto a ser visitado, e o mais perto de Hanga Roa, é Paro. Entre os moais que foram derrubados na Guerra dos Cem Anos (em que 12 tribos rivais, por volta de 1700, enfrentaram-se pelo domínio da ilha), está o maior deles. Tem cerca de 20 metros.</p><p>Lá também fica uma pedra incrivelmente arredondada. É chamada de Te Pito Kura (o umbigo do mundo). Experimente colocar um bússola sobre ela. Por ser magnética, deixará a agulha mais louca que o formato do objeto.</p><p>São quase mil moais no total. Praticamente todos de costas para o mar e com o olhar voltado para o interior da ilha. Uns possuem o pukao (uma espécie de coroa) e todos têm uma base, chamada ahu. Acredita-se que representem líderes das tribos que ali viviam, por isso miram a sociedade e não o oceano. Era uma maneira de conseguir proteção ao mesmo tempo em que se homenageava os chefes divinos. É arrebatador estar na frente deles e refletir sobre os séculos em que estão ali, naquela posição, apenas a observar o passar do tempo. Também rende, por que não dizer, ótimas imagens para as redes sociais. Pode apostar que todos os seus amigos e parentes esperarão ansiosos por sua foto com os moais ao fundo. Aproveite para "tirar uma onda". Lembre-se que está no ponto mais isolado do planeta.</p><p>Em Ahu Aviki estão sete moais enfileirados, que representam os primeiros exploradores da ilha. Em Ahu Tongariki há 15, o que configura a maior plataforma da ilha. O grande destaque, no entanto, é Rano Raraku. Nas pedras deste vulcão que eram esculpidos todos os moais. No entorno do sítio há vários caídos e outros inacabados. De lá é possível olhar para o litoral ao longe e pensar nas dificuldades para a locomoção da obra de arte. Só que Rano Raraku fica em um parque protegido, que cobra a entrada (o ingresso custa em torno de R$ 50).</p><p>Uma das principais plataformas está em Anakena. É a principal praia da ilha. Mais bonita e mais acessível que a sua única rival, a escondida Ovahe. A cena é paradisíaca: moais enfileirados e uma praia com palmeiras ao fundo. Não se assuste se notar apenas turistas na areia. É que os Rapa Nui, acreditem, odeiam areia. O argumento é que não gostam de se sujar. Os nativos preferem fazer churrasco nas pedras vulcânicas, em uma ilha que recebe fortes ondas de calor durante todo o ano.</p><p>Os registros de antigas competições estão em petróglifos diversos e em casas de pedra onde os organizadores da prova (sacerdotes principalmente) aguardavam a chegada dos guerreiros. É, com certeza, um dos pontos altos do turismo na Ilha de Páscoa. Ali perto, fica o imponente vulcão Rano Kau, inativo há milênios.</p><p>Não deixe de se meter em buracos no meio da terra â claro que somente auxiliado por um guia. Pequenas aberturas de apenas alguns metros se revelam cavernas quilométricas por baixo do solo. Algumas dão visões inesperadas para o mar. Procure por duas, especificamente: Ana Te Pahu e Ahu Tepeu. Depois, vá a Ana Te Pora e se delicie com a vista de belos penhascos.</p><p><b>Hanga Roa, a Polinésia no Chile</b></p><p>Hanga Roa é a capital da Ilha de Páscoa. É também a única cidade. Apesar da peculiaridade, é pouco falada e comentada. Só por ser bem diferente do padrão conhecido de um município já merecia um maior destaque. Para começar, a energia elétrica é fornecida por apenas três geradores. Talvez por este motivo a ausência momentânea de energia elétrica não seja algo tão raro. Posto de gasolina só há um. O combustível chega do continente de dois em dois meses e os carros da ilha precisam se virar com o que há. Há uma farmácia e um supermercado.</p><p>A suposta precariedade pelos padrões "continentais", porém, não parece incomodar os moradores. Pelo contrário. Constantemente se mostram orgulhosos da rotina bucólica em que vivem. Contam, com um enorme sorriso nos lábios, que é por mérito deles que grandes marcas não entram na ilha. Segundo dizem, seria decretar a morte do destino. A lei também os protege. Só quem tem sangue Rapa Nui pode comprar terras.</p><p>A combinação da infraestrutura de uma cidade comum com a vida rústica dos Rapa Nui é capaz de produzir cenas peculiares. Em diversas áreas de estacionamento, por exemplo, há vagas para carros e... cavalos. É assim, por exemplo, na boate Dino Toroko. É de sacudir a mente a visão de damas e cavalheiros chegando para a >ita<night a bordo de seus equinos.</p><p>O único porto da cidade é Hanga Piko. É também a região mais movimentada. Lá trabalham e se divertem os pescadores da ilha, que não são poucos. Na rua principal logo ao lado, Atama Te Kena, estão poucas lojas de artesanato e algumas casas mais luxuosas. No entorno da área, há lojas que oferecem mergulho (em torno de R$ 125) e restaurantes de peixe, como o Te Moana, um dos mais badalados. Entre os pratos está o Pici Rapa Nui. Consiste em peixe, cebolinha e tomate acompanhado de arroz e salada, por R$ 34. Outro prato muito pedido é o camarones al ajillo (camarões com alho, cebolinha e manteiga), por R$ 50. A água fica em torno de R$ 6.</p><p>A alimentação da ilha é simples. Mas o que mais é preciso além de peixe, galinha e carne? As frutas que nascem nesta terra são ótimas e o abacaxi é incomparável. Não vá esquecer de comer um abacaxi no palito, especialidade Rapa Nui. A Guerra dos Cem Anos acabou com praticamente todas as espécies animais. Restaram cachorros, cavalos, vacas... muitos trazidos do continente.</p><p>Os Rapa Nui fazem questão de mostrar aos estrangeiros seus modos e rituais. Nas festividades não têm medo de usar os trajes típicos â quase nenhum. Não vá ficar encabulado de ver homens e mulheres andando seminus pela ilha. Os Rapa Nui encaram com a maior naturalidade. Só que, apesar de tradicionalistas, adoram uma calça jeans vez ou outra e idolatram, veneram e são loucos por Bob Marley. Todos são católicos, fruto de campanhas missionárias francesas.</p><p>Lembre-se, porém, que muitos dos antepassados dos Rapa Nui foram escravizados por europeus. E que, apesar de a Ilha de Páscoa ser uma municipalidade do Chile há mais de um século, nos anos 1960 ainda havia muitos nativos que moravam nas cavernas . Resumindo a desconfiança ainda é grande em relação a estrangeiros. Esse "pé atrás" aparece em alguns momentos do cotidiano como durante o pagamento de uma conta no restaurante ou a negociação do preço de algum produto. Nada, entretanto, que um sorriso no rosto e boa vontade não resolvam.</p><p>Os habitantes falam espanhol e muitos até torcem para clubes de futebol chilenos, mas consideram-se parte da Polinésia Oriental (um triângulo em que os outros vértices são o Taiti, a oeste, e o Havaí, ao norte. Muito cuidado ao dizer a um Rapa Nui que aquela terra faz parte do Chile.</p><p><b>Rituais centenários envolvem tobogãs e cascas de coco</b></p><p>Após admirar todos os moais, siga para o sítio arqueológico de Orongo. Lá estão registros de uma fase pós-Guerra dos Cem Anos. Foi quando as 12 tribos que lutavam entre si decidiram definir através de uma competição quem iria dominar a ilha. Cada clã selecionava um guerreiro para ir ao mar pelo lado de Orongo (um dos mais altos do local), nadar (em meio a tubarões) até uma pequena ilha chamada Moto Nui, conseguir um ovo do pássaro manutara e voltar a Rapa Nui. O primeiro a conseguir a façanha dava a sua tribo o direito de dominar o território por um ano, além de passar alguns meses em uma casa com virgens como prêmio.</p><p>Há duas épocas adequadas para curtir uma experiência realmente plena das tradições e rituais dos Rapa Nui. No próximo dia 21 de junho é comemorado o solstício de inverno. Um evento ainda maior acontece durante todo o mês de fevereiro. É o Tapati, em que os nativos realizam uma espécie de competição esportiva entre dois grupos. O vencedor elege a rainha da ilha.</p><p>Os esportes praticados durante este período são os mais curiosos e marcam a memória de qualquer turista. Imagine pessoas que descem um morro íngreme deitados em troncos de plátano, chegando a uma velocidade de 40 km/h. Uma ambulância do governo chileno fica convenientemente disposta a ajudar caso aconteça alguma tragédia. Outras disputas também chamam a atenção, como quem quebra a casca de um coco mais rapidamente. São espetáculos divertidíssimos.</p><p>Os hotéis da Ilha de Páscoa também valem como atração. Quase todos defendem a tese de que a melhor maneira de viver uma experiência completa na viagem é se isolar por completo â não basta ir ao local mais isolado do planeta. Você terá muitas dificuldades de encontrar, por exemplo, uma televisão. Mas a internet normalmente está disponível nos lobbys. O Explora tem como sócio Mike Rapu, espécie de Eike Batista da ilha. Aos poucos você percebe que o rapaz é dono de boa parte dos terrenos e lojas. Outro hotel que chama a atenção é o Altiplanico. Mais afastado do centro de Hanga Roa, tem uma bela vista para e piscina ao ar livre.</p><p>Como quase tudo na ilha, as diárias dos hotéis também não são baratas. Difícil achar um quarto por menos de R$ 500. Uma opção para quem não liga para mosquitos é acampar. O custo para armar o equipamento no camping chamado Mihi Noa é de apenas R$ 20.</p><p><i>Felipe Sil viajou a convite da LAN</i></p>]]></description><pubDate>2012-03-30 19:04:35</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=731542&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/os-gigantes-de-pascoa-4459438]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=731542&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/os-gigantes-de-pascoa-4459438]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Lacroix e Arola, novas grifes em Bangcoc e Paris]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Dois aguardados lançamentos hoteleiros abriram as portas este mês. O novo Sofitel So Bangcoc, próximo ao Lumpini Park, tem decoração assinada pelo estilista francês Christian Lacroix , que em dezembro também emprestou seu nome ao renovado trem TGV que faz a rota Paris-Milão. São 238 quartos na região empresarial, todos equipados com um Mac mini, da Apple. Outro destaque é o restaurante e bar no terraço do hotel, com vista para o skyline da cidade. Já o W Paris Ópera, da rede americana Starwood, fica em frente à Ópera Garnier e próximo a Galeries Lafayette e Place Vendôme, e marca a estreia na França do chef catalão Sergi Arola, com duas estrelas Michelin no currículo. No cardápio do restaurante Arola, tapas vão conviver com clássicos franceses.</p>]]></description><pubDate>2012-03-29 18:31:48</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=729755&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/lacroix-arola-novas-grifes-em-bangcoc-paris-4447519]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=729755&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/lacroix-arola-novas-grifes-em-bangcoc-paris-4447519]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Greves na Alemanha e na Espanha causam cancelamento de voos]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Marcadas para esta semana, dia 27 de março na Alemanha e 29 de março na Espanha, as paralisações europeias vão afetar os voos das maiores companhias aéreas dos países. Na Alemanha, o ver.di, sindicato que reúne mais de dois milhões de funcionários públicos do país, anunciou a paralisação para o dia 27, terça-feira, de 5h às 14h30m (hora local), dificultando as operações no aeroporto de Frankfurt e, possivelmente, em Munique, Düsseldorf, Colônia e Sttutgart. Entre os voos cancelados, não há nenhum desde e para o Brasil. No entanto, quem tem conexões marcadas pela companhia aérea deve conferir as ligações suspensas no <a rel="external" href="http://www.lufthansa.com/online/portal/lh/de/info_and_services/irregularities/canceled_flights?nodeid=3494927&l=en&cid=18002">site da empresa</a>.</p><p>Na Espanha, uma greve geral está marcada para o dia 29, quinta-feira. O voo da Iberia entre São Paulo e Madri neste dia, que sai de Guarulhos às 19h35m, foi suspenso, bem como o voo Madri-São Paulo, às 12h15m do mesmo dia. O cancelamento, porém, ainda deve ser aprovado pela Aviação Civil. É possível ver os outros voos cancelados no <a rel="external" href="http://grupo.iberia.es/content/GrupoIberia/Noticias/Sala%20de%20Prensa/2012/documentos/Vuelos%20cancelados%20huelga%20general%2029M.pdf">site da empresa</a> (em pdf).</p><p>As duas companhias flexibilizaram as trocas de bilhetes, o que pode ser feito através dos sites ou linhas de atendimento ao cliente. Quem comprou por agências de viagem, deve conferir com os próprios. A Lufthansa também oferece a possibilidade, a quem voaria dentro do país, de trocar as passagens por viagens de trem.</p><p><b>Serviço:</b></p><p><b>Iberia:</b> Atendimento ao cliente 0800 886 8266.</p><p><b>Lufthansa:</b> Atendimento ao cliente (11) 3048-5800.</p>]]></description><pubDate>2012-03-26 12:23:33</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=723017&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/greves-na-alemanha-na-espanha-causam-cancelamento-de-voos-4414526]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=723017&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/greves-na-alemanha-na-espanha-causam-cancelamento-de-voos-4414526]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Montevidéu: uma capital à moda antiga]]></title><description><![CDATA[<p>MONTEVIDÉU - Símbolo da literatura argentina, Jorge Luis Borges certa vez escreveu que Montevidéu "é a Buenos Aires que tivemos, a que com os anos se afastou silenciosamente". Poucas comparações entre as duas cidades rioplatenses foram tão felizes quanto esta, do poema "Montevideo". Visitar a capital uruguaia é voltar um pouco no tempo, para uma época em que grandes cidades podiam ser acolhedoras, em que o ritmo de vida permitia uma boa conversa nas esquinas, com cuia de mate e garrafa térmica debaixo do braço. E essa pequena viagem ao passado pode ser feita em apenas um final de semana, antes ou depois de uma visita à capital argentina, chegando sexta-feira à noite e voltando domingo, após o pôr do sol. História, cultura, ótimos churrascos e um certo clima de melancolia nostálgica no ar. Mas se a trilha sonora for Gardel (que, dizem, era uruguaio), fica tudo mais bonito, como antigamente.</p><p><b>Sexta-feira: Noite regada a uvita e parrillas de enlouquecer</b></p><p>Se você chegou à capital uruguaia com a sexta-feira perto do fim, é preciso um tratamento de choque, um intensivo em Montevidéu. Para isso, poucos lugares são tão eficientes quanto o Baar Fun-Fun ("funfum", como pronunciam os locais). Trata-se de um ícone da boemia da cidade e mistura, desde 1895, tango, tradição e a inigualável uvita, uma bebida a base de vermut e vinho, doce, que só é vendida ali.</p><p>Este acanhado boliche (bar com música, em bom castelhano) fica a poucos metros do Teatro Solís e da Plaza Independencia, coração de Montevidéu, e funciona quase como um portal de volta ao passado. Quem se vê naquele ambiente, pouco iluminado por uma luz avermelhada, e com paredes cobertas por retratos de músicos e cantores, recortes de jornal e flâmulas de equipes de futebol muito antigas, pode até duvidar que está mesmo no século XXI. E a trilha sonora, só de tango e candombe (ritmo africano, herança cultural da cidade), ajuda a reforçar essa impressão.</p><p>O Fun-Fun não é exatamente um restaurante, mas tem um bom cardápio com tira-gostos, pizzas e sanduíches. Alguns itens do menu foram batizados com nomes de artistas e músicas de tango, como a pizza La Cumparsita (um dos tangos mais famosos, composto em Montevidéu), com mozzarella, presunto e molho de tomate. Já Carlos Gardel, que era frequentador do Fun-Fun, batiza um mix de tira-gostos que leva pães, queijo, jamón, azeitona, raviólis e rolinhos primavera. Há música ao vivo de quarta-feira a sábado. As noites de sexta e sábado têm dois números musicais, um de tango e outro de candombe. Para garantir uma mesa, reserve com antecedência.</p><p>Mesmo que tango e uvita levem você para a cama tarde da noite, levante cedo no sábado para explorar o Centro e a Ciudad Vieja. Um bom ponto de partida é a movimentada Avenida 18 de Julio, artéria comercial mais importante da capital, com lojas de roupas e artigos de couro, além de casas de câmbio, bancos e, claro, batedores de carteira. Montevidéu é muito tranquila, mas não a ponto de achar que os bolsos e bolsas estejam totalmente a salvo.</p><p>Ao longo da avenida há pontos de escape de tanto movimento, como a tranquila Plaza del Entrevero e confeitarias tradicionalíssimas, como o Emporio de Los Sandwiches, cuja especialidade são sanduichinhos de pão de miga, e La Barcelonesa, com doces ótimos. Mas é seguindo a 18 de Julio que se chega à Plaza Independencia, onde está o panteão do General Artigas. Mais do que ter virado nome de rua no Leblon, este homem liderou o os rebeldes da margem oriental do Rio Uruguai, dando início ao processo de independência do país.</p><p>Mesmo que não tenha visto a famosa estátua equestre de Artigas, você saberá que chegou à praça ao avistar a torre do Palácio Salvo, no finalzinho da 18 de Julio. O prédio, um marco da arquitetura da cidade, foi inaugurado em 1928 exatamente no local do café La Giralda, onde foi apresentada, pela primeira vez, "La cumparsita", por seu autor, o uruguaio Gerardo Matos Rodríguez.</p><p>Na face leste da praça está o Portão da Ciudadela, o que restou do antigo forte que protegia o lado oeste do antigo núcleo urbano da capital. As muralhas que cercavam o que hoje é a Ciudad Vieja (Cidade Velha) também se foram, mas o traçado das ruas ainda é o mesmo de 1724, quando a coroa espanhola, em resposta à fundação de Colônia do Sacramento pelos portugueses, começou a construir uma base mais sólida na margem norte do Rio da Prata.</p><p>Caminhar sem roteiro definido pelas ruazinhas dessa área, em meio a prédios antigos, é passear um pouco pela história. Aos sábados acontece uma simpática feira na Plaza Constituición, ao redor da qual estão a Igreja Matriz e o Cabildo, a antiga sede administrativa.</p><p>Cafés com mesinhas nas ruas se espalham por todos os lados. Um dos mais tradicionais é o Café Brasilero, de mais de 130 anos. Ele é o lugar ideal para um cafezinho com bolo depois do almoço, que, na Ciudad Vieja, só pode ser no Mercado del Puerto, que reúne diversos restaurantes. O mais famoso é o El Palenque. Também há o Roldó, onde foi criado, segundo a tradição, outra iguaria etílica que só se acha por essas bandas, o medio y medio, que mistura vinho branco e espumante, ótimo para abrir o apetite. Como se precisasse, já que todos os restaurantes exibem suas parrillas, sempre repletas de asados de tira, colitas, ojos de bife, chorizos y otras cositas capazes de enlouquecer qualquer carnívoro.</p><p>O centro histórico também reúne alguns dos museus mais importantes de Montevidéu. Um dos mais visitados, o Museu do Carnaval, funciona bem ao lado do mercado. Outros ocupam belos palacetes, como o Museu de Artes Decorativas, no imponente Palácio Taranco. O Museu Torres Garcia, dedicado à obra deste pintor uruguaio, é outra boa pedida.</p><p>Mas nenhuma atração cultural do Centro é tão marcante quanto o Teatro Solís, o principal palco da cidade, fundado em 1856, e localizado na Plaza Independencia. A programação de óperas e espetáculos teatrais é intensa, mas quem quiser apenas conhecer um pouco mais do prédio de linhas neoclássicas com um sol gravado na fachada, como o da bandeira nacional, pode aproveitar uma das quatro visitas guiadas.</p><p>Ao fim da tarde, o movimento do Centro começa a cair drasticamente. É hora de seguir para a "Zona Sul" de Montevidéu, principalmente os bairros de Pocitos e Punta Carretas. Ali estão as melhores opções de hospedagem, bares e restaurantes da capital. Para um bom jantar, procure os restaurantes Francis e La Otra, em Punta Carretas. Se quiser agitação noturno, boa parte das indicações levará ao Pony Pisador, em Pocitos.</p><p><b>Sábado: Pôr do sol na orla ganha cores e sabor de doce de leite</b></p><p>Depois de algumas medias lunas e suco de pêssego, é hora de aproveitar o domingo. Se não estiver chovendo, o melhor a se fazer é curtir o parque e o litoral de Montevidéu. Aqui vale uma ressalva: o "mar" da cidade é na realidade o Rio da Prata, e só pinguins ou pessoas muito adaptadas a água bem fria costumam se aventurar num banho. Para uma caminhada na orla é bom levar um casaquinho.</p><p>Para quem gosta de compras, o principal programa de Montevidéu acontece aos domingo pela manhã, na Calle Tristán Sarvaja, no Centro. Toda a extensão da rua é tomada por uma grande feira, que vende de tudo um pouco, de alimentos a roupas. Mas o motivo de sua fama mora entre dois quarteirões, da Calle Cerro Largo à Avenida Uruguay. Nesse trecho estão as barraquinhas de antiguidades e itens de coleção. Antiquários e sebos também funcionam por ali.</p><p>Se bater perna e pechinchar não está na sua lista de atividades, uma boa opção são os parques da cidade. O mais próximo do Centro é o Batlle (pronuncia-se "báche"), onde estão importantes equipamentos esportivos da cidade, sobretudo o Estádio Centenário. Outra grande atração é o monumento La Carreta, que homenageia os colonos do interior do país.</p><p>A outra área verde da região é o Parque Rodó, numa das regiões mais valorizadas de Montevidéu, entre a área central e os bairros de Punta Carretas e Pocitos, junto à Rambla Presidente Wilson. O Rodó é dividido em duas partes. A maior delas é uma grande região verde, com muitas árvores, estátuas, fontes e um lago repleto de pedalinhos e pequenos botes.</p><p>O outro pedaço é um parque de diversões. Mas esqueça brinquedos modernos, simuladores ou coisas do tipo. Bem de acordo com o clima da cidade, os brinquedos mantêm aquela cara de antigamente: carrossel, barco-viking, bate-bate. Tem até trem-fantasma. Há alguns restaurantes, mas a graça é experimentar nas barraquinhas a típica comida de rua uruguaia: churros, choripán (pão com linguiça), chivitos (sanduíches de carne) e pancho (cachorro-quente).</p><p>Mas não coma muito. Aproveite que está ao lado de Pocitos e Punta Carretas para almoçar. Esses dois bairros concentram alguns dos melhores restaurantes da cidade. Se quiser comer outra coisa que não carne, para variar, o El Viejo y El Mar, de frutos do mar, e o italiano Da Pentella, são dois nomes tradicionais.</p><p>A "Zona Sul" de Montevidéu também tem os melhores shoppings da cidade, o Punta Carretas Shopping, que funciona no prédio que já abrigou a maior cadeia da capital, e o Montevideo Shopping, onde está o melhor cassino da cidade. Mas não convém desperdiçar uma tarde de sol quando se pode fazer a digestão caminhando pelos calçadões, as Ramblas, das praias do Rio da Prata.</p><p>De um pouco antes da Ciudad Vieja até Carrasco, na ponta oeste da cidade e onde fica o aeroporto internacional, Montevidéu tem 22 quilômetros de via costeira ininterrupta, que muda de nome diversas vezes. Cada trecho é conhecido como rambla e boa parte delas é acompanhada de um calçadão, onde se pode caminhar, correr, pedalar ou simplesmente sentar para apreciar o pôr do sol.</p><p>As ramblas mais populares são as Presidente Wilson, Mahatma Gandhi e República do Peru, justamente as que contornam o litoral beirando o Parque Rodó até o final da praia de Pocitos, a Ipanema local. Pelo caminho é provável que encontre alguma sorveteria Freddo, mas iguais a essas há aos montes em Buenos Aires. Procure a rede uruguaia La Cigale, compre um sorvete de dulce de leche, e aprecie o pôr do sol. Se às vezes Montevidéu se mostra em preto e branco, nesse momento, seu colorido é inesquecível.</p><p><b>Domingo: Futebol e batucada... na terra do tango</b></p><p>Duas grandes paixões brasileiras são traços importantes também da cultura de Montevidéu. Futebol e carnaval são coisa séria e podem ser ótimos programas num fim de semana para aqueles que não vivem sem um ou outro (ou sem os dois).</p><p>Palco da primeira Copa do Mundo, em 1930, vencida pela seleção da casa, o Estádio Centenário é a materialização do futebol uruguaio. Localizado no centralíssimo Parque Battle, o estádio é a casa das duas equipes mais populares do país, Peñarol e Nacional (que também manda jogos no acanhado Parque Central, a poucos quilômetros dali). Então a chance de haver ao menos uma partida no fim de semana é grande.</p><p>Conseguir ingressos costuma ser fácil, mesmo em jogos importantes. Mas o visitante deve esperar encontrar um estádio, digamos, mais vintage, com arquibancadas de cimento e a céu aberto. Mas aí está exatamente a graça. E mesmo que o jogo não esteja bom, há certeza de show na arquibancada, com cantos variados, muitas vezes cheios de provocações ao rival.</p><p>É pena que o Museu do Futebol, que funciona dentro do estádio, só abre suas portas para os visitantes de segunda a sexta-feira. Não dispõe de tantos recursos quanto o museu dedicado ao esporte no estádio do Pacaembu, em São Paulo, mas tem história de sobra.</p><p>Os montevideanos se orgulham ao dizer que seu carnaval, de 40 dias no começo do ano, é o mais longo do mundo. Muito da fama da folia uruguaia vem do candombe, a batucada quase hipnótica (o ritmo de origem africana lembra às vezes o batuque baiano) que pode ser ouvida nas ruas de parte da cidade durante todo o ano. Sobretudo no Barrio Sur e em Palermo, bairros colados ao Centro e a Ciudad Vieja.</p><p>Esses bairros estão para Montevidéu como a Pedra do Sal e a Praça Onze para o Rio. Ali foi o grande polo de cultura negra da cidade e essa herança sobrevive muito em parte ao candombe. Seus desfiles, ou <i>llamadas</i> (chamadas), concentram dezenas de ritmistas, que saem em marcha durante o carnaval. Mas muitos desses grupos se reúnem durante todo o ano, quase sempre aos sábados à tarde, para ensaiar ou apenas se divertir. Depois de tanto tango, topar com uma batucada boa ao dobrar uma esquina é como comemorar um gol no Centenário.</p><p><b>Serviço:</b></p><p><b>Onde comer:</b></p><p><i>Mercado del Puerto:</i> Piedras 237, Ciudad Vieja. <a rel="external" href="http://mercadodelpuerto.com.uy/">mercadodelpuerto.com.uy</a></p><p><i>Café Brasilero:</i> Ituzaingó 1.447, Ciudad Vieja. Tel.(0598) 2915-8120.</p><p><i>El Viejo y El Mar:</i> Rambla Gandhi 400, Punta Carretas. Tel. (0598) 2710-5704.</p><p><i>Da Pentella:</i> Luis de la Torre 598, Punta Carretas. Tel. (0598) 2712-0981. <a rel="external" href="http://dapentella.com.uy/">dapentella.com.uy</a></p><p><i>La Otra:</i> Tomas Diago 758, Pocitos. Tel. (0598) 711-3006. <a rel="external" href="http://laotraparrilla.com/">laotraparrilla.com</a></p><p><i>Francis:</i> Luis de la Torre 502, Punta Carretas. Tel. (0598) 2711-8603. <a rel="external" href="http://francis.com.uy/">francis.com.uy</a></p><p><b>Noite:</b></p><p><i>Baar Fun-Fun:</i> Ciudadela 1.229. Tel. (0598) 2915-8005. <a rel="external" href="http://barfunfun.com/">barfunfun.com</a></p><p><i>El Pony Pisador:</i> José Iturriaga 3.497. Tel. (0598) 2915-7470. <a rel="external" href="http://elponypisador.com.uy/">elponypisador.com.uy</a></p><p><b>Passeios</b></p><p><i>Teatro Solís:</i> Reconquista com Bartolomé Mitre. Visitas de terça a sexta-feira e aos domingos, às 11h, às 12h e às 16h. Aos sábados, também às 13h. Preço: 40 pesos uruguaios (em torno de R$ 4). <a rel="external" href="http://teatrosolis.org.uy">teatrosolis.org.uy</a></p><p><i>Museu Torres Garcia:</i> De segunda a sexta-feira, das 9h30m às 19h30m. Sábados das 10h às 18h. Domingos, fechado. Ingresso: 60 pesos uruguaios. Peatonal Sarandí 683, Ciudad Vieja. Tel. (0598) 2916-2663. <a rel="external" href="http://torresgarcia.org.uy">torresgarcia.org.uy</a></p><p><i>Museu do Carnaval:</i> De terça-feira a domingo, das 11h às 17h. Ingresso: 45 pesos uruguaios. Rambla 25 de Agosto 218, Ciudad Vieja. Tel. (0598) 2916-5493.</p>]]></description><pubDate>2012-03-23 19:55:23</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=719332&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/montevideu-uma-capital-moda-antiga-4398348]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=719332&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/montevideu-uma-capital-moda-antiga-4398348]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Centenário café madrilenho corre o risco de fechar]]></title><description><![CDATA[<p>MADRI - Epicentro da cultura intelectual dos cafés madrilenhos, o centenário Cafe Gijon sobreviveu à Guerra Civil, à ditadura de Franco e à era digital, mas pode ser extinto em uma batalha de apostas sobre o aluguel de sua varanda na calçada, na avenida Recoletos. A licença para usar o espaço expirou e a prefeitura de Madri a colocou em leilão, como o faz a cada dez anos. A equipe do café, composta por 44 pessoas, teme que o Cafe perca a licença e, sem a renda da varanda (que possui cardápio e entrada independentes), o espaço vá à falência.</p><p>A mídia local já prevê que a batalha está perdida. Empresários estariam interessados no espaço e teriam oferecido uma soma maior. Mas a prefeitura não confirma a decisão.</p><p>Gigantes da literatura espanhola, como o poeta e dramaturgo Federico García Lorca e os escritores da geração de 98 Pio Baroja e Camilo Jose Cela sentaram nas mesas de mármore branco na larga calçada da Recoletos. Laureado com o prêmio Nobel por seu livro âA Colmeiaâ, Cela se inspirou nas âtertuliasâ, ou debates políticos e culturais que até hoje ocorrem no café, que abriu em 1888. Antigamente, Ava Gardner, Truman Capote e Orson Welles passavam por lá. Escritores contemporâneos como Francisco Umbral e Arturo Perez-Reverte ainda frequentam o lugar.</p>]]></description><pubDate>2012-03-22 16:33:23</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=718016&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/centenario-cafe-madrilenho-corre-risco-de-fechar-4385990]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=718016&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/centenario-cafe-madrilenho-corre-risco-de-fechar-4385990]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novos voos, mais baratos, levam a Côte DâAzur, na França]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Chegar a uma das regiões mais cobiçadas da França está custando menos. A companhia aérea barateira Easyjet lançou uma base de operações em Nice, na Côte DâAzur. Os novos voos vão ligar Nice a Barcelona, Bordeaux, Lille, Nantes - as quatro, a partir de 30 de março -, além de Nápoles e Veneza (dia 31 de março) e Toulouse (dia 26 de março). Com sete novos destinos, a empresa espera incrementar em 200 mil o número de passageiros neste ano. Os bilhetes custam a partir de 19 euros. </p><p>Para comemorar, a empresa estampou um logo nas aeronaves: âLa France au coeurâ (traduzindo, a França no coração).</p>]]></description><pubDate>2012-03-21 20:03:58</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=716197&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novos-voos-mais-baratos-levam-cote-dazur-na-franca-4378287]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=716197&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novos-voos-mais-baratos-levam-cote-dazur-na-franca-4378287]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Hostel aberto em Botafogo tem bar para gringos e cariocas]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Por fora, o que se vê ao passar em frente ao número 91 da Rua Pinheiro Guimarães, em Botafogo, é um discreto muro com portão de ferro. Olhando um pouco para cima, um retalho harmônico de azulejos coloridos na fachada da casa chama a atenção, dando um gostinho do que se esconde ali. Ao entrar no mais novo hostel da cidade, o .oztel(assim com "ponto" mesmo), saltam aos olhos espaços salpicados de móveis irreverentes, ideias simples e inusitadas, intervenções com frases curtas pelas paredes... um mix que deixa os ambientes, acima de tudo, divertidos.</p><p>Diversão é mesmo um dos lemas dos sócios, amigos e festeiros por trás do lugar que abriu em soft opening há pouco mais de uma semana. O novo negócio cresceu e amadureceu em conversas de bar regadas a comes e bebes. Foi numa dessas que Andrea Franco (produtora artística), Fernando Blower (advogado), Fabio Battistella (chef) e Paolo Kury (engenheiro agrônomo) decidiram priorizar o princípio que turista que procura albergue busca interação e entretenimento.</p><p>â A gente quer abrigar mostras, fazer vernissages, aulas de coquetelaria e abrir para pequenas festas, como aniversários â conta Andrea Franco. â A ideia é juntar turistas a cariocas, trazer o morador da cidade também e criar um ambiente people friendly.</p><p>Para os hóspedes, há dois andares com quartos. A capacidade é para 50 pessoas e os preços das diárias variam de R$49 a R$250. No segundo andar, ficam os cômodos coletivos, quatro ao todo, com os habituais beliches. Já o terceiro é reservado a seis suítes para casais. Cada uma foi batizada com um nome diferente, escrito na porta, que serve de inspiração para a decoração.</p><p>Este item, aliás, rende parágrafos à parte. Mas, primeiro, nada de chamar de decoração. O artista plástico e fotógrafo Felipe Morozini, convidado para "preencher" o espaço de quase 500 metros quadrados assinado pela arquiteta Ana Slade, prefere dar o nome de "direção criativa". Não houve nenhum desenho ou projeto formal, tampouco móveis de design renomado.</p><p>â A arte está inserida no ambiente, não entra como um elemento decorativo. Todo móvel ou objeto tinha que estar ali, como por vontade própria â divaga Felipe. â Muita coisa foi construída lá e não apenas comprada.</p><p>Uma delas é a grande luminária da sala de televisão. De um passeio pela Saara, o artista voltou cheio de cacarecos, entre eles um regador, uma pá, uma máscara e um aviãozinho. Deu um banho de tinta branca em tudo, pendurou num aro de roda de bicicleta, passou a fiação e assim foi feito o grande lustre que ilumina o ambiente.</p><p>Por todos os cantos, há diversas ideias que estimulam quem adora se arriscar no faça você mesmo. A parede de uma das suítes, por exemplo, ganhou listras grossas e irregulares na cor azul. De longe, parece papel de parede. Na verdade, elas (as listras) foram feitas com pneus pintados de azul e passados pela parede.</p><p>Outra boa ideia fácil de reproduzir são as gaiolas de passarinho que fazem as vezes de abajur na suíte Paquetá. Ou a simples pintura colorida da porta dos armários de ferro nos quartos coletivos, que deu outra cara ao móvel sem graça.</p><p>Felipe Morozini convidou ainda amigos e artistas para dar pitaco nos ambientes. Um deles foi Deco que, na mesma suíte Paquetá, fez uma pintura praiana com árvores e tucanos na parede. O artista mora na ilha da Baía de Guanabara. Já o grafiteiro Matias Picon escolheu alguns corredores para deixar sua marca, com desenhos de mulheres e bichos.</p><p>O coletivo paulista Amor de Madre, turma que fica no Jardins, assina uma suíte inteira. Paredes em azul e rosa, anões e pequenas maçãs dão um ar meio conto de fadas ao quarto.</p><p>Algumas peças divertidas feitas especialmente para lá também ditam o tom da decoração. A artista Bibi, por exemplo, desenvolveu latões que servem de banco ou mesa nos quais brincou com marcas-ícones dos cariocas, como o talco Granado (que numa brincadeira virou Gramacho). Outro traz estampado o nome do albergue em cima do logo do biscoito Globo. O trabalho da artista é vendido na Micasa, em São Paulo.</p><p>O designer Maurício Arruda passou até a comercializar as luminárias boladas para o hostel, que são feitas com lâmpadas embutidas em embalagens de detergentes e afins.</p><p>â Temos ainda objetos, móveis e quadros que eram da gente â conta Andrea. â Fizemos um garimpo por nossos acervos pessoais. As cadeiras de balanço daquelas bem tradicionais da vovó que ficam no térreo, por exemplo, eram do Fernando e do Fabio. A gente mandou pintar aqui ao lado.</p><p>A parte dos fundos da propriedade reserva uma surpresa aos hóspedes mais aventureiros. É que o terreno da casa, onde já funcionou uma clínica psiquiátrica e uma pet shop, compreende 120 metros de mata, até o Morro dos Cabritos. A turma resolveu aproveitar o verdão e firmou uma parceria com uma empresa especializada em esportes radicais.</p><p>â A escadinha que sobe pela mata vai levar a uma trilha, com direito a rapel, muro de escalada e tree climbing (escalada em árvore) â conta Fernando Blower.</p><p>No pátio que fica na entrada da casa funciona o bar â que tem caixotes de feira no lugar de estantes â e uma sanduicheria aberta a qualquer um que queira pedir uma das dez opções boladas por Fabio Battistella, famoso pelos potinhos dos chamados gastrobares Meza Bar e Doiz, ali perto, também em Botafogo.</p><p>â Isso aqui é o resultado de uma grande suruba de amigos. No sentido de mistura, tá? â define Fabio. â Nós sócios somos amigos, a música que toca pela casa toda é dos amigos da Radio Ibiza, o Felipe Morozini é um amigo, tem um drinque no cardápio de uma amiga, do Miam Miam...</p>]]></description><pubDate>2012-03-19 13:31:53</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=711411&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hostel-aberto-em-botafogo-tem-bar-para-gringos-cariocas-4351596]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=711411&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hostel-aberto-em-botafogo-tem-bar-para-gringos-cariocas-4351596]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Boa Viagem lança página no Facebook]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Para poder trocar ainda mais informações com outros apaixonados por viagens, acabamos de lançar nossa página no Facebook (<a rel="external" href="http://facebook.com/BoaViagemOGlobo">facebook.com/BoaViagemOGlobo</a>), onde podemos tirar dúvidas dos leitores em relação ao conteúdo compartilhado, oferecer mais dicas aos viajantes e também anotar as sugestões de quem voltou recentemente de viagem. Outra ferramenta disponível na rede social é a das enquetes, pela qual será possível perceber algumas das preferências dos leitores e trazer as ideias de pautas que surgem ali para as páginas da revista. A ideia é criar um ambiente de troca de informações entre a equipe e os leitores, principalmente de dicas que nem sempre cabem nas edições impressas de quinta-feira ou mesmo no site.</p><p>Basta curtir a página no Facebook para receber na sua timeline publicações com algumas das matérias da semana, incluindo álbuns de fotos inéditas, vídeos exclusivos, links para sites e blogs de assuntos relacionados. Reportagens especiais de acervo, produzidas no Brasil e em países dos cinco continentes, também vão ser lembradas aqui e ali, diariamente, para inspirar os planos de férias ou simplesmente de uma rápida escapada. Notas curtas do que está acontecendo no mundo, como aberturas de exposições, inaugurações de museus, festivais e outros eventos vão auxiliar a programação de quem estiver em trânsito ou prestes a viajar. Vale lembrar que a estreia do Boa Viagem nas redes sociais foi no twitter. Lá, os 140 caracteres anunciam as matérias publicadas no site, notícias relacionadas a viagens, companhias aéreas, aeroportos e destinos turísticos.</p><p>A equipe do Boa Viagem também tem um blog, o Blog de Bordo onde compartilha um pouco do cotidiano da redação, das viagens e de outros sites, e além de notícias relacionadas a turismo e outros dados complementares às reportagens.</p><p><b>No Facebook:</b> <a rel="external" href="http://facebook.com/BoaViagemOGlobo">facebook.com/BoaViagemOGlobo</a></p><p><b>No Twitter:</b> <a rel="external" href="http://twitter.com/BoaViagemOGlobo">twitter.com/BoaViagemOGlobo</a></p><p><b>Blog de Bordo:</b> <a rel="external" href="http://oglobo.com.br/blogs/bordo">oglobo.com.br/blogs/bordo</a></p>]]></description><pubDate>2012-03-16 14:17:49</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=706651&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/boa-viagem-lanca-pagina-no-facebook-4329399]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=706651&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/boa-viagem-lanca-pagina-no-facebook-4329399]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Baixa temporada começa com descontos de até 70% em viagens]]></title><description><![CDATA[<p>RIO â Mesmo com a recente alta do dólar, viajar começa a ficar mais barato dentro e fora do país. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), a baixa temporada significa promoções de até 70% em passagens aéreas para clientes que optarem por antecedência e flexibilidade de datas e horários. Empresas aéreas já começaram a anunciar promoções em seus sites e pacotes turísticos também estão mais atrativos, com uma média de 40% a 50% mais em conta.</p><p>â Em alguns casos, há tarifas aéreas com até 95% de desconto em promoções, mas isso não acontece em grandes feriados â afirma o vice-presidente da Abav Nacional, Edmar Bull.</p><p>As operadoras de turismo também anunciam tempos de oportunidades. Segundo Marco Ferraz, da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), é possível gastar metade do que na alta temporada para pacotes para Cancún e Punta Cana. As ilhas do Caribe costumam ser muito procuradas durante o inverno no hemisfério norte, que atrai levas de turistas à procura de calor. Agora, começa a temporada de descontos.</p><p>â São destinos top e que saem por cerca de US$ 1.500 por um pacote de sete noites com passagem e hospedagem em resort. Na alta podem custar até 40% a mais â afirma Ferraz.</p><p>As condições também são interessantes para quem optar por pacotes de quatro noites para Portugal e Espanha e que chegam a no mínimo US$ 2.000 na alta, ainda segundo Ferraz.</p><p>Já viagens para os Estados Unidos continuam com forte demanda e sem muitas alterações nos preços.</p><p>Segundo Bull, da Abav Nacional, a estimativa é que as vendas de pacotes experimente um crescimento de até 12% neste ano, com aceleração do turismo corporativo e de eventos.</p><p>A exceção, afirmam especialistas, fica por conta de cidades como o Rio de Janeiro ou São Paulo que vão sediar grandes eventos neste ano, como a Rio + 20, em junho.</p><p>â Em feriados, tanto no Rio quanto em SP, há oferta hoteleira insuficiente durante grandes eventos â explica Ferraz, da Braztoa.</p><p>Ele afirma que apesar dos descontos, as passagens aéreas estão cerca de 10% a 15% mais caras em março deste ano em relação ao ano passado. Últimos dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelam que a demanda doméstica (passageiros por quilômetros pagos transportados) cresceu 7,77% em janeiro frente ao mesmo período do ano passado.</p><p>â O mercado está desacelerando, mas continua aumentando frente ao mundo. Tendo em vista os aspectos econômicos, da indústria que está caindo também, tudo isso está atrelado ao transporte aéreo. No momento todas as tendências são de decréscimo â afirma Ronaldo Jenkis, do Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias (Snea).</p><p>De olho na baixa temporada, a CVC lançou na última semana uma promoção de 500 mil lugares com descontos que variam entre 30% e 40%. A promoção tem embarques previstos para os meses de março, abril e início de maio, para pacotes rumo aos mais de 50 destinos no Brasil e América do Sul.</p>]]></description><pubDate>2012-03-16 08:27:22</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=706653&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/economia/baixa-temporada-comeca-com-descontos-de-ate-70-em-viagens-4325893]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=706653&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/economia/baixa-temporada-comeca-com-descontos-de-ate-70-em-viagens-4325893]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novas opções de voo para Havana, em Cuba]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - A partir do próximo dia 30 de março, a Avianca passará a ligar Bogotá, na Colômbia, a Havana, em Cuba. Os voos diretos sairão da capital colombiana às segundas e sextas-feiras, às 9h43m, e chegarão à ilha no mesmo dia, às 13h30m. O retorno, também às segundas e sextas, será às 18h15m, com chegada em Bogotá às 20h30m. Para os brasileiros, na ida, é necessário dormir uma noite em Bogotá. Os horários de volta permitem uma conexão rápida. Os voos serão operados com um Airbus A319, com capacidade para 120 passageiros. Outra companhia aérea que leva do Brasil a Cuba é a Copa Airlines, que oferece voos diários, com conexões na Cidade do Panamá.</p>]]></description><pubDate>2012-03-14 22:01:36</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=704042&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novas-opcoes-de-voo-para-havana-em-cuba-4311370]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=704042&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novas-opcoes-de-voo-para-havana-em-cuba-4311370]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Guiazinho de viagem na rede]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Mudas extras de roupinhas, mamadeiras, chupetas, fraldas, remédios, brinquedos, biscoitos, muita manha e choro. Quem é mãe sabe: viajar com crianças exige muita disposição e coragem. Mas enquanto muitas se negam a embarcar nessa aventura, existe a turma que experimentou, gostou e não para mais. São pais que carregam os pequenos para qualquer canto e, empolgados com os roteiros desbravados, criaram blogs para incentivar e dar todas as dicas a outras famílias.</p><p>Os guias virtuais vão muito além de resorts, fazendas e parques de diversões que fazem, sem erro, a alegria da criançada. No Kids na Estrada (<a rel="external" href="http://viajandocompimpolhos.wordpress.com">kidsnaestrada.blogspot.com</a>), por exemplo, há listas de mesquitas curtidas pelos filhos na Turquia, a experiência de um mergulho em Fernando de Noronha e o passeio pela seção infantil da Biblioteca de Alexandria, no Egito. Tudo relatado pelas jornalistas Cristiana Sousa Cruz e Luisa Prado (cada uma tem dois filhos), com contribuições de amigos aventureiros.</p><p>â Meu medo era não poder mais viajar depois que tive filhos. Com planejamento e conhecendo bem o gosto e o ritmo deles, dá tudo certo â garante Cristiana. â E eles acabam surpreendendo. Lembro que na China foi difícil me adaptar à comida, enquanto Luca, então com 3 anos, adorou tudo e viciou no pastelzinho wong tong.</p><p>Os geógrafos Marcos e Fernanda Lima são ainda mais ousados. Nunca deixaram de lado o estilo mochileiro de explorar outras terras por causa de Cristiano, 8 anos de idade â e de estrada. Apaixonados pela América do Sul, o trio já andou por lugares como as Ilhas Flutuantes dos Uros, no Peru, e o Salar de Uyini, na Bolívia. Longos trajetos de carro ou ônibus e hospedagem em alojamentos não perturbam ou afugentam a família.</p><p>â Para o transporte, a dica é ter sempre em mãos DVD portátil, lanches, remédio para enjoo e criatividade para inventar brincadeiras tipo contar os carros de tal cor â diz Marcos, que relata tudo no blog <a rel="external" href="http://familianatrip.blogspot.com">familianatrip.blogspot.com</a>.</p><p>Os conselhos valem também para viagens de avião, terror de muitas mães (e passageiros, diga-se). Algum "item surpresa", como um novo livro ou uma cartela de adesivos, também pode garantir bons momentos de tranquilidade. É um dos truques da francesa Sut-Mie Guibert, filha de francês com chinesa e autora do blog <a rel="external" href="http://viajandocompimpolhos.wordpress.com">viajandocompimpolhos.wordpress.com</a>. Sozinha com as duas filhas â Clara, de 4 anos, e Nina, de 6 meses â, ela acaba de encarar cinco horas de voo da Bolívia até o Rio.</p><p>â Os amigos me acham louca, mas no exterior é muito natural viajar com os filhos â diz.</p><p>Para facilitar a locomoção, seja pelas praias brasileiras (há uma relação no blog das melhores para se ir com crianças), pela Grécia ou pela Argentina, Sut-Mie sempre leva o carrinho modelo "guarda-chuva", facilmente despachado no avião:</p><p>â Ajuda a carregar as bolsas e permite que a criança durma em qualquer hora e lugar.</p><p>Há ainda os blogs que nasceram de experiências mais radicais do que uma simples viagem. A jornalista Fernanda Paraguassu fuçou todos os cantos de Buenos Aires e arredores quando se mudou para lá, em 2009, com os filhos Gabriel, hoje com 8 anos, e Manuela, de 5. Passou a escrever sobre suas andanças em <a rel="external" href="http://buenosairesparaninos.blogspot.com">buenosairesparaninos.blogspot.com</a>, que inclui a programação atual da cidade, como uma exposição de brinquedos em cartaz no Museo de la Ciudad, em San Telmo.</p><p>O Chile é outro que ganhou um blog inteirinho dedicado a ele (<a rel="external" href="http://chileparacriancas.blogspot.com">chileparacriancas.blogspot.com</a>), com as viagens de Cinthia Marino, formada em Marketing, e sua filha Sofia, de 5 anos. A menina também opina por lá. As duas passam um ano sabático no país e já conheceram do Norte ao Sul, do Atacama à Patagônia. Para Cinthia, o segredo é mesclar programas de adulto com os de criança. Quando os dois se encontram...</p><p>â Descobrimos uma vinícola kids friendly no Valle de Casablanca, perto de Santiago, com comida para criança, lugar para desenhar, passeio de trator. Ótimo â conta.</p><p>Outro destino marcante para ambas foi a Ilha de Páscoa, lembra Cinthia:</p><p>â A história do lugar é muito interessante, foi enriquecedor para a Sofia. Ela gostou tanto que pediu sua próxima festa de aniversário com o tema Rapa Nui.</p>]]></description><pubDate>2012-03-14 21:12:03</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=704045&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/guiazinho-de-viagem-na-rede-4311109]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=704045&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/guiazinho-de-viagem-na-rede-4311109]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Ciência ajuda a explicar por que comida de avião é tão ruim]]></title><description><![CDATA[<p>NOVA YORK â Quase todo mundo concorda: comida de avião é muito ruim. Mas as companhias aéreas não são as únicas culpadas por isso â a biologia está contra elas. Segundo uma reportagem do âNew York Timesâ, um dos motivos para que tenhamos a impressão de que ninguém se preocupou em tentar cativar o paladar dos passageiros é que não conseguimos sentir plenamente o gosto da comida quando estamos em grande altitude.</p><p>O problema é que o olfato, um importante coadjuvante nesta história, e o paladar ficam tão prejudicados nas alturas que é difícil distinguir o que é doce, salgado, amargo ou azedo. Mesmo antes de a aeronave decolar, a atmosfera dentro da cabine resseca o nariz. E, enquanto ao avião sobe, a mudança na pressão atmosférica entorpece cerca de um terço de nossas mais de dez mil papilas gustativas. Assim que se atinge uma altitude de cruzeiro de cerca de 12 mil metros, os níveis de umidade da cabine são mantidos baixos devido ao design do aparelho, concebido com a intenção de reduzir o risco de corrosão da fuselagem. Em pouco tempo, o nariz e as papilas gustativas estão ainda mais entorpecidos.</p><p>Tudo isso explica por que sucos de tomate são mais palatáveis em aviões: o fruto parece menos ácido no ar do que em terra firme â como descobriu a companhia alemã Lufthansa depois de encomendar uma pesquisa científica para saber a razão de seus clientes consumirem tanto suco de tomate quanto cerveja. Ajuda a entender, também, por que as companhias tendem a salgar e a apimentar muito a comida, além de servir vinhos muito encorpados. Sem esses extras, a refeição pareceria (ainda mais) sem graça.</p><p>Não só os passageiros de avião sofrem com este problema: os astronautas também padecem, provavelmente, por razões biológicas semelhantes. Depois que o gestor do sistema de alimentação da Nasa começou a pedir enormes quantidades de molho picante, o órgão começou a suspeitar que o inchaço dos seios da face que ocorre em gravidade zero pudesse estar interferindo na habilidade dos astronautas de sentir cheiros e gostos. Agora, estão em curso estudos que reproduzem, com voluntários, este efeito na Terra.</p><p>Para quem costuma viajar de avião, a notícia, diz o âNew York Timesâ, é que as companhias aéreas estão investindo no aprimoramento de suas refeições, que (também é consenso) pioraram sensivelmente nos últimos anos. Pelo menos para os passageiros da executiva e da primeira classe a situação deve melhorar. A americana Delta Airlines, por exemplo, contratou o conceituado chef Michael Chiarello. E a Korean Air tem uma fazenda de onde vêm suas carnes e seus vegetais orgânicos. Espera-se que estes esforços sejam recompensados.</p>]]></description><pubDate>2012-03-14 06:00:00</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=702952&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/saude/ciencia-ajuda-explicar-por-que-comida-de-aviao-tao-ruim-4300890]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=702952&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/saude/ciencia-ajuda-explicar-por-que-comida-de-aviao-tao-ruim-4300890]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Dylan e Burton levam cultura pop aos museus parisienses]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Um compositor e um diretor de cinema americanos prometem levar muita gente aos museus de Paris nos próximos meses são. Fotos inéditas e memorabilia reveem o início da carreira de Bob Dylan na Cité de la Musique. E as várias as facetas de Tim Burton tomam a Cinemateca.</p><p>O bebê azul cheio de cicatrizes e flechas cravadas fez sua estreia no Museu de Arte Moderna de Nova York e passou por outras capitais até chegar à Cinemateca Francesa nesta semana. Pinturas, ilustrações, protótipos e fotografias mostram como o diretor do clássico "Edward Mãos de Tesoura" (1990) desenvolveu uma estética própria, com referências góticas e surrealistas, em diferentes formas de expressão. São mais de 700 trabalhos que cobrem 27 anos de carreira. Fica em cartaz até 5 de agosto.</p><p>Já Dylan tem documentada uma fase bem definida: entre 1961 e 1966, quando o compositor lançou seus sete primeiros álbuns, entre eles "Blonde on blonde" (1966). Fotos inéditas de Daniel Kramer, vídeos e objetos ajudam a explicar o que o transformou em um mito da música. Até dia 15 de julho.</p>]]></description><pubDate>2012-03-09 14:13:27</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=695688&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/dylan-burton-levam-cultura-pop-aos-museus-parisienses-4268497]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=695688&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/dylan-burton-levam-cultura-pop-aos-museus-parisienses-4268497]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Austrália relança portal de turismo em português]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Dicas de roteiros longos e curtos, hotéis, restaurantes, eventos e outras informações utilitárias são alguns dos chamarizes do portal que a Tourism Australia relançou nesta semana em português, o <a rel="external" href="http://australia.com/">Australia.com</a>. Com versões em mais 16 idiomas, o site tem uma boa gama de informações gerais sobre cada região do país, tornando mais fácil decidir os roteiros por lá. Entre os passeios curtos, por exemplo, há âtrês dias na Costa de Ouroâ (onde existe um parque Sea World), e trilogias em Perth, Adelaide, Cairns, Brisbane, Melbourne, Sydney, entre outros. Os longos são de três semanas e também abordam essas regiões. Mapas, notícias e integração com as ferramentas de mídias sociais facilitam o uso da ferramenta.</p><p>- Desde que lançamos o site, há quatro anos, a página triplicou em tamanho e versões em outras línguas, recebendo cerca de 930 mil visitas por mês - disse que o diretor do Tourism Australia, Andrew McEvoy, que estima que 50% dos turistas têm usado canais digitais para programar as férias.</p>]]></description><pubDate>2012-03-08 20:01:20</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=694023&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/australia-relanca-portal-de-turismo-em-portugues-4263390]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=694023&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/australia-relanca-portal-de-turismo-em-portugues-4263390]]></link></item> <item> <title><![CDATA[As últimas cidades da Terra]]></title><description><![CDATA[<p>PUNTA ARENAS, CHILE - Ter sua cidade chamada de fim de mundo pode ofender a maior parte dos cidadãos do planeta. A não ser que eles tenham domicílio em um par de municípios na Terra do Fogo, no extremo sul do continente. Para moradores de Puerto Williams, no Chile, e Ushuaia, na Argentina, o que poderia parecer pejorativo se torna um importante instrumento de marketing. A briga pelo título de âcidade mais austral do mundoâ pode ser comparada a discussões insolúveis, como âPelé ou Maradonaâ ou âpisco chileno ou peruanoâ. Geograficamente falando, a pitoresca Puerto Williams está de fato mais ao sul. Do lado oposto do Canal Beagle, os defensores de Ushuaia, com seu charme alpino e ótima estrutura turística, consideram a concorrente apenas um povoado. O que não se discute é que Punta Arenas, a principal cidade da Patagônia chilena, é o ponto de partida mais interessante para esses dois destinos. Só que lá eles não aceitam ser chamados de fim do mundo.</p><p><b>Fim do mundo sim, com muito orgulho</b></p><p>Da varanda de sua casa, Alejandro Nielsen, de 77 anos, comenta sobre Puerto Williams, 24 anos mais jovem que ele e a cidade mais austral do mundo, segundo os chilenos:</p><p>â A cidade está crescendo. Recebemos gente de todo o mundo, há bastante movimento. Quando eu era jovem, via só pescadores e índios passando de um lado para o outro em suas canoas â conta, acompanhado por sua ovelha de estimação, Suazo, batizada em homenagem ao goleador chileno.</p><p>À primeira vista, é um tanto difícil notar nas poucas e quase sempre vazias ruas da cidade o tal movimento ao qual señor Nielsen se refere. Mas Puerto Williams está sim se desenvolvendo graças à abundância de opções de atividades ao ar livre na Ilha Navarino, ao sul do Canal Beagle. Cavalgadas, caminhadas e escaladas são algumas das opções.</p><p>A grande atração natural da ilha é a cadeia de montanhas batizada de Dientes de Navarino. Os circuitos de trekking, de até sete dias, são bastante populares, mas há quem vá até lá pescar ou praticar mountain bike, por exemplo. Hotéis, como o Lakutaia, costumam oferecer pacotes incluindo essas atividades.</p><p>Já o charme do núcleo urbano é sua cara de âfim de mundoâ, com um punhado de ruas e casas padronizadas, onde vivem pouco mais de dois mil habitantes â a maioria militares e funcionários públicos. O tamanho de Puerto Williams é o motivo de sua condição de cidade ser tão discutida. Nem mesmo ser a capital da província da Antártica Chilena dá o lugar alguma pompa.</p><p>Um passeio pelo centro pode começar pelo interessantíssimo Museu Antropológico Martin Gusinde. Os costumes indígenas de yamanas e onas, as principais etnias da Terra do Fogo, são o tema central do museu, que é gratuito. Espaços interativos ensinam também a história dos europeus ali, desde as navegações de Fernão de Magalhães, no século XVI, e sobre fauna e flora fueguina. Logo na entrada, o visitante se depara com uma ossada de baleia.</p><p>A partir dali, o passeio pode prosseguir pelo calçadão da Avenida Costanera. É nessa via que fica o píer turístico da cidade, de ondem partem excursões pelo Beagle, para o Cabo de Hornos e até a Antártica. De lá saem barcos também para a margem argentina do canal. A caminhada termina na Villa Ukika, onde vivem famílias descendentes de yamanas. O artesanato feito ali mesmo e a possibilidade de conhecer mais sobre a vida indígena fazem do local um dos mais visitados de Puerto Williams.</p><p>À noite, o pouco movimento das ruas cai drasticamente. Mas encarar o frio tem suas recompensas, como o recém-aberto bar e restaurante Árbol. Quem passa pela rua vê apenas um bistrô, com poucas mesas e cozinha aparente. Mas nos fundos funciona um misto de bar e centro cultural, com paredes cobertas de pinturas e grafites. Os frequentadores se acomodam em mesas e bancos feitos de troncos de árvores, pufes e até redes. Num clima de jam session de músicos locais e visitantes, há apresentações ao vivo, com repertório que vai do cancioneiro tradicional chileno à versão mais austral do mundo de âAi se te pegoâ. Prova de que nem o fim do mundo é tão longe quanto se imagina.</p><p>Apesar de estar de frente para Ushuaia, a maneira mais fácil e regular de chegar a Puerto Williams é partindo de Punta Arenas, capital regional de Magallanes e Antártica Chilena e cidade de passagem para quem vai explorar o extremo sul chileno ou, um pouco mais ao norte, o Parque Torres del Paine. Sua localização estratégica permitiu que fosse usada como base para as operações de resgate dos integrantes da missão científica do Brasil na Antártica. E de seu aeroporto partem voos de segunda-feira a sábado para Puerto Williams.</p><p>Ao contrário do povoado da ilha Navarino, Punta Arenas é uma cidade robusta, com história. Fundada em 1848, foi o principal porto da rota Atlântico-Pacífico pelo Estreito de Magalhães, antes da criação do Canal do Panamá. Os sinais da riqueza daquela época ainda são visíveis, como os palacetes ao longo da Avenida Colón ou ao redor da Plaza Muñoz Gamero.</p><p>Nesta praça, onde acontece nos finais de semana uma simpática feira de artesanato, está o monumento mais popular da cidade, inaugurado em 1920 em homenagem aos 400 anos da travessia de Magalhães pelo estreito que leva seu nome. O navegador português é o personagem central do monumento, mas todos que vão até lá fazem questão de tocar no pé de uma figura indígena. Os navegantes antigos acreditavam que quem tocasse na estátua retornaria em segurança ao porto. O hábito foi passado aos turistas.</p><p>Para conhecer um pouco mais da história local, um dos melhores lugares é a construção mais emblemática da cidade, o Palácio Braun-Menéndez, oficialmente batizado de Museu Regional de Magallanes. O casarão construído pela família mais influente da região hoje é aberto à visitação e expõe, além de móveis e decoração da pomposa virada dos séculos XIX para XX, peças de embarcações e fortes antigos, que marcaram a história de Punta Arenas.</p><p>Mas se perguntar a qualquer morador da cidade onde se deve ir, a resposta será quase sempre a mesma e um tanto inusitada: o cemitério municipal. Mas os motivos são fáceis de entender. Para começar, as centenas de ciprestes podados em formato cônico, de mais de três metros de altura, dão ares de labirinto ao lugar e, ao mesmo tempo, certa vida ao local. A beleza de memoriais, como os destinados aos policiais, e das famílias ricas, como os Braun-Menéndez, justifica parte dessa fascinação.</p><p>Uma visita ao cemitério ajuda a entender também a complexa malha cultural de Punta Arenas. Há setores inteiros destacados às famílias de imigrantes europeus, principalmente croatas, o que explica porque neste ponto do Chile há quase tantos sobrenomes terminados em âicâ quanto nos Balcãs.</p><p><b>Entre o mar e as montanhas, a baía profunda dos yamanas</b></p><p>Por todos os lados se leem saudações de <i>welcome</i> e <i>bienvenidos</i> ao fim do mundo. Em muros, placas, chaveiros e camisetas, Ushuaia celebra com orgulho o título que disputa com a chilena Puerto Williams. Não precisaria. Independentemente do apelido, a (longa) viagem até lá vale a pena. Ushuaia mistura charme urbano e exuberância natural.</p><p>Em seus bons restaurantes, come-se bem frutos do mar, entre eles a centolla (o crustáceo gigante típico desta parte do mundo), e os tradicionais cordeiros patagônicos. Há farta opções de hospedagem também, para todos os níveis de exigência. Sem falar no visual que mistura a bela Cordilheira Martial e seus picos nevados com prédios e casarões de influência europeia.</p><p>O nome significa algo como âbaía profundaâ na língua dos yamanas, os habitantes originais desta parte da Terra do Fogo. Os primeiros europeus que tentaram se estabelecer na terra desses indígenas â que viviam praticamente sem roupas num lugar onde temperaturas quase negativas são comuns em boa parte do ano â foram missionários cristãos, no século XIX. Mas a cidade só começou a se desenvolver a partir de 1902, quando foi inaugurada a colônia penal para reincidentes, endereço de alguns dos mais famosos criminosos e presos políticos argentinos até 1947, quando fechou as portas.</p><p>O enorme complexo penitenciário foi transformado no Museu Marítimo e do Presídio, a melhor atração urbana de Ushuaia. Cinco dos quatro pavilhões foram transformados em galerias com exposições variadas. Há alas dedicadas a história naval, geologia, fauna e flora da Antártica e uma galeria de arte, com exposições temporárias de artistas argentinos.</p><p>Mas o setor mais interessante é mesmo o dedicado ao presídio. Nesta ala, cada cela conta um pouco sobre a história. Em algumas delas há até bonecos representando os detentos mais famosos, quase sempre no nada discreto uniforme com listras amarelas e azuis. O mais notório deles, lembrado até em pinturas murais em ruas próximas, foi Cayetano Santos Godino, também conhecido como o Petiso Orejudo, o primeiro serial killer argentino, preso em 1912. Presos políticos também estiveram ali e são lembrados.</p><p>Outra herança do presídio transformada em atração turística é o Trem do Fim do Mundo, que levava os detentos dos arredores da cidade até uma das entradas do hoje Parque Nacional Tierra del Fuego, na época usado como área de trabalhos de campo dos presos. Atualmente, a maria-fumaça carrega turistas que querem conhecer uma das mais belas atrações naturais da Argentina.</p><p>Há cinco trilhas na área costeira do parque, ideais para quem quer um programa de apenas um dia, sem grandes dificuldades ou necessidade de acampar ou dormir em abrigos. No final de cada trecho há um posto com café e lojinha de onde partem vans até a entrada do parque ou para o centro de Ushuaia.</p><p>Muito perto da cidade também está o Glaciar Martial, onde é possível chegar em caminhadas de algumas horas e com o auxílio de um teleférico. Nos meses de inverno também é possível esquiar em Cerro Castor. Aí, sim, sem dúvida nem briga, pode-se dizer que Ushuaia tem a estação de esqui mais austral do mundo.</p><p><b>ONDE FICAR</b></p><p><b>Em Puerto Williams</b></p><p><b>Hotel Lakutaia:</b> Diárias a partir de R$ 256. Seno Lauta s/n. lakutaia.cl</p><p><b>Em Punta Arenas</b></p><p>Hotel José Nogueira: Tarifas a partir de R$ 333. Bories 959. hotelnogueira.com</p><p><b>Em Ushuaia</b></p><p><b>Hotel Tierra de Leyendas</b>: Tarifas a partir de R$ 305. Tierra De Vientos 2.448. tierradeleyendas.com.ar</p><p><b>MUSEUS</b></p><p><b>Martim Gusinde</b>: Aragay com Gusinde, Puerto Williams. museoantropologicomartingusinde.cl</p><p><b>Regional de Magallanes</b>: Magallanes 949, Punta Arenas. museodemagallanes.cl</p><p><b>Marítimo e Presídio</b>: Yaganes com Gobernador Paz, Ushuaia. museomaritimo.com</p>]]></description><pubDate>2012-03-05 19:25:52</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688749&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/as-ultimas-cidades-da-terra-4223351]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688749&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/as-ultimas-cidades-da-terra-4223351]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Caminho Inca, que leva a Machu Picchu, é reaberto a turistas]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - O Caminho Inca, que conduz ao complexo arqueológico de Machu Picchu, foi reaberto nesta quinta-feira, dia 1º de março, aos turistas - depois ter ter permanecido um mês fechado devido a trabalhos de manutenção e conservação da rede viária. A Direção Regional de Cultura de Cusco realizou a obra de reestruturação da estrada, que foi fechada por conta do intenso tráfego de visitantes. Os trabalhos também incluíram reflorestamento, limpeza das áreas de camping e pintura da área administrativas.</p><p>As obras foram realizadas em uma época de menor fluxo turístico. O final e começo do ano no cartão-postal peruano é de muita chuva, portanto, muita gente evita visitá-lo. A partir de maio, diminui a precipitação e aumenta o fluxo de visitantes.</p>]]></description><pubDate>2012-03-01 15:51:49</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688751&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/caminho-inca-que-leva-machu-picchu-reaberto-turistas-4114348]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688751&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/caminho-inca-que-leva-machu-picchu-reaberto-turistas-4114348]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Argentina barra navios turísticos por conta das Malvinas]]></title><description><![CDATA[<p>USHUAIA â A Argentina impediu que dois transatlânticos turísticos da empresa Carnival Corp. atracassem em um de seus portos na madrugada desta segunda-feira, com base na lei que barra embarcações ligadas ao Reino Unido como parte da disputa pela soberania das ilhas Malvinas.</p><p>Os navios Star Princess e Adonia não foram autorizados a atracar no porto de Ushuaia, a mais meridional das cidades argentinas, após terem feito uma parada no arquipélago disputado a caminho do Chile.</p><p>A decisão foi tomada às 4h pela governadora da província da Terra do Fogo, Fabiana Rios, aliada da presidente Cristina Kirchner. Para o governo argentino, a província inclui as Malvinas, assim como as ilhas Georgia do Sul e Sandwich do Sul e as águas em torno.</p><p>Rejeitar os navios significou prejuízos para Ushuaia. Taxistas, agentes turísticos, guias e funcionários de restaurantes e lojas haviam se programado para trabalhar nesta segunda-feira, um feriado nacional na Argentina, para atender aos mais de cinco mil passageiros.</p><p>Porém, numa maratona de reuniões que se estendeu até a madrugada, veteranos da guerra travada em 1982 entre Argentina e Inglaterra pela posse das ilhas persuadiram a governadora a aplicar a lei, aprovada em setembro. A norma proíbe a atracação na Argentina de navios britânicos, que pertençam mesmo em parte a companhias britânicas ou que naveguem sob bandeiras de territórios britânicos.</p><p>- Nós verificamos que empresas britânicas têm participações nesses navios â disse Juan Vera, representante dos veteranos. - Vamos acertar os ingleses onde dói mais, no bolso. Os empresários do setor turístico que se sentirem prejudicados devem pensar melhor. Não temos problemas com navios de bandeira francesa ou de qualquer outro país.</p><p>O Star Princess navega sob bandeira das Bahamas, um território britânico, e pertence à empresa Carnival Corp., sediada em Miami, mas com sócios ingleses, incluindo os donos do Adonia.</p><p>O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido considerou a ação argentina foi injustificada.</p>]]></description><pubDate>2012-02-27 17:14:26</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688756&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/mundo/argentina-barra-navios-turisticos-por-conta-das-malvinas-4082065]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=688756&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/mundo/argentina-barra-navios-turisticos-por-conta-das-malvinas-4082065]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Inhotim, um jardim de cores em museu a céu aberto]]></title><description><![CDATA[<p>BRUMADINHO, MG - Imagine um enorme jardim botânico, com mais de cem hectares e 4.200 espécies de 181 famílias de plantas, além do que se acredita ser o maior acervo mundial de palmeiras, com 1.400 variedades. E se toda essa beleza natural fosse, além de um parque, um importante espaço dedicado às artes plásticas? Um museu a céu aberto, com cerca de 500 obras de mais de cem artistas de 30 nacionalidades, com foco na produção contemporânea criada a partir dos anos 1960. E, nesse mesmo lugar, existem ainda mais de 70 trabalhos exibidos em espaços fechados, que alternam mostras permanentes e temporárias, com nomes de peso como Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Tunga e Adriana Varejão, além dos internacionais Larry Clark, Rirkrit Tiravanija e Doris Salcedo, entre muitos outros. Esse paraíso cultural e paisagístico tem nome e fica na pequena cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, a 60 km de Belo Horizonte: o Instituto Inhotim, ou simplesmente Inhotim, como é carinhosamente chamado por seus visitantes, que está cheio de novidades para 2012.</p><p><b>Botânica e artes plásticas em perfeita harmonia</b></p><p>O melhor jeito de visitar Inhotim é se hospedando em Brumadinho, para um pernoite numa das pousadas da região, e estender a visita a dois dias â em um dia só fica bem difícil percorrer todos os hectares do parque e visitar as galerias mais concorridas. Com mais tempo, dá para curtir com calma o equilíbrio entre obras de arte, galerias e natureza. Isso porque, diferentemente da maioria dos museus, com longos corredores ou roteiros predeterminados, em Inhotim as obras são posicionadas estrategicamente em certos pontos do parque que garantem pausas providenciais na visitação, seja de frente para o lago repleto de patos, numa das muitas lanchonetes ou simplesmente num dos bancos de madeira da Amazônia espalhados pelo terreno.</p><p>Como cada visitante tem seu próprio ritmo, fica difícil dizer qual a melhor maneira de se percorrer tudo â ou pelo menos grande parte do instituto. Uma opção é usar um dos carrinhos elétricos do parque que levam às galerias mais distantes. E para quem é adepto do paisagismo ou fã de botânica também vale agendar uma das visitas guiadas, feitas por alunos de artes plásticas e estudantes da comunidade local, patrocinados pelo próprio museu.</p><p>O estilo de Burle Marx foi incorporado ao paisagismo de Inhotim de forma expressiva devido à influência que o grande mestre paisagista exerceu sobre Bernardo Paz, idealizador do instituto e seu amigo pessoal. Um exemplo: não se veem muitas flores no Inhotim. A ideia de dar mais ênfase às folhas vem do tipo de trabalho que Burle Marx realizava com o objetivo de criar jardins que se conservassem belos durante todo o ano, e não apenas na primavera. Outra característica é a disposição das plantas em grupos de uma mesma espécie, o que gera interpretações que aproximam a sua obra paisagística à pintura.</p><p>A harmonia entre arte e botânica se destaca em "Beam drop Inhotim", uma obra construída pelo artista Chris Burden no alto de uma montanha. Foram 12 horas de trabalho contínuo, que consistia basicamente em lançar 71 vigas de aço numa enorme poça de concreto fresco.</p><p>Além da experiência visual, Inhotim tem surpresas auditivas, que vão do barulho do centro da Terra (acredite se quiser) a uma experiência que pode nos transportar para um grande teatro no século XVI. Com acesso por uma trilha isolada e situado no alto de um morro, o "Sonic Pavilion", do premiado artista Doug Aitken, consiste em um espaço redondo com paredes de vidro, que impressiona pela arquitetura antes mesmo de se entrar no lugar. Dentro do pavilhão, a magia do "som da Terra" é reproduzida graças a um furo no solo, de 200 metros de profundidade, onde foram instalados microfones de alta sensibilidade que captam os sons do interior do planeta. O barulho é amplificado por vários alto-falantes e distribuído ao redor das paredes internas da instalação.</p><p>Já na obra "Forty Part Motet", de Janet Cardiff, 40 alto-falantes, em que cada um reproduz a voz do integrante de um coral masculino, ficam arrumados ao redor de um galpão. A música barroca de mais de dez minutos foi composta para o aniversário da Rainha Elizabeth I, em 1575. De olhos fechados, a sensação é a de estar mesmo dentro de um teatro.</p><p>E em se tratando de um museu a céu aberto, uma das perguntas mais frequentes é "e se chover?". Na hora de programar uma vinda a Inhotim muita gente consulta a previsão do tempo, o que é compreensível, mas não fundamental: é possível visitar o lugar em dia de chuva sem desconforto. Na recepção, nas galerias e nos espaços gastronômicos há guarda-chuvas que ajudam no trajeto entre um local e outro. E os carrinhos têm capas em dias de chuva. Tudo para tornar mais agradável o passeio a um dos parques mais inusitados e incríveis que você pode conhecer.</p><p><b>Pousadas se juntam ao acervo a partir de 2012</b></p><p>O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. O impulso inicial foi dado em 1984, quando o local recebeu a visita do paisagista Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.</p><p>A propriedade, então particular, foi se transformando. Enquanto o rico acervo botânico ia se consolidando â principalmente a partir de 2005 â, começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber as muitas obras de arte contemporânea.</p><p>E vem mais por aí. Para este ano já estão confirmadas a inauguração de um pavilhão de dois mil metros quadrados para Tunga; outro para o trabalho "Tteia", de Lygia Pape; além de um espaço especial para a série de fotos "Rua Direita, 1970âs", de Claudia Andujar, e de duas obras de Olafur Eliasson. Também está em construção a Grande Galeria, com seis mil metros quadrados dedicados a artistas históricos, como Hélio Oiticica e Lygia Clark.</p><p>Além de ampliar o acervo, o instituto também quer abrir as portas de vez para o turismo. Este ano deverá ser inaugurada a primeira das dez pousadas que Bernardo Paz planeja para o Inhotim, com projeto da arquiteta mineira Freuza Zechmeister. E para os próximos cinco anos, um teatro, um centro de convenções, um novo restaurante e uma rua com lojas de grife estão nos planos do empresário.</p><p>O parque, que hoje é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), só tomou forma em 2006. Foi quando a obra particular chegou de fato ao grande público, com visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio. Até 2008, mais de 110 mil pessoas já haviam visitado o parque, número que mais que dobrou no ano seguinte, com recorde de 160 mil visitantes.</p><p><b>SERVIÇO:</b></p><p><b>Horários e preços:</b> De terça a sexta-feira, das 9h30m às 16h30m; sábados, domingos e feriados, das 9h30m às 17h30m. Ingressos: R$ 20. As visitas guiadas são gratuitas, mas têm horários específicos. Agendamento e reservas pelo site <a rel="external" href="http://inhotim.org.br">inhotim.org.br</a>. O carrinho elétrico circula em rotas determinadas. O bilhete custa R$ 10 (por dia por pessoa).</p><p><b>Onde comer:</b> O parque tem dois restaurantes, um bar e um café, além de uma omeleteria, uma pizzaria e lanchonetes. O Tamboril oferece cardápio à la carte e um variado bufê de saladas, além de uma boa carta de vinhos. Os pratos custam em média R$ 40. No restaurante Oiticica, mais acessível, o bufê é por peso.</p><p><b>COMO CHEGAR</b></p><p><b>De ônibus ou carro:</b> De Belo Horizonte a Inhotim saem ônibus especiais da rodoviária de BH (plataforma F2), em apenas um horário: de terça-feira a domingo, às 9h (retorno às 16h30m, de terça a sexta, e às 17h aos sábados, domingos e feriados). Informações em <a rel="external" href="http://saritur.com.br">saritur.com.br</a>. Outra opção é alugar um carro em Belo Horizonte. As diárias variam entre R$ 90 e R$ 150, e o ideal é reservar com antecedência. A MG-040, principal via de acesso a Brumadinho para quem viaja a partir de Belo Horizonte, está com trânsito normal.</p><p><b>ONDE FICAR</b></p><p><b>Pousada Saumar:</b> Diárias para casal a partir de R$ 180. Rua José Sampaio 108, Santa Cruz. Tel. (31) 3571-1210. <a rel="external" href="http://pousadasaumar.com.br">pousadasaumar.com.br</a></p><p>Pousada Vista da Serra: Diárias para casal a partir de R$ 180. Av. Casa Branca 348, Casa Branca. Tel. (31) 3575-3264. vistadaserra@vistadaserra.com.br</p><p><b>Pousada Estalagem do Mirante:</b> Diárias para casal a partir de R$ 180. Av. Nair Martins Drumond 1.000, Retiro do Chalé. Tel. (31) 3575-5061.</p>]]></description><pubDate>2012-02-10 14:25:33</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=649369&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/inhotim-um-jardim-de-cores-em-museu-ceu-aberto-3939285]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=649369&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/inhotim-um-jardim-de-cores-em-museu-ceu-aberto-3939285]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Cartões-postais iluminados nas ruas do Vietnã]]></title><description><![CDATA[<p>HANÓI - Trânsito insano, multidões e uma estética que não economiza nas cores deixam qualquer um tonto nas ruas do Vietnã, país determinado a fazer do turismo um dos combustíveis de sua economia. Um item não passa desapercebido em meio a esse caos visual: as lanternas de seda parecem pontinhos mágicos guiando quem acaba de chegar. Nos mais variados formatos e cores, elas enfeitam desde os hotéis e restaurantes mais luxuosos de Hanói, como o Sofitel Legend Metropole, às casinhas mais simples do interior. As mais famosas, feitas à mão e exportadas para o mundo todo, são fabricadas na linda cidade colonial de Hoi An, na região central. São dobráveis, portanto fáceis de carregar na mala, e bem baratas. Agências de turismo espalhadas por Hoi An oferecem tours pelas casas de artesãos, onde os visitantes podem aprender a fazer uma lanterna. Vários festivais ao longo do ano iluminam as noites da cidade, quando os moradores acendem todas as lanternas em homenagem a seus ancestrais.</p><p><b>Vamos para Mianmar?</b></p><p>O "New York Times" publica todo mês de janeiro uma lista com 45 lugares que devem ser visitados no ano. Ásia e Oceania têm sempre um bom destaque na relação, que em 2012 inclui Mianmar, país que está se abrindo para o turismo. As outras apostas do jornal na região são: Tóquio; Lhasa (Tibete); Baía de Halong (Vietnã); Moganshan (região montanhosa na China); Kerala (Índia); arquipélago de Koh Rong (Camboja); Malacca (Malásia), e Maldivas.</p><p><b>Artistas contemporâneos japoneses</b></p><p>A programação dos museus do Japão em 2012 inclui alguns dos maiores nomes da arte contemporânea nipônica. As obras de Yayoi Kusama, famosa por suas imensas instalações de bolinhas, estão em exposição até abril no Museu Nacional de Arte de Osaka (nmao.go.jp). Yoshitomo Nara, o mais popular artista plástico do país, cujas figuras são angelicais e aterrorizantes ao mesmo tempo, volta a expor no Japão entre julho e setembro, no Yokohama Museum of Art (<a rel="external" href="http://yaf.or.jp/yma">yaf.or.jp/yma</a>). E os pôsteres do falecido Ikko Tanaka, que revolucionou o design no pós-guerra, ocuparão o 21-21 Design Sight, em Tóquio, a partir de setembro (<a rel="external" href="http://2121designsight.jp">2121designsight.jp</a>).</p><p><b>Tradição traduzida</b></p><p>A cerimônia do chá, umas das mais complexas tradições da cultura japonesa, é um ritual indecifrável para estrangeiros. Um canadense, ex-lutador de artes marciais, tem conseguido diminuir a distância entre Oriente e Ocidente numa loja de chá de Kioto, a Ran Hotei (<a rel="external" href="http://ranhotei.com">ranhotei.com</a>). Randy Channell, que tem diploma de mestre na tradição, dá aulas em inglês sobre a cerimônia ou apenas serve a bebida para os visitantes interessados no ritual. Cada gesto tem um significado na busca por wa (harmonia), kei (respeito), sei (pureza) e jaku (tranquilidade).</p>]]></description><pubDate>2012-02-08 13:29:00</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=645941&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cartoes-postais-iluminados-nas-ruas-do-vietna-3915065]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=645941&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/cartoes-postais-iluminados-nas-ruas-do-vietna-3915065]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Aeroporto de São Francisco inaugura sala de ioga]]></title><description><![CDATA[<p>O aeroporto internacional de São Francisco, na Califórnia, inaugurou no mês passado uma sala de ioga â feito inédito em aeroportos até então. Fica no recém-reformado Terminal 2, depois da área de segurança. Adesivos com um pictograma em posição de lótus indicam o caminho até a sala, que tem uma relaxante luz azul e uma painel na parede, simbolizando a mente iluminada. Ninguém precisa viajar com os tapetinhos, que estão à disposição na sala.</p><p>- Quando começamos a remodelar o Terminal 2, um dos nossos objetivos era não só trazer de volta o glamour das viagens de avião, mas também tornar a experiência menos estressante e mais agradável - declarou o diretor do aeroporto, John Martin. - Com a abertura da sala de yoga, o aeroporto de São Francisco permite que os viajantes tenham um espaço para relaxar.</p><p>Em breve, a direção do aeroporto vai publicar as regras de utilização do espaço, que fica aberto de 4h30m a 00h30m. Quem quiser descansar sem movimentar o corpo, pode ir também à sala de meditação, que fica antes da área de segurança no terminal internacional também, e funciona diariamente das 7h às 23h.</p><p>Outras informações sobre os serviços que o aeroporto oferece <a rel="external" href="http://www.flysfo.com/web/page/atsfo/passenger-serv/list/index.html">aqui</a> (site em inglês).</p>]]></description><pubDate>2012-02-06 20:13:47</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=642926&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aeroporto-de-sao-francisco-inaugura-sala-de-ioga-3897499]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=642926&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aeroporto-de-sao-francisco-inaugura-sala-de-ioga-3897499]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Serviço compartilha perfis de Facebook entre passageiros]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Em vez de ficar imaginando quem será o vizinho de poltrona naquele longo voo, o passageiro da companhia aérea holandesa KLM poderá não só saber o nome como profissão, preferências musicais, status de relacionamento e outros detalhes do colega. O serviço Meet & Seat, lançado na semana passada, permite ligar a reserva nos voos aos perfis nas redes Facebook e LinkedIn. Só quem optar por divulgar seu perfil, poderá ver quem mais está no voo.</p><p>- Esse novo serviço conecta passageiros e propõe uma viagem mais inspiradora - afirmou Erik Varwijk, diretor geral da empresa.</p><p>Não só ver o perfil alheio, os viajantes podem saber quem está indo para a mesma conferência no destino final; agendar uma reunião e um café antes do voo ou até combinar de rachar um táxi na chegada. Um detalhe importante é que, ao optar por compartilhar o perfil, o passageiro pode escolher quais informações vão ser expostas (dá para deixar de fora o status de relacionamento, por exemplo, se o seu interesse for profissional).</p><p>O serviço está disponível nos voos de Amsterdã para São Paulo, Nova York e São Francisco. Em breve, promete a companhia, será estendido para outros destinos internacionais. Para testar, basta entrar no site da companhia e entrar na aba âgerenciar minhas reservasâ. É possível escolher as poltronas no prazo entre 90 dias e 48 horas de antecedência.</p>]]></description><pubDate>2012-02-06 18:07:30</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=642927&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/servico-compartilha-perfis-de-facebook-entre-passageiros-3895497]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=642927&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/servico-compartilha-perfis-de-facebook-entre-passageiros-3895497]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Chalé e arte em meio ao vale de Minas Gerais]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Em meio ao vale úmido, com o frescor das fontes de águas limpas, cercado de montanhas e sob o domínio da Pedra da Prata, monumento gigante, em volume e potência, o artista Rubens Gerchman selecionou e semeou seus afetos. Criou, amou, procriou. De quebra, plantou árvores, construiu uma casa, um ateliê, desenhou e pintou quadros. Tudo isso logo ali, no Vale da Prata, a dez minutos de Mirantão, Minas Gerais, um pequeno povoado de duas ruas, com casas de porta, janela e roseira na entrada, cenário que nos remete à obra de outro artista brasileiro â Alfredo Volpi.</p><p>Arte e natureza marcaram um encontro virtuoso na Quinta da Prata (www.quintadaprata.com.br), o pedaço de mundo que nos anos 1980 serviu de refúgio a um dos expoentes da chamada Nova Figuração, coletivo político-estético, fortemente influenciado pela pop art americana, revelado na mostra Opinião 65, que agitou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro naqueles anos de escuridão e silêncio da ditadura militar no Brasil. A outrora Fazendinha, onde o fundador e primeiro diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage respirou bons ares, entre 1984 e 1992, ao lado da então mulher, Viviane Andreatta, das duas filhas do casal, Clara Manhã e Stela Luz, e de muitos bons amigos, hoje é uma pousada ultra sofisticada, arrebatadora em verdade e simplicidade.</p><p>A Quinta da Prata é um projeto afetivo, onde Viviane Andreatta e o atual marido, o americano Brian Fielding, oferecem apenas dois chalés, com tudo o que tem de melhor, no limite do necessário: camas queen, lençóis brancos de algodão, tapete kilim indiano no chão de madeira, quadros na parede, lareira (sempre) abarrotada de lenha, adega de vinhos particular, barra de chocolate suíço na despensa e aparelho de som acompanhado de álbum de CDs ao alcance de todos os desejos â de Verdi a Caetano, num cardápio que inclui jazz, blues, bossa nova, samba e MPB.</p><p>O departamento ousadia fica por conta da Galeria RG Atelier, um relicário que guarda o acervo amoroso de Gerchman, sua produção mais íntima, familiar. São pequenos desenhos, rabiscados sem intenções, retratos das meninas e da própria Viviane, além de gravuras, serigrafias, litos, obras que podem ser vistas de perto, no mesmo espaço em que o artista as criou. Projetado pelo arquiteto e amicíssimo Roberto Maia (1940-1992), o atelier de Gerchman, preservado com delicadeza por Viviane e Brian, tem o formato de um octógono e como ponto alto uma imensa parede de vidro, do chão ao teto, de cara para o gol â a deslumbrante Pedra da Prata, que se projeta gigante sobre o espectador.</p><p>É ali que no dia 7 de abril, Sábado de Aleluia, às 3 da tarde, acontecerá a vernissage da exposição que Viviane está produzindo para celebrar a passagem dos 70 anos de Gerchman, e 50 de carreira, neste 2012. Dadas as condições exclusivas da hospedagem e a disputa natural por refúgios nos feriados do carnaval e da Semana Santa, sugere-se reservar com boa antecedência (contato@quintadaprata.com.br). No carnaval, a propósito, a atração da galeria é a mostra Diário do Rio, do fotógrafo Custodio Coimbra, que assina as fotos desta reportagem.</p><p>Para chegar à Quinta da Prata, vindo do Rio ou de São Paulo, pela Dutra, o melhor caminho é seguir o destino de Penedo e, depois, Visconde de Mauá. Aproveite para começar a desacelerar desde lá. Uma vez em Mauá, todas as alternativas são por estradas de chão, que encharcam nas chuvas, mas fazem parte da aventura. Em uma hora ou pouco mais, chega-se a Mirantão pelo Vale das Flores, pela Ponte dos Cachorros ou por Rio Preto. Escolha a sua rota e vá. O caminho já é a viagem.</p><p>Piscina natural</p><p>Uma temporada na Quinta da Prata vale como experiência de vida. São 360° de montanhas, protegendo um útero de seis alqueires mineiros, a 1.200 metros de altitude, com direito a floresta de araucárias, cortinas de pinus, ipês aqui e ali, e pomar com laranjas, ameixas, pêssegos, nêsperas. Cada pé de árvore foi plantado por Viviane e Gerchman, quando ali chegaram, em 1984, atraídos pela Cachoeira da Prata, patrimônio da região, vizinha ao terreno, a menos de dez minutos de caminhada leve. A terra â toda pasto â foi comprada com a receita obtida pelo artista na mostra "Voyeur Amoroso de Rubens Gerchman", na Galeria Montessanti, em São Paulo. Na partilha da separação do casal, em 1992, ficou para Viviane.</p><p>â Meu sonho era fazer disso aqui um lugar para a arte contemporânea â segreda Viviane.</p><p>Pois o sonho já começou. A Quinta da Prata é um museu vivo, a céu aberto, onde paisagem, plantas e pássaros convivem sem medo com o inusitado â seja a escultura AR, de Gerchman, instalada à beira da piscina natural, com queda dâágua, ao lado da sauna e de um confortável ofurô de águas tórridas, seja a inesperada Casa do Brian, erguida em um canto do terreno, com seus dois andares, inspirada nos antigos celeiros americanos, onde acontecem os saraus de música e as produções gastronômicas de maior porte. Tudo simples e bom, como a verdade da proposta.</p><p>No dia a dia, quem ali se hospeda é atendido pelos próprios donos da casa, que contam com a ajuda da vizinha Dona Isaura, sempre acompanhada de uma das suas muitas filhas. Pães, queijo, mel, geleias e ovo caipira compõem um café da manhã despojado e generoso. No almoço, a comida caseira regional, à base de feijão, arroz, farofa e couve, é sempre uma alegria â eba! â depois de caminhadas e banhos de cachoeira. No jantar, a oferta é forçosamente mais leve â sopas, massas, pizzas, sanduíches. Todas as refeições são servidas na casa-sede, também projetada por Roberto Maia e "feita de 1.500 tijolos da região", valoriza Viviane. Uma pequena joia de dois quartos, fogão de lenha no centro da sala, iluminada por clarabóia, e varanda com vista panorâmica para a Serra da Mantiqueira.</p><p>Tudo simples e lindo, como a verdade da proposta.</p>]]></description><pubDate>2012-02-04 10:01:26</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=649374&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/imoveis/chale-arte-em-meio-ao-vale-de-minas-gerais-3880211]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=649374&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/imoveis/chale-arte-em-meio-ao-vale-de-minas-gerais-3880211]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Leitores do Trip Advisor escolhem destinos e hotéis preferidos]]></title><description><![CDATA[<p>Dentro das incontáveis listas que a virada dos anos rende, uma delas tem um apelo especial: a do site de resenhas Trip Advisor, por ser resultado dos votos de milhões usuários da rede. Na verdade, são várias listas e prêmios: os 25 melhores hotéis (alguns países têm as suas próprias), melhores praias e melhores destinos para comer. Veja alguns destaques:</p><p><b>Destinos</b></p><p><a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Destinations">Uma lista mundial</a> feita por viajantes e não profissionais tem suas diferenças. Em vez de obscuros destinos asiáticos e africanos em destaque, a lista do Trip Advisor tem Paris (4º), Rio de Janeiro (5º), Nova York (6º), Roma (7º), Londres (8º), Barcelona (9º), Jerusalém (13º), Praga (15º), Buenos Aires (17º) e até Las Vegas (no último lugar, 25º). Os três destinos mais votados foram em primeiro, a Cidade do Cabo, na África do Sul; em segundo, Sydney, na Austrália; e em terceiro, Machu Picchu, no Peru.</p><p><b>Hotéis</b></p><p><a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Hotels-cTop25-g294280">Na lista brasileira</a>, uma surpresa: o Villa Bahia, em pleno Pelourinho de Salvador, ficou em primeiro lugar Em segundo, a Pousada da Azeda, em Búzios. Terceiro, o Hotel Cataratas, da Orient Express, no homônimo ponto turístico no sul do país. Consagrados hotéis brasileiros ficaram em posições mais abaixo, como o Emiliano (7º) e o Unique (20º) em São Paulo, e o Copacabana Palace (11º), no Rio.</p><p><a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Hotels-cTop25-g1">Na lista mundial</a>, entre os cinco primeiros lugares, há dois hotéis de Belize: o Phoenix Resort, em San Pedro, ficou em primeiro. E o Hamanasi Adventure and Dive Resort, em Hopkins, em terceiro. Em segundo, os Anastasis Apartments, em Imerovigli, na Grécia.</p><p><b>Praias</b></p><p><a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Beaches-cTop25">Na lista mundial</a>, nenhuma brasileira entrou. As praias caribenhas dominaram a lista. Em primeiro lugar, ficou a praia de Providenciales, nas paradisíacasTurks & Caicos, no Caribe. O Trip Advisor destaca que é uma ótima praia para família e mergulhadores. Em segundo lugar, a ilha de Boracay, nas Filipinas, pequena mas repleta de praias. Em terceiro, a Palm Beach, também caribenha, em Aruba. Playa de Carmen e Tulum, no México, também estão na lista.</p><p>As praias brasileiras estão contempladas na <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Beaches-cTop10-g291958">lista da América do Sul e Central</a>. Búzios, em 5º, é definida como a âWall Streetâ do litoral, por ter mais de 20 praias, galerias de arte, clubes e butiques. Porto de Galinhas, em 8º, foi considerada uma praia boa para relaxar, por não ficar lotada nem ter vida noturna. A primeira praia dessa lista foi Santa Teresa, na Costa Rica, com boa infraestrutura hoteleira e mar perfeito.</p><p><b>Gastronomia</b></p><p>As listas gastronômicas são votadas por regiões ou países. <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g191">No Estados Unidos</a>, a capital da boemia Nova Orleans venceu por seu delicioso churrasco e comida de influência africana e francesa. <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g4">Entre as cidades europeias</a>, Florença, na Itália, bateu Paris, que ficou em segundo lugar. Os ingredientes simples, mas perfeitos e os vinhos toscanos levaram a cidade italiana à vitória. <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g291958">Na lista da América do Sul e Central</a>, a vencedora foi Buenos Aires, na frente de Lima (3º), no Peru, e do Rio (9º). Na Ásia, os temperos tailandeses de Bangoc ganharam a preferência dos leitor. <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g8">Na região do Pacífico Sul</a>, a australiana Melbourne ganhou por ser cosmopolita e oferecer uma variedade de ótimas opções. Canadá e Índia mereceram lista própria. No Canadá, <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g153339">Niagara-on-the-lake</a> teve preferência em detrimento das grandes cidades. <a rel="external" href="http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice-Food-cTop10-g293860">Na Índia</a>, os vegetais apimentados de Mumbai se destacaram.</p>]]></description><pubDate>2012-02-03 15:37:08</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=638557&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/leitores-do-trip-advisor-escolhem-destinos-hoteis-preferidos-3871376]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=638557&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/leitores-do-trip-advisor-escolhem-destinos-hoteis-preferidos-3871376]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Campari volta às origens em Milão]]></title><description><![CDATA[<p>Marco na história do aperitivo Campari, o bar da Galleria Emanuele Vittorio II, na Piazza Del Duomo, em Milão, voltou a ter seu nome original: Camparino, como foi inaugurado em 1915 por Davide Campari, filho do criador da bebida, Gaspare.</p><p>O Camparino surgiu como um "irmão mais novo" do Caffè Campari, de Gaspare, mas acabou por mudar a história dessa marca. Foi quando Davide instalou no local um sistema hidráulico que garantia o fluxo contínuo de club soda da adega até o bar, facilitando a mistura com o Campari, que se tornou a maneira clássica de se servir a bebida.</p><p>Decorado em estilo art nouveau, o bar logo virou referência de elegância na cidade e se mantém badalado até hoje. Para comemorar a âvolta às origensâ, o Camparino inaugurou uma placa comemorativa, feita pelo artista italiano Ugo Nespolo.</p><p>Outras informações no site <a rel="external" href="http://camparino.it">camparino.it</a></p>]]></description><pubDate>2012-02-02 19:54:30</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636844&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/campari-volta-as-origens-em-milao-3862239]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636844&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/campari-volta-as-origens-em-milao-3862239]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Mais voos entre São Paulo e Dallas, e novo voo para Miami]]></title><description><![CDATA[<p>Em meio à reestruturação econômica, a companhia aérea American Airlines anunciou novidades que fortalecem as operações no mercado brasileiro. A partir de 15 de junho, a frequência entre o aeroporto de Guarulhos e o de Dallas/Fort Worth, no Texas, vai passar de sete para doze. Em dezembro deste ano, a rota passa a ser feita com um novo avião, o Boeing 777-300ER, da primeira leva encomendada à fabricadora ainda em 2010. Os novos aviões contam com poltronas que reclinam 180º nas classes executiva e primeira, além de internet sem fio.</p><p>No dia 14 de junho deste ano, os voos entre Brasília e Belo Horizonte para Miami passam a ser diários. Atualmente, são cinco voos por semana partindo de Brasília e três da capital mineira.</p><p>Ainda em junho, a companhia lança um novo voo conectando Manaus a Miami, com quatro frequências por semana operados pelo Boeing 737-800.</p>]]></description><pubDate>2012-01-30 14:45:05</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636850&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/mais-voos-entre-sao-paulo-dallas-novo-voo-para-miami-3794537]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636850&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/mais-voos-entre-sao-paulo-dallas-novo-voo-para-miami-3794537]]></link></item> <item> <title><![CDATA[O âsaleiro giganteâ da renovação londrina]]></title><description><![CDATA[<p>LONDRES. O príncipe Charles já o chamou de saleiro gigante. Mas o fato é que o Shard, como é conhecido o futuro maior arranha-céu de Londres e da União Europeia, provoca discussões apimentadas muito mais pelo seu simbolismo do que por seus 310 metros de arquitetura modernista encravados nas barbas da cidade antiga.</p><p>O Shard e o enorme guindaste que o acompanha já fazem parte da paisagem londrina. A área externa do prédio estará pronta em junho, mas a inauguração da torre deverá ficar para 2013. A ambiciosa obra que o arquiteto italiano Renzo Piano projetou em 2000 fará então companhia, definitivamente, ao belo domo da catedral de Saint Paul e à Tower Bridge. Seus 95 andares farão ainda mais sombra ao já nebuloso ambiente de recessão em que mergulha uma das principais cidades do mundo.</p><p>â Podemos mandar os grandes políticos da Europa para o alto da torre e só deixá-los sair de lá quando resolverem a crise da zona do euro â brincou em dezembro o incorporador do Shard, Irvine Sellar, em entrevista ao diário britânico âGuardianâ.</p><p>Quatro andares, a partir do 68, estarão disponíveis para o público apreciar do alto das nuvens a cidade de oito milhões de habitantes e de quase dois mil anos de História. Mais três pisos foram projetados para restaurantes finos, outros 27 para escritórios, e 18 para um hotel e spa cinco estrelas. Foi preciso o investimento de 1,5 bilhão de libras do Banco Central do Qatar para que o projeto seguisse adiante em 2009 e começasse a crescer luxo acima.</p><p>â Nós queremos que os londrinos sintam que este prédio pertence a eles â disse Sellar esta semana. âVocê poderá comer, trabalhar e até dormir aqui. E ainda poderá apreciar a vista do alto da torre.</p><p>Alguns vizinhos do empreendimento esperam que aconteça realmente uma mudança efetiva na economia da região que foi, por muito tempo, um dos lados menos prósperos do Rio Tâmisa.</p><p>â Eu gosto do design e acho que o prédio promete â aposta Cherille McNeil-Halward, de 71 anos, dona de uma loja de molduras próxima ao Shard. â A torre trará gente com dinheiro para gastar aqui, e isto vai ser bom para a vizinhança.</p><p>A região administrativa de Southwark, embora seja uma das mais antigas de Londres e vizinha da City, como é conhecida a área do distrito financeiro, está passando agora por um período de reurbanização depois de quase um século de perda de população. Para Tony Travers, diretor do grupo de estudos para a Grande Londres, da London School of Economics, o Shard, que ele chama de âtorre de poder e riqueza num distrito pobreâ, é um marco desse novo momento.</p><p>â Para trazer transformação, é preciso aceitar a gentrificação â diz Travers, usando o neologismo que define a chegada de pessoas de maior poder aquisitivo a áreas degradadas.</p><p>A construção do Shard foi atingida pela crise de crédito: em 2008 o Crédit Suisse garantira o financiamento da obra, mas voltou atrás após a quebra do Lehman Brothers. E foi salva pelo dinheiro do Qatar, que garantiu seu pedaço na torre reservando dois andares convertidos em dois apartamentos para a família real.</p><p>O futuro do empreendimento não está seguro. Além dos qataris, investidores chineses e alguns restaurantes garantiram suas fatias da torre. Mas, num momento de crise em que muitas empresas estão apertando os cintos para reduzir os custos, a maioria dos escritórios ainda está por alugar.</p><p>Por fora, o Shard já marcou seu espaço no corpo da cidade. Como a torre vai ser por dentro, dependerá do destino da economia britânica.</p>]]></description><pubDate>2012-01-28 17:50:00</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636851&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/mundo/o-saleiro-gigante-da-renovacao-londrina-3786788]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=636851&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/mundo/o-saleiro-gigante-da-renovacao-londrina-3786788]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Companhia aérea do Panamá lança voos para Recife e Las Vegas]]></title><description><![CDATA[<p>A companhia aérea panamenha Copa Airlines anunciou nesta quinta-feira o lançamento de voos quatro novos destinos: Recife, Las Vegas, Curaçao e Guanacaste, na Costa Rica, a partir de junho. No Brasil, a Copa já tem entre seus destinos as cidades de Belo Horizonte, Brasília, Manaus, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Os voos têm como <i>hub</i> a Cidade do Panamá.</p><p>Confira detalhes de cada um.</p><p><b>Recife:</b> Quatro voos semanais ligam a capital de Pernambuco à Cidade do Panamá, a partir de 23 de junho deste ano. É a primeira incursão da Copa no Nordeste brasileiro.</p><p><b>Las Vegas:</b> A nova rota terá quatro frequências semanais e começa a ser operada no dia 27 de junho, com possibilidade de conectar destinos da América Central e Sul a Vegas.</p><p><b>Curaçao:</b> A ilha caribenha recebe quatro voos semanais a partir de 10 de junho.</p><p><b>Guanacaste, Costa Rica: </b>A partir de 24 de junho, a cidade recebe dois voos por semana da companhia aérea panamenha.</p>]]></description><pubDate>2012-01-26 16:34:19</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=625165&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/companhia-aerea-do-panama-lanca-voos-para-recife-las-vegas-3771184]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=625165&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/companhia-aerea-do-panama-lanca-voos-para-recife-las-vegas-3771184]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Museu do Prado, em Madri, passa a abrir todos os dias da semana]]></title><description><![CDATA[<p>MADRI - Uma das principais atrações de Madri e de toda a Espanha, o Museu do Prado anunciou que a partir dessa semana abrirá todos os dias da semana. Graças à renovação do contrato de patrocínio com uma companhia de telefonia, o museu deixará de fechar às segundas-feiras. Os novos horários de visitação são: segunda a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 14h.</p><p>Houve mudanças também no calendário de feriados. O museus passará a abrir na Sexta-feira da Paixão, na Semana Santa. No entanto, permanecerá fechado em três dias ao longo do ano: Natal, 1º de maio e 1º de janeiro.</p><p>Com os novos horários, o Prado se declara o museu europeu com o maior número de horas de funcionamento, com 3.542 horas por ano. Mais informações no site <a rel="external" href="http://www.museodelprado.es/">museodelprado.es</a>.</p>]]></description><pubDate>2012-01-19 15:17:43</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=613924&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/museu-do-prado-em-madri-passa-abrir-todos-os-dias-da-semana-3714052]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=613924&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/museu-do-prado-em-madri-passa-abrir-todos-os-dias-da-semana-3714052]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Voos da American Airlines passam a oferecer cerveja e vinho a bordo]]></title><description><![CDATA[<p>RIO â A âlei secaâ da American Airlines no serviço de bordo da classe econômica acabará no dia 1º de fevereiro. A partir dessa data, a companhia americana passará a incluir cerveja e vinho nas opções de bebidas oferecidas aos passageiros de voos internacionais, sem cobrar separadamente por elas. As outras bebidas alcoólicas continuarão disponíveis para compra como já ocorre hoje.</p><p>A nova oferta sugere uma mudança na política de serviço de bordo da companhia e alinha o serviço da classe econômica com o de outras empresas integrantes da aliança Oneworld, como British Airways, Iberia, Japan Airlines, LAN, Mexicana e Qantas Airways, entre outras.</p><p>âNossos passageiros pediram cerveja e vinho grátis e nós os ouvimos. A partir de 1º de fevereiro, o cliente que viajar para o exterior a bordo da American, será convidado a tomar um drinque por nossa contaâ, disse, em nota, o vice-presidente de marketing da AA, Rob Friedman. A lista de marcas oferecidas está no site <a rel="external" href="http://www.aa.com/beerandwine">www.aa.com/beerandwine</a>.</p>]]></description><pubDate>2012-01-19 14:43:21</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=613052&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/voos-da-american-airlines-passam-oferecer-cerveja-vinho-bordo-3713628]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=613052&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/voos-da-american-airlines-passam-oferecer-cerveja-vinho-bordo-3713628]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Sete meses depois, Bariloche volta a receber voos regularmente]]></title><description><![CDATA[<p>A chegada do voo AR 1682 da companhia aérea Aerolíneas Argentinas, procedente de Buenos Aires, a Bariloche nesta sexta-feira à tarde marcou a reabertura do aeroporto local após sete meses fora de atividade regular. Desde 4 de junho de 2011, com a erupção do vulcão chileno Puyehue, o aerporto só recebeu poucos voos fretados e esteve fechado em grande parte do tempo, sem condições climáticas para pousos e decolagens. O ministro do turismo Enrique Meyer pousou em Bariloche no AR 1682 para inaugurar as obras de melhoria na pista e no terminal.</p><p>A LAN também volta a Bariloche nesta sexta-feira, com aterrissagem prevista para às 18h. Em comunicado divulgado ontem, a companhia aérea anunciou que voltaria âpaulatinamenteâ. A decisão de retomar as operações no aeroporto âforam fundamentadas em análises exaustivas (...) que indicaram que os níveis atuais de concentração e densidade das cinzas vulcânicas remanescentes na cidade são compatíveis com as políticas internacionais de segurança operacionalâ. Mesmo assim, a LAN ressaltou que a operação estará sujeita à análise das condições climáticas.</p>]]></description><pubDate>2012-01-13 16:39:38</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=604156&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sete-meses-depois-bariloche-volta-receber-voos-regularmente-3662636]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=604156&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sete-meses-depois-bariloche-volta-receber-voos-regularmente-3662636]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Neblina provoca cancelamentos e atrasos no aeroporto de Lima]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Uma forte neblina causa atrasos e cancelamentos desde ontem no aeroporto internacional Jorge Chavez, em Lima. Na madrugada desta quarta-feira, um voo da LAN que seguia para São Paulo, foi cancelado. A companhia foi a mais afetada pelo mau tempo, tendo problemas também em voos que chegariam de Nova York e Madri no Peru, pela manhã, mas que acabaram cancelados. Outras companhias sofrem com atrasos e desvios para aeroportos próximos.</p><p>Um novo sistema de rádio, que permite a operação com segurança em momentos de baixa visibilidade, deverá ser instalado nos próximos dias. Por causa dessa indefinição ainda não é possível definir quando as operações aéreas voltarão à normalidade. No entanto, nas últimas horas, o quadro é menos instável. Os voos de hoje para o Brasil estão confirmados, como os voos da LAN para São Paulo (17h, horário local) e da TACA para Rio de Janeiro (21h50min), Brasília (22h05min) e Porto Alegre (22h25min).</p>]]></description><pubDate>2012-01-11 16:55:01</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=600331&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/neblina-provoca-cancelamentos-atrasos-no-aeroporto-de-lima-3644072]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=600331&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/neblina-provoca-cancelamentos-atrasos-no-aeroporto-de-lima-3644072]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novidades em Olinda enquanto o carnaval não vem]]></title><description><![CDATA[<p>OLINDA, PE - Mais conhecida pelas novas gerações devido ao seu carnaval, tido como um dos melhores e mais espontâneos do país, Olinda é muito mais que isso: é História, arquitetura, cultura, religiosidade, gastronomia. Como se isso tudo não bastasse, desfruta de localização privilegiada. Foi edificada sobre colinas, de onde se observa o azul do Oceano Atlântico margeando a própria cidade e a vizinha capital, onde um passeio de catamarã revela ângulos diferentes para os visitantes â é Recife vista "pelo avesso". Quem viaja até Pernambuco vai precisar de pelo menos dois dias para explorar as encantadoras e coloridas ladeiras de Olinda, a cidade histórica que este ano comemora 30 anos desde que foi nomeada Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco. O Alto da Sé, aliás, acaba de ganhar uma novidade: elevador panorâmico, com 30 metros de altura. Lá de cima, a vista é ainda mais bonita e até nos faz acreditar na lenda que os guias contam aos turistas por lá de que o nome da cidade teria surgido após o donatário Duarte Coelho ter exclamado: "Oh, que linda situação para se construir uma vila!".</p><p><b>Fins de semana em ritmo de carnaval nas ladeiras de Olinda</b></p><p>Não importa a época do ano â exceto por julho, que é o mês mais chuvoso no estado â Olinda é sempre uma festa. Evento é o que não falta. Como se sabe, a cidade se destaca pela sua riqueza cultural. Há cerca de 600 agremiações carnavalescas â maracatus de baque solto, de baque virado, afoxés, clubes de frevo, blocos, ursos, troças, entre outras, além do coco, uma manifestação mantida por 14 grupos, que está quase sumida no resto do estado. Passados Natal e ano novo, as agremiações já tomam conta de ruas e ladeiras. E, com a aproximação do carnaval, a movimentação aumenta, porque aos sábados e domingos, sempre tem bloco, maracatu, batucada, subindo e descendo as ladeiras.</p><p>Nesta época, eventos como a Noite dos Tambores Silenciosos e a Corrida de Bonecos Gigantes movimentam as ruas da cidade. Todas as sextas-feiras, depois das 21h, tem concentração da Seresta Luar de Olinda, na Praça de São Pedro. Com seus instrumentos de sopro e corda, eles entoam velhas canções e percorrem a parte alta da cidade. Um programa romântico, com certeza, de inverno a verão. Também às sextas-feiras, o Bloco Flor da Lira faz acerto de marcha no Pátio do Mercado da Ribeira, o que atrai, sempre, uma grande multidão.</p><p>Passado o carnaval, as agremiações voltam às ruas para comemorar o aniversário de Olinda, no dia 12 de março. Ainda em março, praças e coretos são tomados por músicos do Olinda Jazz e Blues. Nos demais meses do ano, uma série de outros eventos movimenta a cidade.</p><p>Às vésperas de completar três décadas como Patrimônio Cultural da Humanidade â o que ocorre este ano â Olinda não mudou muito. Suas ruas e o antigo casario conservam as características do passado de quatro séculos, mas muitas casas se transformaram em bares, lojas e restaurantes. As ruas e praças também já não são tão silenciosas como antigamente, porque nos finais de semana, a cidade vive um verdadeiro burburinho.</p><p>Pouco a pouco, Olinda começa a se recompor de alguns deslizes impostos pelo desenvolvimento. Os postes modernos â famigerados em qualquer cidade histórica â vêm sendo substituídos por lampiões, com fiação subterrânea, o que contribuiu para emprestar mais graça a ruas como a de São Bento e a Quinze de Novembro, além do Alto da Sé â local, aliás, em que fica o elevador panorâmico, inaugurado no fim de outubro, e que funciona no prédio da caixa dâágua da Cidade Alta. O elevador deixa os visitantes em um mirante de onde se tem uma vista de 360 graus de Olinda, alcançando inclusive a capital, Recife.</p><p>Para quem quiser circular pela cidade evitando o sobe e desce das ladeiras íngremes, o "trenzinho" é a melhor saída. Na verdade, é um jipe com um comboio que leva 30 pessoas. Em um passeio de 40 minutos, a R$ 15 por pessoa, você pode percorrer as principais ruas e ladeiras da cidade sem se cansar muito: Bonfim, Misericórdia, Prudente de Morais, Amparo, Saldanha Marinho, rua de São Francisco. Passa, ainda, pelos Quatro Cantos, um dos locais mais característicos de Olinda, com mercearias, lojinhas e bares populares.</p><p>Olinda tem quatro museus: Regional, de Arte Sacra, de Arte Contemporânea e do Mamulengo. Todos merecem visita, mas o que desperta a maior curiosidade é o do Mamulengo, o chamado Espaço Tiridá, que conta a história desse mundo mágico do teatro de bonecos no Nordeste. É o único que cobra entrada (R$ 2) e, por enquanto, abre só de terça-feira a sexta-feira, no horário de 10h às 17h. É só falar em bonecos, e as pessoas lembram logo dos gigantes de Olinda, que formam a marca registrada do carnaval. O ateliê do bonequeiro mais conhecido, Sílvio Botelho, saiu da rua do Amparo e agora funciona no Largo do Guadalupe, de onde o cortejo de mais de cem gigantes desce as ladeiras no último dia do carnaval. O local é muito procurado por turistas que não dispensam a foto ao lado da Mulher do Dia, do Menino da Tarde ou do Homem da Meia-Noite.</p><p>Outro bom local para visitar é o Mercado da Ribeira. Muitos acreditam que ali funcionou no passado um mercado de escravos, mas os historiadores desmentem. Nele ficam diversas lojinhas de artesanato. Há muita coisa de gosto duvidoso. Mas, garimpando, dá para encontrar peças interessantes. E o melhor: com preços a partir de R$ 2.</p><p>No alto da Sé, a produção artesanal é mais sofisticada em espaços como Artes do Imaginário, Ecological Artesanato, Sítio das Artes, ou Sobrado 7, que fica na Rua Prudente de Morais e tem peças não só de Pernambuco como de todos os locais do país, motivo pelo qual atrai muita atenção, principalmente de visitantes estrangeiros.</p><p>O sítio histórico de Olinda reúne ao menos 19 igrejas antigas, além de seis "passos" , que são pequenas capelas em alvenaria, construídas entre 1773 e 1809, que abrem na Quaresma para dar passagem à Procissão dos Passos, uma das tradições religiosas locais mais aguardadas na Semana Santa. Entre os templos que não podem deixar de ser visitados estão a Igreja de São Salvador do Mundo, mais conhecida como Sé de Olinda, que começou a ser erguida em 1548. Também não deixe de visitar o Mosteiro de São Bento, que começou a ser construído no século XVI e só foi concluído no XVIII. Seu altar-mor tem influência barroca, neoclássica e rococó e foi esculpido em madeira revestida com ouro. Uma riqueza. O Seminário de Olinda e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, que faz parte do Convento de São Francisco, são outros programas obrigatórios. Os templos abrem aos turistas das 9h às 12h e das 14h às 17h.</p><p>Ao explorar as ladeiras de Olinda a pé, não se deve esquecer de que para andar pela cidade â cujas ruas são calçadas em pedras escorregadias â a melhor opção é usar tênis com solado bem aderente.</p><p><b>Entre a cozinha contemporânea e a regional</b></p><p>Em Olinda há restaurantes que se destacam pela identidade com a cidade. Dois deles oferecem cozinha contemporânea e criativa, que emprestam sofisticação aos sabores regionais. Ficam em locais privilegiados, com vista para os velhos telhados e quintais da cidade: a Oficina do Sabor (na Rua do Amparo) e o Beijupirá (na mesma rua, mas tem outra entrada, mais convidativa, pela Rua Saldanha Marinho, de onde o acesso é feito em um elevador de vidro). O Beijupirá â que ganhou fama em Porto de Galinhas â instalou-se em Olinda com ar mais sofisticado. Ambos se destacam pelos frutos do mar, que os mesclam com sabores de frutas regionais como caju e a pitanga. No lado popular, a Casa de Noca é simples e funciona num lugar que lembra um quintal, escondidinho, em uma rua também escondida e pouco conhecida, a Bertioga. É restaurante de um prato só: carne de sol, queijo de coalho e macaxeira (aipim) cozida, bem fofinho, na medida, saboroso. Os proprietários fazem questão de manter o cardápio único, que, aliás, fez a fama da casa. O que muda é só a versão, para duas, três ou cinco pessoas.</p><p><b>Encontre seu bloco e veja Recife do avesso</b></p><p>Se Olinda já está em clima de carnaval, o mesmo acontece em Recife. No Centro Antigo, os blocos líricos retomam a programação do Projeto Alegres Bandos neste sábado, na Praça do Arsenal da Marinha. São 13 blocos â entre eles Bonde da Saudade, Ilusões, Amante das Flores, Banhistas do Pina e São José â que se revezam a cada semana, com repertório próprio e integrantes fantasiados. O maestro Beto do Bandolim participa de todos os encontros. Em fevereiro, o local do evento muda para o Parque Dona Lindu.</p><p>Uma boa dica para quem vem passar o verão em Pernambuco é conhecer Recife pelo "avesso" â num roteiro diferente do convencional, que passa sempre por Recife Antigo, Pátio de São Pedro, Praça da República, ruas da Aurora e do Sol, Capela Dourada, Mercado São José e Casa da Cultura. Que tal ver a cidade do outro lado? É só pegar um barco, deslizar pelas águas do Rio Capibaribe e observar a capital por outro ângulo. Ou seja, passar sob as pontes, circundar as três principais ilhas que formam o centro da capital â Santo Antônio, Boa Vista e Recife â e ainda se encantar com os velhos telhados, cúpulas prateadas de igrejas e os recortes da cidade portuária. De quebra, uma visão distante dos morros onde Olinda foi erguida. O passeio pode ser feito via Catamarã Tours, que tem duas excursões diárias, saindo do Cais das Cinco Pontas, e dura uma hora e dez minutos.</p><p>O barco ingressa na bacia portuária e navega pelo Rio Pina até a foz do Capibaribe. Volta à bacia, vai até o Marco Zero, um dos locais mais importantes da cidade, e se posiciona entre o logradouro e o Parque das Esculturas (de Francisco Brennand), que foi erguido sobre um arrecife. Em seguida, o barco passa sob a Ponte Giratória (que não gira mais) e sob ao menos outras quatro pontes. No percurso, observam-se as construções históricas da ilha de Santo Antônio, entre elas o Palácio do Campo das Princesas, Palácio da Justiça, Teatro Santa Isabel.</p><p>Na Ilha do Recife, a paisagem é do Recife Antigo, com o casario simétrico, muitos herdados do período de domínio holandês. Na ilha de Boa Vista, fica uma das ruas mais características do centro, a da Aurora, com seu casario antigo e estreito, com prédios de até quatro andares, embora os arranha-céus já tenham tomado conta das extremidades. Ali, barcos coloridos de pesca artesanal dão uma aparência mais alegre ao rio.</p><p>Para quem prefere fazer um caminho mais longo, a alternativa é trocar uma manhã de praia no domingo, para enfrentar o 14 bairros de Recife, onde o Capibaribe serpenteia as terras. A saída também é do Cais das Cinco Pontas, em São José, no centro, e o passeio visita, entre outros locais, as ilhas do Leite, Joana Bezerra e Boa Vista. Percorre, ainda, áreas tradicionais, como Dérbi, Torre, Jaqueira, Casa Forte e Parnamirim.</p><p><b>SERVIÇO</b></p><p><b>Elevador panorâmico:</b> A entrada é gratuita, e funciona das 9h às 17h.</p><p><b>Alegres Bandos:</b> Aos sábado das 16h30m às 19h, até 11/2.Tel.: (81) 3421 8456 ou (81) 3423-3186.</p><p><b>Catamarã Tours:</b> Duas excursões diárias, saindo do Cais das Cinco Pontas, no bairro de São José, às 16h e às 20h.O preço é R$ 30 por pessoa (adulto). Para o passeio mais longo, o preço é R$ 40. O barco leva até 120 passageiros. Criança paga meia. <a rel="external" href="http://catamarantours.com.br">catamarantours.com.br</a></p>]]></description><pubDate>2012-01-06 14:38:54</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=597759&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-em-olinda-enquanto-carnaval-nao-vem-3586158]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=597759&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-em-olinda-enquanto-carnaval-nao-vem-3586158]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novidades em Olinda e Recife enquanto o carnaval não vem]]></title><description><![CDATA[<p>OLINDA, PE - Mais conhecida pelas novas gerações devido ao seu carnaval, tido como um dos melhores e mais espontâneos do país, Olinda é muito mais que isso: é História, arquitetura, cultura, religiosidade, gastronomia. Como se isso tudo não bastasse, desfruta de localização privilegiada. Foi edificada sobre colinas, de onde se observa o azul do Oceano Atlântico margeando a própria cidade e a vizinha capital, onde um passeio de catamarã revela ângulos diferentes para os visitantes â é Recife vista "pelo avesso". Quem viaja até Pernambuco vai precisar de pelo menos dois dias para explorar as encantadoras e coloridas ladeiras de Olinda, a cidade histórica que este ano comemora 30 anos desde que foi nomeada Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco. O Alto da Sé, aliás, acaba de ganhar uma novidade: elevador panorâmico, com 30 metros de altura. Lá de cima, a vista é ainda mais bonita e até nos faz acreditar na lenda que os guias contam aos turistas por lá de que o nome da cidade teria surgido após o donatário Duarte Coelho ter exclamado: "Oh, que linda situação para se construir uma vila!".</p><p><b>Fins de semana em ritmo de carnaval nas ladeiras de Olinda</b></p><p>Não importa a época do ano â exceto por julho, que é o mês mais chuvoso no estado â Olinda é sempre uma festa. Evento é o que não falta. Como se sabe, a cidade se destaca pela sua riqueza cultural. Há cerca de 600 agremiações carnavalescas â maracatus de baque solto, de baque virado, afoxés, clubes de frevo, blocos, ursos, troças, entre outras, além do coco, uma manifestação mantida por 14 grupos, que está quase sumida no resto do estado. Passados Natal e ano novo, as agremiações já tomam conta de ruas e ladeiras. E, com a aproximação do carnaval, a movimentação aumenta, porque aos sábados e domingos, sempre tem bloco, maracatu, batucada, subindo e descendo as ladeiras.</p><p>Nesta época, eventos como a Noite dos Tambores Silenciosos e a Corrida de Bonecos Gigantes movimentam as ruas da cidade. Todas as sextas-feiras, depois das 21h, tem concentração da Seresta Luar de Olinda, na Praça de São Pedro. Com seus instrumentos de sopro e corda, eles entoam velhas canções e percorrem a parte alta da cidade. Um programa romântico, com certeza, de inverno a verão. Também às sextas-feiras, o Bloco Flor da Lira faz acerto de marcha no Pátio do Mercado da Ribeira, o que atrai, sempre, uma grande multidão.</p><p>Passado o carnaval, as agremiações voltam às ruas para comemorar o aniversário de Olinda, no dia 2 de março. Ainda em março, praças e coretos são tomados por músicos do Olinda Jazz e Blues. Nos demais meses do ano, uma série de outros eventos movimenta a cidade.</p><p>Às vésperas de completar três décadas como Patrimônio Cultural da Humanidade â o que ocorre este ano â Olinda não mudou muito. Suas ruas e o antigo casario conservam as características do passado de quatro séculos, mas muitas casas se transformaram em bares, lojas e restaurantes. As ruas e praças também já não são tão silenciosas como antigamente, porque nos finais de semana, a cidade vive um verdadeiro burburinho.</p><p>Pouco a pouco, Olinda começa a se recompor de alguns deslizes impostos pelo desenvolvimento. Os postes modernos â famigerados em qualquer cidade histórica â vêm sendo substituídos por lampiões, com fiação subterrânea, o que contribuiu para emprestar mais graça a ruas como a de São Bento e a Quinze de Novembro, além do Alto da Sé â local, aliás, em que fica o elevador panorâmico, inaugurado no fim de outubro, e que funciona no prédio da caixa dâágua da Cidade Alta. O elevador deixa os visitantes em um mirante de onde se tem uma vista de 360 graus de Olinda, alcançando inclusive a capital, Recife.</p><p>Para quem quiser circular pela cidade evitando o sobe e desce das ladeiras íngremes, o "trenzinho" é a melhor saída. Na verdade, é um jipe com um comboio que leva 30 pessoas. Em um passeio de 40 minutos, a R$ 15 por pessoa, você pode percorrer as principais ruas e ladeiras da cidade sem se cansar muito: Bonfim, Misericórdia, Prudente de Morais, Amparo, Saldanha Marinho, rua de São Francisco. Passa, ainda, pelos Quatro Cantos, um dos locais mais característicos de Olinda, com mercearias, lojinhas e bares populares.</p><p>Olinda tem quatro museus: Regional, de Arte Sacra, de Arte Contemporânea e do Mamulengo. Todos merecem visita, mas o que desperta a maior curiosidade é o do Mamulengo, o chamado Espaço Tiridá, que conta a história desse mundo mágico do teatro de bonecos no Nordeste. É o único que cobra entrada (R$ 2) e, por enquanto, abre só de terça-feira a sexta-feira, no horário de 10h às 17h. É só falar em bonecos, e as pessoas lembram logo dos gigantes de Olinda, que formam a marca registrada do carnaval. O ateliê do bonequeiro mais conhecido, Sílvio Botelho, saiu da rua do Amparo e agora funciona no Largo do Guadalupe, de onde o cortejo de mais de cem gigantes desce as ladeiras no último dia do carnaval. O local é muito procurado por turistas que não dispensam a foto ao lado da Mulher do Dia, do Menino da Tarde ou do Homem da Meia-Noite.</p><p>Outro bom local para visitar é o Mercado da Ribeira. Muitos acreditam que ali funcionou no passado um mercado de escravos, mas os historiadores desmentem. Nele ficam diversas lojinhas de artesanato. Há muita coisa de gosto duvidoso. Mas, garimpando, dá para encontrar peças interessantes. E o melhor: com preços a partir de R$ 2.</p><p>No alto da Sé, a produção artesanal é mais sofisticada em espaços como Artes do Imaginário, Ecological Artesanato, Sítio das Artes, ou Sobrado 7, que fica na Rua Prudente de Morais e tem peças não só de Pernambuco como de todos os locais do país, motivo pelo qual atrai muita atenção, principalmente de visitantes estrangeiros.</p><p>O sítio histórico de Olinda reúne ao menos 19 igrejas antigas, além de seis "passos" , que são pequenas capelas em alvenaria, construídas entre 1773 e 1809, que abrem na Quaresma para dar passagem à Procissão dos Passos, uma das tradições religiosas locais mais aguardadas na Semana Santa. Entre os templos que não podem deixar de ser visitados estão a Igreja de São Salvador do Mundo, mais conhecida como Sé de Olinda, que começou a ser erguida em 1548. Também não deixe de visitar o Mosteiro de São Bento, que começou a ser construído no século XVI e só foi concluído no XVIII. Seu altar-mor tem influência barroca, neoclássica e rococó e foi esculpido em madeira revestida com ouro. Uma riqueza. O Seminário de Olinda e a Igreja de Nossa Senhora das Neves, que faz parte do Convento de São Francisco, são outros programas obrigatórios. Os templos abrem aos turistas das 9h às 12h e das 14h às 17h.</p><p>Ao explorar as ladeiras de Olinda a pé, não se deve esquecer de que para andar pela cidade â cujas ruas são calçadas em pedras escorregadias â a melhor opção é usar tênis com solado bem aderente.</p><p><b>Entre a cozinha contemporânea e a regional</b></p><p>Em Olinda há restaurantes que se destacam pela identidade com a cidade. Dois deles oferecem cozinha contemporânea e criativa, que emprestam sofisticação aos sabores regionais. Ficam em locais privilegiados, com vista para os velhos telhados e quintais da cidade: a Oficina do Sabor (na Rua do Amparo) e o Beijupirá (na mesma rua, mas tem outra entrada, mais convidativa, pela Rua Saldanha Marinho, de onde o acesso é feito em um elevador de vidro). O Beijupirá â que ganhou fama em Porto de Galinhas â instalou-se em Olinda com ar mais sofisticado. Ambos se destacam pelos frutos do mar, que os mesclam com sabores de frutas regionais como caju e a pitanga. No lado popular, a Casa de Noca é simples e funciona num lugar que lembra um quintal, escondidinho, em uma rua também escondida e pouco conhecida, a Bertioga. É restaurante de um prato só: carne de sol, queijo de coalho e macaxeira (aipim) cozida, bem fofinho, na medida, saboroso. Os proprietários fazem questão de manter o cardápio único, que, aliás, fez a fama da casa. O que muda é só a versão, para duas, três ou cinco pessoas.</p><p><b>Encontre seu bloco e veja Recife do avesso</b></p><p>Se Olinda já está em clima de carnaval, o mesmo acontece em Recife. No Centro Antigo, os blocos líricos retomam a programação do Projeto Alegres Bandos neste sábado, na Praça do Arsenal da Marinha. São 13 blocos â entre eles Bonde da Saudade, Ilusões, Amante das Flores, Banhistas do Pina e São José â que se revezam a cada semana, com repertório próprio e integrantes fantasiados. O maestro Beto do Bandolim participa de todos os encontros. Em fevereiro, o local do evento muda para o Parque Dona Lindu.</p><p>Uma boa dica para quem vem passar o verão em Pernambuco é conhecer Recife pelo "avesso" â num roteiro diferente do convencional, que passa sempre por Recife Antigo, Pátio de São Pedro, Praça da República, ruas da Aurora e do Sol, Capela Dourada, Mercado São José e Casa da Cultura. Que tal ver a cidade do outro lado? É só pegar um barco, deslizar pelas águas do Rio Capibaribe e observar a capital por outro ângulo. Ou seja, passar sob as pontes, circundar as três principais ilhas que formam o centro da capital â Santo Antônio, Boa Vista e Recife â e ainda se encantar com os velhos telhados, cúpulas prateadas de igrejas e os recortes da cidade portuária. De quebra, uma visão distante dos morros onde Olinda foi erguida. O passeio pode ser feito via Catamarã Tours, que tem duas excursões diárias, saindo do Cais das Cinco Pontas, e dura uma hora e dez minutos.</p><p>O barco ingressa na bacia portuária e navega pelo Rio Pina até a foz do Capibaribe. Volta à bacia, vai até o Marco Zero, um dos locais mais importantes da cidade, e se posiciona entre o logradouro e o Parque das Esculturas (de Francisco Brennand), que foi erguido sobre um arrecife. Em seguida, o barco passa sob a Ponte Giratória (que não gira mais) e sob ao menos outras quatro pontes. No percurso, observam-se as construções históricas da ilha de Santo Antônio, entre elas o Palácio do Campo das Princesas, Palácio da Justiça, Teatro Santa Isabel.</p><p>Na Ilha do Recife, a paisagem é do Recife Antigo, com o casario simétrico, muitos herdados do período de domínio holandês. Na ilha de Boa Vista, fica uma das ruas mais características do centro, a da Aurora, com seu casario antigo e estreito, com prédios de até quatro andares, embora os arranha-céus já tenham tomado conta das extremidades. Ali, barcos coloridos de pesca artesanal dão uma aparência mais alegre ao rio.</p><p>Para quem prefere fazer um caminho mais longo, a alternativa é trocar uma manhã de praia no domingo, para enfrentar o 14 bairros de Recife, onde o Capibaribe serpenteia as terras. A saída também é do Cais das Cinco Pontas, em São José, no centro, e o passeio visita, entre outros locais, as ilhas do Leite, Joana Bezerra e Boa Vista. Percorre, ainda, áreas tradicionais, como Dérbi, Torre, Jaqueira, Casa Forte e Parnamirim.</p><p><b>SERVIÇO</b></p><p><b>Elevador panorâmico:</b> A entrada é gratuita, e funciona das 9h às 17h.</p><p><b>Alegres Bandos:</b> Aos sábado das 16h30m às 19h, até 11/2.Tel.: (81) 3421 8456 ou (81) 3423-3186.</p><p><b>Catamarã Tours:</b> Duas excursões diárias, saindo do Cais das Cinco Pontas, no bairro de São José, às 16h e às 20h.O preço é R$ 30 por pessoa (adulto). Para o passeio mais longo, o preço é R$ 40. O barco leva até 120 passageiros. Criança paga meia. <a rel="external" href="http://catamarantours.com.br">catamarantours.com.br</a></p>]]></description><pubDate>2012-01-06 14:38:54</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=592350&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-em-olinda-recife-enquanto-carnaval-nao-vem-3586158]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=592350&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novidades-em-olinda-recife-enquanto-carnaval-nao-vem-3586158]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Turismo espacial de classe econômica estreia este ano]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Antes restrito ao mundo dos multimilionários, o turismo espacial em breve será uma realidade para centenas de pessoas um pouco menos privilegiadas financeiramente, numa espécie de viagem de classe econômica até o limite da atmosfera terrestre. Entre o segundo semestre deste ano e 2013, três empresas - Virgin Galactic, XCOR e Space Adventures â esperam começar a levar passageiros a cerca de 100 quilômetros de altitude, onde poderão experimentar um pouco da gravidade zero e apreciar a vista que os astronautas profissionais têm do planeta.</p><p>Desde 2001, quando o empresário americano Dennis Tito subiu ao espaço, sete turistas pagaram até US$ 40 milhões pelo privilégio de passar uma breve temporada na Estação Espacial Internacional (ISS). Todos eles foram levados a bordo de foguetes Soyuz da Roscosmos, a agência espacial da Rússia, sendo o último o canadense Guy Laliberté, em 2009. Agora, no entanto, reservar uma viagem à fronteira do espaço é tão simples quanto planejar ir para qualquer outro destino em terra, e está muito mais barato.</p><p>No caso da Virgin Galactic, do bilionário britânico Richard Branson e que deverá ser a primeira a começar suas operações, ainda este ano, o preço da passagem é de US$ 200 mil. Em troca, os turistas serão levados para um espaçoporto no estado americano do Novo México, onde passarão por três dias de treinamentos e lazer antes de embarcarem em uma nave modelo âSpace Ship 2â, agora batizada VSS Enterprise, para um voo com duração total de cerca de duas horas e meia. Carregada pelo veículo lançador âWhite Knight 2â (agora VMS Eve), a nave, com capacidade para seis passageiros e dois tripulantes, subirá até pouco mais de 15 mil metros de altitude, quando então vai ligar seu foguete para um passeio suborbital a até 110 quilômetros da Terra, com direito a cerca de cinco minutos de gravidade zero.</p><p>Até o momento, pelo menos 475 pessoas de 21 países, entre eles o Brasil, já depositaram um mínimo de US$ 20 mil para garantirem suas reservas nos voos da Virgin Galactic. Inicialmente, o Branson esperava que sua empresa começasse a operar comercialmente em 2007, mas problemas no desenvolvimento das naves forçaram o adiamento do projeto. Uma das turistas ansiosas pela estreia da VSS Entreprise é Catherine Culver. Ex-funcionária do controle de missões da Nasa, ela espera satisfazer um antigo sonho depois de ter recusada por quatro vezes sua inscrição no programa de treinamento de astronautas da agência espacial americana.</p><p>- Na Califórnia, seria o equivalente ao sonho de conseguir comprar sua casa própria â comenta.</p><p>Mas a Virgin Galactic não é a única empresa de turismo espacial a já contar com clientes pagantes, e nem mesmo a mais barata. Sediada na Califórnia, a XCOR informa ter mais de cem passagens reservadas, a US$ 95 mil cada, em seu pequeno avião espacial de apenas dois lugares â para o piloto e o turista â que deverá começar a voar no ano que vem. Já a Space Adventures, do estado da Virgínia, começou a aceitar reservas muito antes e tem mais de 200 interessados em pagar US$ 110 mil para embarcar na sua nave automatizada em desenvolvimento pela parceira Armadillo Aerospace. Sem piloto, ela vai levar dois passageiros por vez até o limite do espaço a partir de data ainda a ser definida.</p><p>Um dos primeiros passageiros da Space Adventures deverá ser o pesquisador britânico Madsen Pirie, um dos fundadores do Instituto Adam Smith, dedicado à defesa do livre mercado, e que efetuou sua reserva há mais de uma década. Embora desapontado com a demora para embarcar, ele afirma não estar arrependido:</p><p>- Tem sido uma história de esperanças adiadas, mas ficarei encantado quando finalmente chegar a minha vez.</p><p>Em mais um sinal de que a indústria do turismo espacial está mesmo levantando voo, a gigante dos seguros Allianz anunciou que planeja começar a oferecer seguros-viagem para os clientes da Virgin Galactic que cobririam desde cancelamentos de última hora a eventuais despesas médicas antes e depois dos passeios suborbitais. Segundo Erick Morazin, diretor de contas globais da Allianz Global Assistance, quando a ideia surgiu, a entre três e quatro anos atrás, todos diziam que âisso só podia ser uma brincadeiraâ. Hoje, porém, o assunto é tratado a sério e, embora nenhuma das três empresas prováveis pioneiras do turismo espacial esteja cobrando altas taxas por eventuais desistências, ele acredita que essa política não deve durar muito mais.</p><p>- Queremos estar preparados para esse acontecimento â diz.</p>]]></description><pubDate>2012-01-05 08:00:00</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=602502&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/ciencia/turismo-espacial-de-classe-economica-estreia-este-ano-3566788]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=602502&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/ciencia/turismo-espacial-de-classe-economica-estreia-este-ano-3566788]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Consulados americanos farão mutirões para visto até abril]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Os consulados gerais dos Estados Unidos no Brasil (Rio, Brasília, São Paulo e Recife) realizarão uma série de mutirões de entrevistas de vistos para o país até abril. As operações visam atender à crescente demanda de brasileiros pelo documento. A primeira dela, batizada de âSuper sábadoâ, acontece no sábado, dia 7 de janeiro, no consulado do Rio. Mas as 1.250 vagas para a solicitação de vistos para a data já foram preenchidas.</p><p>Ao longo do ano passado, foram realizados nove mutirões e os postos da missão receberam cerca de 60 funcionários temporários de outras partes do mundo para tornar o processamento dos vistos mais rápido. Em 2012, o Departamento de Estado dos EUA pretende enviar mais de 50 funcionários americanos para o Brasil, reformar e expandir as áreas consulares para melhorar o sistema de entrevistas. Com isso, a capacidade atual de cada posto consular no Brasil dobraria e o tempo tempo de espera pela entrevista reduziria ainda mais.</p><p>Em 2011, a embaixada e os consulados dos EUA devem emitir quase um milhão de vistos, um aumento de 57% sobre o volume de 2010. O crescimento estimado para 2012 é de 30%. O Brasil é hoje o quinto país que mais envia visitantes aos Estados Unidos. A expectativa é que 1,5 milhão de brasileiros visitem os EUA até o final de 2011, superando o recorde de 1,2 milhão em 2010. De acordo com o Departamento de Comércio dos EUA, os brasileiros foram os que mais gastaram no país em 2010, e assim, contribuindo com quase seis bilhões de dólares para a economia americana.</p>]]></description><pubDate>2012-01-02 16:57:09</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=586051&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/consulados-americanos-farao-mutiroes-para-visto-ate-abril-3553265]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=586051&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/consulados-americanos-farao-mutiroes-para-visto-ate-abril-3553265]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Na ponte aérea Rio-Paris com Danuza Leão]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Danuza Leão só voa de executiva. Compra no cartão, parcelado. âNão viajo em classe econômica: é um problema de direitos humanos, depois dos 45. É uma despesa fixa que tenho, como condomínio, luz, gás etcâ diz com bom humor em seu novo livro âÉ tudo tão simplesâ, lançado mês passado pela editora Agir. Quase 20 anos depois do clássico âNa sala com Danuzaâ, uma bíblia da etiqueta para muita gente, ela volta a desfilar seus conceitos do que é educado, ético e útil para o dia a dia, e também em longas viagens (ela faz pelo menos duas por ano). De lá para cá, muita coisa mudou. Danuza também.</p><p>Logo nas primeiras páginas do livro â um dos mais vendidos no Rio neste fim de ano, segundo as livrarias Travessa e Cultura â Danuza conta como foi se despojando de bens materiais para simplificar a vida. O que também facilitou o momento de arrumar as malas para viajar.</p><p>â Já me acostumei com malas menores. Viajar no inverno é simples: levo duas botas, três calças, três suéteres, meia dúzia de camisetas e pronto â conta, lembrando depois dos antigos casacos de pele e dos novos de nylon recheados de pluma que ela adotou no ano passado. â Esse casaco é um sonho porque não amarrota, é leve e barato. Não sai mais da moda.</p><p>Os capítulos são organizados à mesma forma do clássico âNa salaâ, em que ela revê suas ideias sobre relacionamentos, vida social, viagens e consumo. Neste último tópico, aliás, o item que abre a lista de âcoisas que vale a pena comprarâ é a mala da grife Louis Vuitton, que Danuza leva coberta por uma capa de nylon marrom. âEssa marca se banalizou demais, mas com as capas as malas são perfeitasâ, descreve.</p><p>Quando conversamos, Danuza se preparava para passar as festas de fim de ano e o mês de janeiro em Paris, cidade onde morou em dois momentos distintos da vida e que continua visitando com regularidade.</p><p>â Quando chego em Paris, me sinto em casa. Fico há anos no mesmo hotel, o Welcome, bem na esquina da Rue de Seine com o Boulevard Saint-Germain. E adoro voltar a lugares onde fui feliz â conta. â Paris tem uma coisa que é o oposto daqui: você volta aos lugares e a decoração é a mesma, o menu, as roupas dos garçons, tudo está igual. Até tem os novidadeiros, mas esses não me interessam. Gosto desse reencontro. Dá uma certa segurança saber que tudo continua por lá.</p><p>Entre os lugares que ela sempre volta, estão o Café de Flore, âo melhor que existeâ, e a pequena Praça Furstenberg, âlinda no verão, no inverno, no outono e na primaveraâ. Ela também não dispensa um bom jantar: âEntrar num restaurante na França pode ser um importantíssimo evento cultural. Se for primavera, regale-se com os aspargos verdes; se for verão, cerejas, framboesas, frutas e folhas deliciosasâ, aconselha.</p><p>Danuza adora revisitar Paris, mas outras cidades foram riscadas da lista. âComo já conheço, não preciso voltar à Grécia, com todas as ruínas e ilhas a que tive direito; Rússia, Mongólia, China, Japão, Tailândia, Índia (...)â e a lista é longa. Também depende da temporada: Veneza no verão, jamais. Em compensação, no inverno, é mágica. Danuza também evita lugares lotados. Por isso, até uma cidade que ela adorava ver, Marrakesh, saiu da sua lista. E conta que, da próxima vez, vai de ônibus para São Paulo:</p><p>â É muita gente. Muito estresse. Tornou-se impossível pegar a ponte aérea.</p><p>Por isso, um dos conselhos mais destacados no capítulo de viagens é um dos itens obrigatórios na nécessaire:</p><p>â Um bom remédio para dormir.</p><p>âO avião é um recinto promíscuo, onde 300 pessoas que não se conhecem compartilham do mesmo espaço para dormir, acordar, beber, durante dez, 12 horas; então, faça com que nesse tempo as coisas aconteçam com o máximo de civilidadeâ, escreve. Civilidade inclui respeitar o espaço das poltronas; não importunar o vizinho; dobrar o jornal depois de ler; não ir descalça ao banheiro e, quando sair, deixá-lo impecável; se dormir, sacar os óculos escuros e pentear o cabelo ao acordar, e, na saída, deixar a poltrona arrumada.</p><p>E que assim a vida se torne mais simples.</p><p><b>Entre uma brasileira em Paris e uma fashionista parisiense</b></p><p>Ah, como as francesas são magras, elegantes, descoladas, cultas... O sucesso do livro âA parisiense â O guia de estilo de Inès de la Fressangeâ, da editora Intrínseca, que tenta desvendar em fotos e textos ágeis e bem-humorados o segredo delas, indica que muito mais gente pensa assim do que admite. Na unidade carioca da Livraria Cultura, em São Conrado, é o livro mais vendido. Na Livraria da Travessa, a charmosa edição perde para o título de Danuza Leão, mas fica bem perto.</p><p>Muito mais do que enumerar os âmandamentosâ de estilo da parisiense, o livro de Inès, que foi musa e modelo de Karl Lagerfeld na Chanel, se sai um delicioso guia de viagens. Saiba onde comprar âo suéterâ de cashmere com decote em V (na Éric Bompard); a bolsa de couro cru mais desejada da cidade (na sueca Kerstin Adolphson); ou os sapatos criados por Catherine Deneuve (na Roger Vivier). No penúltimo capítulo, âA Paris de Inèsâ sobram endereços mágicos, entre livrarias e museus, que só os experts na Cidade da Luz conhecem.</p>]]></description><pubDate>2012-01-02 14:03:55</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=585623&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/na-ponte-aerea-rio-paris-com-danuza-leao-3552079]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=585623&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/na-ponte-aerea-rio-paris-com-danuza-leao-3552079]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Hotelaria de luxo agora de olho nos brasileiros]]></title><description><![CDATA[<p>A fachada lembra muito os hotéis de South Beach, num inconfundível estilo art déco típico do bairro mais cool de Miami. Mas o 45 Park Lane está em Londres, e é uma das melhores novidades na cena hoteleira da sede das Olimpíadas de 2012. Inaugurado em setembro, é um dos últimos lançamentos da Dorchester Collection, rede de hotéis de luxo que aposta no mercado brasileiro â e que também incorporou o classudo Le Richemond, em Genebra, no mês de agosto, e reabriu o clássico Hotel Bel-Air, em Los Angeles, depois de dois anos de reformas.</p><p>Enquanto a Europa e os Estados Unidos não conseguem espantar a crise financeira definitivamente, os hotéis de luxo investem como nunca, especialmente para atrair clientes brasileiros, chineses, indianos e russos, cada vez mais numerosos, substituindo em parte os europeus, americanos e japoneses. As principais redes mundiais continuam a abrir novas unidades, e o mercado brasileiro é uma das bolas da vez. Em busca de novos clientes, os mais altos executivos desses grupos têm visitado o país com regularidade jamais vista.</p><p>â Os brasileiros estão entre os nossos principais hóspedes. Eles adoram o Plaza Athènèe e, mesmo que não se hospedem conosco, gostam de frequentar os bares e restaurantes do hotel. Também estão começando a ir cada vez mais ao Le Meurice â diz François Delahaye, diretor-geral do Plaza Athenèe e do Le Meurice, ambos em Paris e pertencentes à Dorchester Collection, que esteve no Brasil recentemente como parte do trabalho de aproximação de clientes e agentes de viagem, e para anunciar as últimas novidades do grupo.</p><p>E novidade é o que não falta. Além da inauguração do 45 Park Lane, do ingresso do Le Richemond e da reabertura do Bel-Air, o grupo está preparando as comemorações pelo centenário do The Beverly Hills Hotel, inaugurado em 1912. Os âpresentesâ começaram a serem dados ainda este ano, com a inauguração de dois bangalôs presidenciais.</p><p>â Nossos hotéis sempre apostam em restaurantes de alta classe, com assinaturas de chefs famosos, como o austríaco radicado nos Estados Unidos Wolfgang Puck, que abriu o seu primeiro restaurante na Europa no 45 Park Lane, o CUT â conta François Delahaye.</p><p>Outro grupo hoteleiro voltado ao mercado de luxo que também andou pelo Brasil recentemente é o Denihan Hospitality Group, representado pela cubana Lourdes Hainlin, nova diretora de vendas para a América Latina, cargo recém-criado, e que dá a dimensão do interesse no mercado brasileiro.</p><p>â Estou baseada em Miami pela proximidade do público latino, em geral, e brasileiro, em especial, e por conta da aquisição do Royal Palm, na Collins Avenue, em South Beach, comprado pelo grupo. Estamos reformando o hotel, que não fecha as portas durante as obras, previstas para terminarem em 2012. E teremos um restaurante fantástico, a primeira filial fora de Manhattan de um dos endereços mais famosos de Nova York â anuncia Lourdes Hainlin, fazendo mistério.</p><p>A Big Apple é o berço do grupo, e o seu hotel mais espetacular de todos, The Surrey, inaugurado há cerca de dois anos, acaba de entrar para a associação Relais & Châteaux. É o primeiro de Manhattan a integrar o grupo.</p><p>â Foram eles mesmos que nos procuraram e nos convidaram para fazermos parte da associação. Tiveram que abrir uma exceção, o que raramente acontece, para permitir que um hotel com mais de cem quartos entre no grupo, focado em empreendimentos menores â lembra Lourdes.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-12-28 14:28:33</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=577911&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hotelaria-de-luxo-agora-de-olho-nos-brasileiros-3525695]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=577911&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/hotelaria-de-luxo-agora-de-olho-nos-brasileiros-3525695]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Sucesso tanto na China quanto na Vila Madalena]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Quando a chef Vivi Gonçalves decidiu abrir, em 2004, o restaurante Alameda, em Pequim, na China, não imaginava que seus criativos menus de comida internacional com toque brasileiro fariam sucesso a ponto de a casa ser eleita, por três anos consecutivos, a melhor da cidade pelos leitores cosmopolitas da revista âThatâs Beijingâ. Depois de ser reconhecida também como melhor chef de Pequim e pelo melhor serviço, Vivi voltou da capital chinesa para São Paulo, estagiou em cozinhas de nomes festejados como Alex Atala (D.O.M.) e Helena Rizzo (Maní) e abriu há coisa de um mês o ChefVivi, que segue a fórmula de ambiente clean e aconchegante, menu com pratos que mudam diariamente e serviço impecável de seu Alameda. Vivi passou seis anos na Inglaterra, onde estudou catering no City of Bristol College, e trabalhou como sous-chef no restaurante Bocanova. De terça a sexta-feira, o almoço oferece um menu fixo a R$ 39,50 com opções como a costelinha suína cozida na panela por cinco horas, polenta com ervas e molho do próprio cozimento. No jantar, não perca o carrê de cordeiro com purê de cará, redução de vinho tinto e frutas vermelhas (R$ 62). E um prato do cardápio de Pequim pode ser apreciado no restaurante brasileiro: o pavê de amêndoas, um manjar dos deuses. O ChefVivi fica na Rua Girassol 833, na Vila Madalena. Tel. (11) 3031-0079. <a rel="external" href="http://chefvivi.com.br/web">chefvivi.com.br/web</a></p><p><b>Retrospectiva completa de Eliseu Visconti</b></p><p>Há mais de 60 anos, Eliseu Visconti (1866-1944), um dos mais importantes artistas do Brasil entre 1890 e 1920, não era tema de uma grande retrospectiva. A última foi realizada em 1949, no Museu de Belas Artes do Rio. Visconti é reconhecido como um dos grandes mestres nos estilos simbolista e impressionista e, para recuperar a importância da obra do italiano radicado brasileiro, a exposição âEliseu Visconti â A modernidade antecipadaâ traz à Pinacoteca do Estado de São Paulo um conjunto de 250 obras, entre pinturas, desenhos e cerâmicas. A Pinacoteca fica Praça da Luz 2, tel. (11) 3324-1000. Abre de terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Ingressos: R$ 6</p><p><b>Oswald de Andrade: o culpado em exposição</b></p><p>Com âdireito de ser traduzido, reproduzido e deformado em todas as línguasâ, vida e obra do modernista Oswald de Andrade (1890â1954) são revisitadas em exposição temporária no Museu da Língua Portuguesa. Com o título âOswald de Andrade: o culpado de tudoâ, a mostra apresenta a consistência e a atualidade da obra do polêmico escritor paulista, um dos criadores da Semana de Arte Moderna de 1922, sem perder de vista a dimensão biográfica do personagem. Poucos escritores têm, como Oswald, uma biografia que é também um retrato de seu tempo: de jovem burguês viajante e boêmio acompanhando os movimentos da vanguarda europeia; artífice do movimento modernista e agitador antropofágico; poeta e autor de narrativas experimentais; dilapidador de fortuna arruinado pela crise de 1929; militante comunista; à artista e intelectual condenado ao ostracismo na fase final, até sua morte. A curadoria é de José Miguel Wisnik, com curadoria-adjunta de Cacá Machado e Vadim Nikitin. Carlos Augusto Calil e Jorge Schwartz são consultores. O projeto expográfico é do arquiteto Pedro Mendes da Rocha. O Museu da Língua Portuguesa fica na Praça da Luz s/n, tel. 11 3326-0775. Terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Ingresso: R$ 6.</p><p><b>00 paulistano</b></p><p>Boa notícia para cariocas que querem se sentir em casa na capital paulista. Acaba de ser inaugurada uma filial do badalado 00, que há 11 anos faz sucesso na noite do Rio. Batizado de 00 São Paulo, o restaurante manteve o jeito carioca, mas fez algumas adaptações para agradar também aos paulistanos. O 00 São Paulo está dividido em três áreas: 00 Bistrô, 00 Lounge e uma novidade criada para a cidade, o 00 Café. O bistrô tem algumas novidades como a reformulação dos tradicionais pratos filé 00 e tuna 00, do sanduíche dupla 00 e da sobremesa Jojo. Para a estreia na cidade, os pratos ganharam novos ingredientes, mantendo o estilo mediterrâneo-contemporâneo-fusion da gastronomia da casa. A chef Flávia Carnicelli foi responsável pelas atualizações do cardápio e por elaborar algumas novidades no menu como o Kobe 00, o Strozapretti e o Pato do Zero. No 00 Lounge, foi criado um balcão e um deque de madeira ao ar livre, com bicas dâágua e paisagismo assinado por Octávio Renzo. É nesse espaço que atrações culturais se apresentam em dias específicos. O 00 São Paulo fica na Alameda Itú 1.466. Fecha às terças-feiras. <a rel="external" href="http://00site.com.br">00site.com.br</a></p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-12-27 22:28:53</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=576934&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sucesso-tanto-na-china-quanto-na-vila-madalena-3522818]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=576934&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sucesso-tanto-na-china-quanto-na-vila-madalena-3522818]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Sinal verde para esportes de inverno no Canadá]]></title><description><![CDATA[<p>EDMONTON E RIO - As estações de esqui no Canadá abriram a temporada mais cedo este ano, impulsionadas pelo efeito La Niña que criou excelentes condições de neve para os esquiadores, principalmente nas pistas situadas mais a oeste do país, segundo o jornal "Globe and Mail". Nessa região, o efeito La Niña significa temperaturas mais baixas que o normal e precipitações densas durante os meses de inverno. A primeira estação de esqui a abrir as pistas no país foi Nakiska, em 29 de outubro, a estação de esqui mais próxima de Calgary. Whistler, bastante popular entre os esquiadores brasileiros, abriu no dia 24 passado, com ótimos níveis de neve.</p><p>Entre as novidades nas pistas de Whistler (<a rel="external" href="http://www.whistlerblackcomb.com/index.htm">whistlerblack comb.com</a>) este ano destaca-se o novo aplicativo para iPhone que permite mapear o trajeto de descida, com distância percorrida e velocidade alcançada, usando GPS, E quem se inscreve nas aulas de esqui ou snowboard para adultos tem a garantia de que os grupos serão de no máximo quatro pessoas.</p><p>Com três estações localizadas dentro de uma área protegida com a chancela da Unesco, o Parque Nacional de Banff â o primeiro e o maior parque canadense â reúne três estações de esqui: Norquay, Lake Louise e Sunshine Village (<a rel="external" href="http://www.skibig3.com/">skibig3.com</a>), onde a temporada de esqui costuma ser uma das mais longas da América do Norte. Recentemente, o parque recebeu a visita do duque e da duquesa de Cambridge, William e Kate, que escolheram o Skoki Lodge, perto da estação de Lake Louise para um pernoite longe dos compromissos oficiais.</p><p>Sunshine Village, o único hotel ski in ski out no parque de Banff, com estação de gôndola na porta do hotel, renovou toda a ala oeste para esta temporada. Com decoração que tende para o rústico-montanhês, ganhou piso aquecido e banheiras de hidromassagem nos quartos. Dois hotéis Fairmont no estilo castelo fazem parte da área de esqui de Banff, o Banff Springs e o Château Lake Louise. Na dúvida entre qual se hospedar, escolha ambos. Os hóspedes podem experimentar os dois estabelecimentos sem se preocupar com a bagagem, que será levada pelo pessoal do hotel enquanto esquiam pelas pistas dos três resorts, já que o tíquete inclui acesso às três montanhas.</p><p>Jasper é outro parque nacional com uma importante área esquiável na província de Alberta: Marmot Basin (<a rel="external" href="http://www.skimarmot.com/">skimarmot.com</a>). A estação tem 86 pistas distribuídas e se orgulha de ter o mais rápido teleférico para quatro pessoas de uma só vez nas Rochosas canadenses. Nesta temporada, dois novos lifts entram em operação no resort.</p><p>As estações da porção oeste do país gostam de contar vantagem em relação às pistas do leste, porque oferecem neve seca. Mas, quem busca mais que neve na temporada de inverno no Hemisfério Norte encontra outras opções nas proximidades de Montréal, em áreas como Laurentians/Laurentides (dependendo de qual idioma você prefere, se inglês ou francês, já que o idioma oficial da província de Québec é o francês).</p><p>O resort Mont Saint-Sauveur (<a rel="external" href="http://www.mssi.ca/">mssi.ca</a>) investiu em melhorias nas pistas para iniciantes e programas para tornar mais fácil as primeiras experiências de quem começa a se aventurar pelas pistas. Além disso, o Bistro-Bar 70 foi totalmente renovado e oferece em destaque para os clientes a vista para o Saint-Saveur Valley. É ali que acontece o happy hour mais animado da estação, com música de DJ e bons vinhos no cardápio.</p><p>O Parque Nacional de Mont-Tremblant (<a rel="external" href="http://www.sepaq.com/">sepaq.com</a>), também em Québec, inaugurou uma pista de 14 quilômetros de cross-country em volta do Lago Monroe. A pista de nível intermediário pode ser percorrida na companhia de um guia nas tardes de sábado. O trajeto explora o vale do Diable River até as cascatas Chutes-Croches.</p><p> </p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-12-01 16:00:36</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=538780&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sinal-verde-para-esportes-de-inverno-no-canada-3362959]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=538780&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/sinal-verde-para-esportes-de-inverno-no-canada-3362959]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Começa a temporada de esportes de inverno no Canadá]]></title><description><![CDATA[<p>EDMONTON E RIO - As estações de esqui no Canadá abriram a temporada mais cedo este ano, impulsionadas pelo efeito La Niña que criou excelentes condições de neve para os esquiadores, principalmente nas pistas situadas mais a oeste do país, segundo o jornal "Globe and Mail". Nessa região, o efeito La Niña significa temperaturas mais baixas que o normal e precipitações densas durante os meses de inverno. A primeira estação de esqui a abrir as pistas no país foi Nakiska, em 29 de outubro, a estação de esqui mais próxima de Calgary. Whistler, bastante popular entre os esquiadores brasileiros, abriu no dia 24 passado, com ótimos níveis de neve.</p><p>Entre as novidades nas pistas de Whistler (<a rel="external" href="http://www.whistlerblackcomb.com/index.htm">whistlerblack comb.com</a>) este ano destaca-se o novo aplicativo para iPhone que permite mapear o trajeto de descida, com distância percorrida e velocidade alcançada, usando GPS, E quem se inscreve nas aulas de esqui ou snowboard para adultos tem a garantia de que os grupos serão de no máximo quatro pessoas.</p><p>Com três estações localizadas dentro de uma área protegida com a chancela da Unesco, o Parque Nacional de Banff â o primeiro e o maior parque canadense â reúne três estações de esqui: Norquay, Lake Louise e Sunshine Village (<a rel="external" href="http://www.skibig3.com/">skibig3.com</a>), onde a temporada de esqui costuma ser uma das mais longas da América do Norte. Recentemente, o parque recebeu a visita do duque e da duquesa de Cambridge, William e Kate, que escolheram o Skoki Lodge, perto da estação de Lake Louise para um pernoite longe dos compromissos oficiais.</p><p>Sunshine Village, o único hotel ski in ski out no parque de Banff, com estação de gôndola na porta do hotel, renovou toda a ala oeste para esta temporada. Com decoração que tende para o rústico-montanhês, ganhou piso aquecido e banheiras de hidromassagem nos quartos. Dois hotéis Fairmont no estilo castelo fazem parte da área de esqui de Banff, o Banff Springs e o Château Lake Louise. Na dúvida entre qual se hospedar, escolha ambos. Os hóspedes podem experimentar os dois estabelecimentos sem se preocupar com a bagagem, que será levada pelo pessoal do hotel enquanto esquiam pelas pistas dos três resorts, já que o tíquete inclui acesso às três montanhas.</p><p>Jasper é outro parque nacional com uma importante área esquiável na província de Alberta: Marmot Basin (<a rel="external" href="http://www.skimarmot.com/">skimarmot.com</a>). A estação tem 86 pistas distribuídas e se orgulha de ter o mais rápido teleférico para quatro pessoas de uma só vez nas Rochosas canadenses. Nesta temporada, dois novos lifts entram em operação no resort.</p><p>As estações da porção oeste do país gostam de contar vantagem em relação às pistas do leste, porque oferecem neve seca. Mas, quem busca mais que neve na temporada de inverno no Hemisfério Norte encontra outras opções nas proximidades de Montréal, em áreas como Laurentians/Laurentides (dependendo de qual idioma você prefere, se inglês ou francês, já que o idioma oficial da província de Québec é o francês).</p><p>O resort Mont Saint-Sauveur (<a rel="external" href="http://www.mssi.ca/">mssi.ca</a>) investiu em melhorias nas pistas para iniciantes e programas para tornar mais fácil as primeiras experiências de quem começa a se aventurar pelas pistas. Além disso, o Bistro-Bar 70 foi totalmente renovado e oferece em destaque para os clientes a vista para o Saint-Saveur Valley. É ali que acontece o happy hour mais animado da estação, com música de DJ e bons vinhos no cardápio.</p><p>O Parque Nacional de Mont-Tremblant (<a rel="external" href="http://www.sepaq.com/">sepaq.com</a>), também em Québec, inaugurou uma pista de 14 quilômetros de cross-country em volta do Lago Monroe. A pista de nível intermediário pode ser percorrida na companhia de um guia nas tardes de sábado. O trajeto explora o vale do Diable River até as cascatas Chutes-Croches.</p><p> </p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-12-01 16:00:36</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=534971&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/comeca-temporada-de-esportes-de-inverno-no-canada-3362959]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=534971&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/comeca-temporada-de-esportes-de-inverno-no-canada-3362959]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Aberta a temporada de patinação no gelo em Londres]]></title><description><![CDATA[<p>LONDRES - Bastou o tempo esfriar um pouco para que pistas de patinação no gelo comecem a se proliferar em Londres. Oferecendo muito mais que a chance de deslizar com amigos e parentes, as diversas opções oferecem também um cenário que nenhum rinque de shopping consegue imitar. A pista mais badalada, a Eyeskate, foi montada bem ao lado do London Eye, e começou a funcionar no último dia 19 (e fica em funcionamento até 6 de janeiro). Na abertura aconteceu uma encenação de âO quebra-nozes on iceâ. No dia 4 de dezembro é a vez de uma competição de patinação artística, com entrada gratuita â no resto da temporada do Eyeskate o ingresso custa 10,50 libras para adultos e 7,50 libras para crianças (aos sábados, domingos e feriados, e entre 17 de dezembro e 6 de janeiro o valor sobe para 12,50 libras e 9,50 libras, respectivamente). Há outros rinques de patinação pela cidade que só fecham em fevereiro. Portanto vale dar uma olhada no guia montado pelo <a rel="external" href="http://Visitlondon.com">Visitlondon.com</a>, que também oferece pacotes e descontos. <a rel="external" href="http://visitlondon.com/events/special/ice-rinks-winter-2011">visitlondon.com/events/special/ice-rinks-winter-2011</a>.</p><p><b>Jingle Bell</b></p><p>Compras de natal a pé. Em tempos de real valorizado, percorrer as ruas de Londres para as compras de Natal e aproveitar as liquidações de fim de dezembro virou um programa ainda mais atraente. E um dos pontos altos do calendário será o fechamento da Oxford Street para o tráfego, no dia 10. Além de horários de funcionamento estendidos para as principais lojas da região, haverá promoções e um pequeno festival natalino. Obviamente, os engarrafamentos de gente serão inevitáveis, mas a ocasião promete, até porque outro emblema do consumo, Regent Street, também vai aderir ao esquema.</p><p><b>Arte do Islã</b></p><p>Hajj no British Museum. Um dos ritos da fé muçulmana mais conhecidos universalmente, o Hajj, a peregrinação anual à cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita â e que todo muçulmano deve fazer pelo menos uma vez na vida â é o tema a primeira exibição do British Museum em 2012. Abrindo em 26 de janeiro, o evento examina a História e as histórias de uma jornada cuja enormidade logística já se faz presente desde a Antiguidade. Foi em Meca que, no século VII, o profeta Maomé recebeu de Alá as primeiras revelações sobre a fé muçulmana. A exibição trará uma diversidade de material arqueológico e contemporâneo sobre as jornadas. Para mais informações: <a rel="external" href="http://britishmuseum.org">britishmuseum.org</a></p><p><b>Torre de Londres</b></p><p>Visita macabra. Se hoje é mais conhecida por abrigar as joias da Coroa Britânica, a Torre de Londres durante séculos foi uma temida prisão e local de execuções, em que nem mesmo nobres foram poupados. Diz a lenda que alguns fantasmas ainda pairam pelas redondezas, e para os mais interessados no macabro ou sobrenatural, a partir de janeiro será possível visitar a Torre em passeios noturnos, guiados pelos próprios guardas do local. Há apenas um passeio por semana, às quartas, então comprar antecipadamente é fundamental. Para os mais corajosos, o site oficial é <a rel="external" href="http://hrp.org.uk/TowerOfLondon">hrp.org.uk/TowerOfLondon</a>.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-30 17:50:38</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=533004&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aberta-temporada-de-patinacao-no-gelo-em-londres-3356024]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=533004&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/aberta-temporada-de-patinacao-no-gelo-em-londres-3356024]]></link></item> <item> <title><![CDATA[A apaixonante Ilha do Amor, no âCaribe amazônicoâ]]></title><description><![CDATA[<p>ALTER DO CHÃO - Não é à toa que a vila de Alter do Chão, a cerca de 35 quilômetros de Santarém, no Pará, é conhecida como o âCaribe amazônicoâ. O local é sucesso inclusive em publicações internacionais â já tendo sido citado pelo âThe Guardianâ, entre as melhores praias do Brasil. O Rio Tapajós é de um azul cristalino, a água é morna e a areia, branca. E sem mosquitos a incomodar, devido à acidez da água, resta aos visitantes relaxar em suas praias, passear de barco e, para quem quiser, explorar a Floresta Nacional do Tapajós, fazendo uma trilha, tomando banho de igarapé e conhecendo a realidade de uma comunidade ribeirinha.</p><p>Diante da imensidão do Tapajós, às vezes é difícil acreditar que estamos num rio. Em alguns trechos, ele chega a ter impressionantes 18 quilômetros de largura. Em Alter, a praia que faz mais sucesso é a Ilha do Amor, localizada bem em frente à vila e seu cartão-postal. A travessia é feita em barquinhos a remo, leva cerca de cinco minutos e custa R$ 3. No mês de novembro as águas baixam ainda mais e é possível chegar lá a pé.</p><p>A Praia do Cajueiro também encanta os visitantes, e fica a dez minutos a pé do centro da vila. Nas duas há barracas que servem bolinho de piracuí (farinha feita de peixe seco socado no pilão), iscas de peixe e tucunaré na chapa.</p><p>Entre os passeios de barco, há o Lago Verde, que inclui passagem por igapós (áreas de floresta amazônica alagada); a praia de Ponta das Pedras, com formações rochosas; e a Ponta do Cururu, onde você verá um lindo pôr do sol e, com sorte, botos. Prepare-se para tomar um banho mesmo no barco, na ida ou na volta de Ponta das Pedras, dependendo da direção do vento.</p><p><b>Caminhada e banho de igarapé às margens do Rio Tapajós</b></p><p>Partindo de Alter do Chão, também vale a pena conhecer é a Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós), a uma hora e meia de voadeira (lancha veloz). O passeio inclui caminhada de três horas pela floresta, parando para apreciar árvores como Breu Branco, utilizada no preparo de remédios para sinusite, seringueiras e uma enorme sumaúma.</p><p>Apesar de ter um trecho de subida, a caminhada não é pesada, mas torna-se cansativa por causa do forte calor, principalmente na área de floresta secundária, que foi desmatada no passado, antes de o local ser transformado em Unidade de Conservação. Mas a vegetação é tão fechada nesse trecho que um leigo só percebe a diferença a sua volta por causa do aumento do calor e do solo arenoso. Depois da caminhada, a pedida é um bom banho de igarapé, com água bem mais gelada que a do Tapajós.</p><p>Um dos pontos de partida para a trilha é a comunidade de Jamaraquá, formada por 24 famílias que vivem da extração da borracha e do turismo. Mas, antes de fazer esse passeio, certifique-se de que o guia contratado tem autorização do Instituto Chico Mendes (ICMBio) para entrar na reserva florestal. O preço médio fica em torno de R$ 150 por pessoa para um grupo de três.</p><p>O verão amazônico vai de agosto a dezembro. A partir de novembro, o calor é muito intenso. A melhor época para visitar Alter do Chão é durante o mês de setembro, quando as águas do rio baixam, formando bancos de areia e praias, e a temperatura é amena. Mas é justamente nessa época que Alter vive seu período de altíssima temporada, com a realização do Sairé.</p><p>O Sairé, festa de cunho religioso e bastante importante para as comunidades da região, acontece na segunda quinzena de setembro. O evento é marcado pela procissão fluvial que dá início à programação e inclui shows de carimbó e uma disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, nos moldes dos bois de Parintins.</p><p>Mas o Sairé costuma superlotar a vila, expondo a frágil estrutura da região para comportar tantos visitantes de uma vez só. Por isso, quem quiser programar sua viagem para o mês de setembro deve fazê-lo com bastante antecedência, já que a oferta de quartos em pousadas e hotéis é limitada para o volume de visitantes que a localidade atrai nesse período.</p><p>Quatro dias são suficientes para explorar o lugar. Devido à proximidade de Santarém, principal cidade no oeste do Pará, a vila de Alter do Chão oferece infraestrutura razoável. Há bons hotéis e pousadas, mas não há muitos restaurantes. A especialidade são os pratos à base de peixe. Tucunaré, surubim, tambaqui e pirarucu são as grandes atrações, servidos na chapa, à escabeche, na manteiga ou na forma de moqueca.</p><p>Procure levar dinheiro em espécie, já que nenhum lugar aceita cartão e há somente um caixa eletrônico da Caixa Econômica, no mercadinho, e uma agência dos Correios que funciona como banco postal do Bradesco.</p><p><b>COMO CHEGAR</b></p><p><b>Alter do Chão:</b> De Santarém saem ônibus diariamente, de hora em hora, para Alter do Chão. De táxi, a viagem é feita em menos de uma hora e custa cerca de R$ 80.</p><p><b>ONDE FICAR</b></p><p><b>Hotel Beloalter:</b> Situado em uma praia particular do Lago Verde, cobra diárias a partir de R$ 184. Tel. (93) 3527-1230. <a rel="external" href="http://beloalter.com.br">beloalter.com.br</a></p><p><b>Hotel Mirante da Ilha:</b> De frente para o rio Tapajós, o hotel fica ao lado da praia do Cajueiro. Diárias a partir de R$ 153. Rua Lauro Sodré 369. Tel. (93) 3527-1268. <a rel="external" href="http://hotelmirantedailha.com.br">hotelmirantedailha.com.br</a></p><p><b>Pousada Vila da Praia:</b> A um quarteirão da praia, a pousada oferece chalés com ar-condicionado a partir de R$ 100. Trav. Copacabana 145. Tel. (93) 8114.2694. <a rel="external" href="http://viladapraiapousada.blogspot.com">viladapraiapousada.blogspot.com</a></p><p><b>PASSEIOS</b></p><p><b>Raimundo:</b> É possível combinar de fazer os três passeios visitando as Ilhas do Amor e do Cajueiro, além do Lago Verde, todos de uma vez só, por um preço único em torno de R$ 70. Os passeios são tratados em uma barraca na Ilha do Amor ou pelo telefone (93) 9139-1680.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-28 13:53:23</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=528857&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/a-apaixonante-ilha-do-amor-no-caribe-amazonico-3340099]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=528857&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/a-apaixonante-ilha-do-amor-no-caribe-amazonico-3340099]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Descontos de viagens que são um verdadeiro luxo]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Depois de os sites de venda coletiva descobrirem o turista brasileiro, chegou a vez de o serviço de <i>flash-sales</i> (vendas-relâmpago) chegar ao mercado de viagens de luxo nacional. Até o final do mês entra no ar a versão local da francesa Voyage Privé, que encontrará um concorrente já estabelecido há seis meses, o pioneiro Zarpo. Em comum aos dois, o modelo de clube fechado, exclusivo para "sócios" previamente cadastrados.</p><p>Voltados para a classe A, os sites oferecem diariamente ofertas de hospedagem em hotéis boutique, cinco estrelas, pousadas de luxo e resorts no Brasil e no exterior. Às vezes, passeios, jantares ou transporte aéreo são incluídos nos pacotes, sempre com descontos. No Zarpo (<a rel="external" href="http://zarpo.com.br">zarpo.com.br</a>), as ofertas costumam durar de cinco a dez dias, com validade para três meses, em média, e descontos de até 50% no valor total da hospedagem. A Voyage Privé (<a rel="external" href="http://www.voyage-prive.com.br">www.voyage-prive.com.br</a>) promete abatimentos de 30% a 70%. Mas se engana quem pensa que vai encontrar pechinchas:</p><p>â Nossos sócios não vão achar as opções mais baratas, e sim o melhor custo-benefício. Além disso, o sócio não procura o serviço só pela oferta. Parte do nosso trabalho é sugerir novos destinos, de qualidade comprovada â explica a CEO da Voyage Privé Brasil, Joana Picq.</p><p>"Sócios" são os usuários dos sites, que precisam se registrar ou ser convidados por outros membros para terem acesso às promoções. Esse sistema de convites foi implantado por empresas pioneiras no segmento, como a americana Jetsetter (<a rel="external" href="http://jetsetter.com">jetsetter.com</a>) e a francesa Voyage Privé â esta abre sua filial brasileira depois de cinco anos na Europa. Mas atualmente quase não é exigido. Nas empresas que atuam no Brasil, basta se cadastrar e esperar pela confirmação.</p><p>Outra diferença fundamental entre esse serviço e o modelo mais conhecido de venda coletiva é a forma de reserva. Nos sites mais populares, o cliente compra um cupom que precisa ser trocado com o prestador de serviço, o que, no caso de hotéis pode gerar problemas como incompatibilidade de datas. Nesse novo sistema, o consumidor reserva direto pelo site a data em que quer se hospedar e só fecha a compra depois que estiver tudo confirmado.</p><p>â O processo é o mesmo de uma agência de viagens â exemplifica Numa Sales de Paiva, um dos sócios da Zarpo, que já está há seis meses em atividade no Brasil. â Adotamos uma linha de curadoria, fazemos a triagem do que consideramos interessante para nossos clientes. Nosso site sempre vai ter os clássicos, como Paris, Buenos Aires, Nova York, mas procuramos oferecer destinos como a Polinésia Francesa e o Marrocos.</p><p>Serviços similares também começam a chegar a países vizinhos. Semana passada foi lançado no Chile o site Bungolow, também com conteúdo fechado. No caso deles, a prioridade de destinos é a América Latina.</p><p>No começo desta semana, pelo site Zarpo, três noites no Cana Brava Resort, em Ilhéus, entre 25 e 28 de novembro, sairiam a R$ 768. Reservando diretamente com o hotel, o valor total seria R$ 1.260. Outra oferta era do cinco-estrelas Relais Christine, em Paris, cuja diária para uma suíte Jr. duplex custa R$ 1.110. Clientes do Zarpo reservariam o mesmo quarto por R$ 999, valor que pode ser parcelado em três vezes sem juros.</p><p>Ainda sites como o Tablet (<a rel="external" href="http://tablethoteis.com.br">tablethoteis.com.br</a>); Splendia (<a rel="external" href="http://Splendia.com">Splendia.com</a>); Relais Châteaux (<a rel="external" href="http://relaischateaux.com">relaischateaux.com</a>) e Hoteis.com (<a rel="external" href="http://hoteis.com">hoteis.com</a>) também trazem ofertas de última hora no segmento luxo.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-25 16:57:56</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=524733&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/descontos-de-viagens-que-sao-um-verdadeiro-luxo-3323125]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=524733&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/descontos-de-viagens-que-sao-um-verdadeiro-luxo-3323125]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novo site das Cataratas do Iguaçu tem venda de entradas online]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Escolhido recentemente como uma das sete maravilhas da Natureza, o Parque Nacional do Iguaçu tem agora venda online de ingressos. A ferramenta é uma das novidades do site da concessionária que administra as Cataratas. Através da página <a rel="external" href="http://cataratasdoiguacu.com.br">cataratasdoiguacu.com.br</a> o visitante pode comprar os bilhetes, que custam, para brasileiros, R$ 24,30 (crianças até 11 anos e maiores de 65 pagam R$ 6,70). O novo site entrou no ar no último dia 16.</p><p>Para efetuar a compra é necessário clicar no ícone âCompre seu ingresso onlineâ. Escolha o dia da visita (neste momento, há datas disponíveis até final de janeiro) e o tipo de ingresso, que varia de acordo com a nacionalidade do visitante - brasileiros e cidadãos dos países membros do Mercosul têm tarifas reduzidas. A transação é feita com cartão de crédito, das bandeiras MasterCard e Visa.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-25 15:53:33</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=524150&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novo-site-das-cataratas-do-iguacu-tem-venda-de-entradas-online-3322321]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=524150&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/novo-site-das-cataratas-do-iguacu-tem-venda-de-entradas-online-3322321]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Greve geral faz companhia aérea cancelar voos em Portugal]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Por conta da greve geral em Portugal na próxima quinta-feira, dia 24 de novembro, a TAP anunciou que cancelará seus voos marcados para aquele dia, inclusive os partindo e chegando no Brasil. A companhia aérea orienta os passageiros com passagens marcadas para voos entre as 22h desta quarta, dia 23, e o final de quinta, que entrem em contato com o agente de viagem ou com a própria empresa, pelo telefone 0300-210-6060. Informações também serão passadas nas contas da companhia no Facebook e no Twitter.</p><p>A paralisação acontece exatamente um ano depois da última greve geral de Portugal. Ela foi convocada pelos dois principais sindicatos do país para protestar contra as medidas de austeridades propostas pelo governo. Nos próximos dias será votado, no parlamento, o orçamento para 2012.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-22 20:44:14</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=521672&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/greve-geral-faz-companhia-aerea-cancelar-voos-em-portugal-3297761]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=521672&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/greve-geral-faz-companhia-aerea-cancelar-voos-em-portugal-3297761]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Situação aérea começa a se normalizar na Argentina]]></title><description><![CDATA[<p>RIO - Um dia depois de as cinzas do vulcão chileno Puyehue voltarem a conturbar a operação aérea na Argentina, sobretudo na região metropolitana de Buenos Aires, a situação volta a se normalizar nesta quarta-feira. Apesar disso, nesta manhã, dez voos foram cancelados nos aeroportos internacional de Ezeiza e Aeroparque Jorge Newbery, a maioria para voos domésticos. O número de atrasos também é alto.</p><p>A grande quantidade cancelamentos e atrasos que tomou os aeroportos portenhos na última terça-feira levou o governo argentino a anunciar, nesta manhã, mudanças no controle de segurança de voos. Até agora, a decisão de levantar voo ou não era de cada empresa. Para evitar que ações descoordenadas causem ainda mais problemas, o governo vai criar um órgão que decidirá quando os voos deverão ser cancelados, de maneira uniforme.</p><p>De acordo com a administração aeroportuária argentina, nenhum voo com destino ao Brasil foi cancelado nesta manhã de quarta-feira. Diferentemente de ontem, quando dois voos da Aerolíneas Argentinas com destinos a Rio e São Paulo foram cancelados. Aviões da empresa que sairiam dessas cidades em direção a Buenos Aires também não puderam levantar voo.</p><p>Passageiros de voos da Pluna que seguiam de Buenos Aires para o Brasil também permaneceram em solo, porque o primeiro trecho dos voos, até Montevidéu, não pode ser feito. Da capital uruguaia para os aeroportos brasileiros, não houve qualquer problema. Voos das brasileiras TAM e Gol não foram afetados.</p><p>Siga o <a rel="external" href="http://twitter.com/boaviagemoglobo">Boa Viagem no Twitter</a>.</p>]]></description><pubDate>2011-11-22 17:03:12</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=521673&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/situacao-aerea-comeca-se-normalizar-na-argentina-3295749]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=521673&CNT_LNK=http://oglobo.globo.com/boa-viagem/situacao-aerea-comeca-se-normalizar-na-argentina-3295749]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Carnaval fora de época | Destaque]]></title><description><![CDATA[Um calendário com informações sobre os principais carnavais fora de época que acontecem em diversos cantos do país ...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:20:26</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=611&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267927.shtml]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=611&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267927.shtml]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Hotsite: verão no mar | Especiais]]></title><description><![CDATA[Tudo o que você precisa saber antes de embarcar em um dos 15 navios que estão na costa brasileira. Com fotos e filmes...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:11:16</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=601&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/especiais/cruzeiros/]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=601&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/especiais/cruzeiros/]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Quiz: A melhor praia deserta | Especiais]]></title><description><![CDATA[De Antiguinhos, no Rio de Janeiro, a Tingá, em Santa Catarina, uma seleção de lugares secretos no litoral. Eleja o mais-mais...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:10:22</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=602&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/especiais/praiasdesertas/]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=602&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/especiais/praiasdesertas/]]></link></item> <item> <title><![CDATA[O efeito Luiza Brunet | Blog Direto do Rio de Janeiro]]></title><description><![CDATA[Não me recordo de já ter acompanhado um desfile tão equilibrado como o deste ano...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:08:25</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=603&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71866_comentarios.shtml?3604300]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=603&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71866_comentarios.shtml?3604300]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Novidade rústico-chique em Trancoso | Blog Boa vida]]></title><description><![CDATA[Que eu estou em Trancoso, sul da Bahia, já contei no meu último post. Mas agora vou dar uma de Riq e lançar a pergunta: que lugar é...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:04:16</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=604&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71930_comentarios.shtml?5883912]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=604&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71930_comentarios.shtml?5883912]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Salgueiro, Tijuca e Viradouro: as minhas campeãs | Blog Direto do Rio de Janeiro]]></title><description><![CDATA[Fiz uma lista sem pretensões, apenas absolutamente emocional...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:03:21</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=605&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71931_comentarios.shtml?3604300]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=605&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71931_comentarios.shtml?3604300]]></link></item> <item> <title><![CDATA[As rainhas do Carnaval | Blog Direto do Rio de Janeiro]]></title><description><![CDATA[Entre as rainhas de bateria, para mim, houve um empate técnico entre Juliana Paes, Luiza Brunet e Quitéria Chagas...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:02:17</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=606&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71932_comentarios.shtml?3604300]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=606&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71932_comentarios.shtml?3604300]]></link></item> <item> <title><![CDATA[O ano das alas | Blog]]></title><description><![CDATA[Se este foi um ano de sambas medianos, o mesmo não se pode dizer da alas...]]></description><pubDate>2008-02-06 17:01:40</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=607&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71933_comentarios.shtml?3604300]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=607&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/71933_comentarios.shtml?3604300]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Galeria de fotos | Destaque]]></title><description><![CDATA[O melhor do Rio de Janeiro nos cliques do carioca Bruno Agostini...]]></description><pubDate>2008-02-06 16:59:59</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=608&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/conteudo/galeriadefotos/?237023]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=608&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/conteudo/galeriadefotos/?237023]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Repórter fora de série | Destaque]]></title><description><![CDATA[Ela vira argentina para testar o serviço de táxi em São Paulo...]]></description><pubDate>2008-02-06 16:58:14</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=609&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267905.shtml]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=609&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267905.shtml]]></link></item> <item> <title><![CDATA[Arte fora de esquadro | Destaque]]></title><description><![CDATA[Receita para fazer de um museu uma atração turística: ter um quadro surrupiado. Ou dois...]]></description><pubDate>2008-02-06 16:56:50</pubDate><guid><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=610&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267895.shtml]]></guid><link><![CDATA[http://plantaorss.com.br/redir.php?CNT_ID=610&CNT_LNK=http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_267895.shtml]]></link></item> </channel></rss>
